Na praia corro ao encontro do meu mar,
fugindo da minha saudade,
buscando molhar os meus pés,
rasgando as ondas do medo,
vou atrás dos meus desejos,
nele encontro o meu amor,
no sorriso do menino bonito,
curo a minha dor.
Voo nas asas do condor,
escondendo a minha dor,
revirando o baú de tristeza,
descubro escondido entre as minhas memórias
fotos tuas de outrora em uma revista,
nela sinto o meu coração bater,
é saudade de ti,
meu bem querer.
Escalo a montanha da emoção,
em cada pedra vencida,
um estímulo para ficar do teu lado,
estou perto do céu,
querendo sentir o frio do vento me cortando,
mais perto do meu amado estou chegando,
sinto a tua mão me entrelaçando,
nas alturas vou te amando.
A saudade de ti é grande,
meu amado, lindo sol,
vou escrevendo o meu amor,
em cada palavra sinto o teu cheiro,
em cada poesia planto uma flor,
ao terminar o ano terei escrito um livro,
e terei um lindo jardim,
com teu cheiro de jasmim.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos reservados).
quinta-feira, 31 de maio de 2012
domingo, 27 de maio de 2012
GÊNESIS.
No gênesis da minha vida,
teu nome foi tatuado em minha alma,
o teu caminho foi entrelaçado ao meu,
minha força se uniu em torno da tua canção,
a semente germinou, a paixão se acendeu,
meu corpo estremeceu,
no momento que tua voz dominou o meu ser,
minha alma despertou, um único som foi ouvido,
as batidas do meu coração,
em um só compasso.
No início tive medo deste amor,
parecia tão ingênuo e frágil,
tão incapaz de prosseguir,
era um único momento,
não tinha um jardim,
mas tinha a força de uma alma,
que gritava dia e noite, não conseguia a canção esquecer,
teu nome foi tatuado em minha alma,
o teu caminho foi entrelaçado ao meu,
minha força se uniu em torno da tua canção,
a semente germinou, a paixão se acendeu,
meu corpo estremeceu,
no momento que tua voz dominou o meu ser,
minha alma despertou, um único som foi ouvido,
as batidas do meu coração,
em um só compasso.
No início tive medo deste amor,
parecia tão ingênuo e frágil,
tão incapaz de prosseguir,
era um único momento,
não tinha um jardim,
mas tinha a força de uma alma,
que gritava dia e noite, não conseguia a canção esquecer,
nem a distância esfriava as chamas deste amor,
nas noites frias minha alma suava de calor,
no calor tinha calafrios, era a falta de ti.
Um grito de liberdade senti naquele dia,
sentia que iria viver por este amor,
não conseguia esquecer o teu olhar,
a tua força consumia a minha mente,
o teu sorriso invadia a minha alma,
as tuas mãos regia os meus passos,
o teu olhar controlava a minha vida,
hoje eu entendo que tudo estava escrito,
naquele momento que tua voz salvou minha alma,
se concretizou o que no gênesis foi escrito, o meu eterno amor por ti, meu amado .
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
nas noites frias minha alma suava de calor,
no calor tinha calafrios, era a falta de ti.
Um grito de liberdade senti naquele dia,
sentia que iria viver por este amor,
não conseguia esquecer o teu olhar,
a tua força consumia a minha mente,
o teu sorriso invadia a minha alma,
as tuas mãos regia os meus passos,
o teu olhar controlava a minha vida,
hoje eu entendo que tudo estava escrito,
naquele momento que tua voz salvou minha alma,
se concretizou o que no gênesis foi escrito, o meu eterno amor por ti, meu amado .
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quarta-feira, 23 de maio de 2012
MEU AVESSO.
A lua que desenha a noite,
o luar que entra pela janela,
a estrela que clareia,
o frio que entra pela porta ao anoitecer,
o brilho do sol se despedindo,
nascendo no olhar do menino um carisma,
a beleza do sentimento perfeito na primeira poesia,
assim é o meu avesso,
com perfume de flor.
O brilho no olhar do homem que desejo amar,
o carinho da criança,
a flor desabrochando,
a água brotando das pedras,
o rio correndo para o penhasco,
criando uma linda queda d'água,
assim é o meu avesso,
um eterno recomeço.
Meu avesso é um anjo com uma doce voz,
esbelto de sorriso fácil,
um menino no corpo de um homem,
uma voz com olhos de esmeralda,
assim é o meu avesso,
meu lado de dentro por ele foi habitado,
já não sou eu,
mas ele em mim,
até o seu perfume de rosas,
penetrou em minha alma,
agora o meu avesso é feito de canção.
Meu domínio é dividido,
entre a fera e o poder,
a menina e a doutora,
o certo é o que eu desejo,
o que devo fazer e o que sinto vontade,
duas partes que se encaixam,
o meu avesso é o meu anjo,
por ele o meu mundo escorre,
entre os dedos e as mãos,
entre o corpo e a alma,
porque o meu avesso é coração,
é o meu anjo em forma de canção,
minha doce e mais bela inspiração.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
o luar que entra pela janela,
a estrela que clareia,
o frio que entra pela porta ao anoitecer,
o brilho do sol se despedindo,
nascendo no olhar do menino um carisma,
a beleza do sentimento perfeito na primeira poesia,
assim é o meu avesso,
com perfume de flor.
O brilho no olhar do homem que desejo amar,
o carinho da criança,
a flor desabrochando,
a água brotando das pedras,
o rio correndo para o penhasco,
criando uma linda queda d'água,
assim é o meu avesso,
um eterno recomeço.
Meu avesso é um anjo com uma doce voz,
esbelto de sorriso fácil,
um menino no corpo de um homem,
uma voz com olhos de esmeralda,
assim é o meu avesso,
meu lado de dentro por ele foi habitado,
já não sou eu,
mas ele em mim,
até o seu perfume de rosas,
penetrou em minha alma,
agora o meu avesso é feito de canção.
Meu domínio é dividido,
entre a fera e o poder,
a menina e a doutora,
o certo é o que eu desejo,
o que devo fazer e o que sinto vontade,
duas partes que se encaixam,
o meu avesso é o meu anjo,
por ele o meu mundo escorre,
entre os dedos e as mãos,
entre o corpo e a alma,
porque o meu avesso é coração,
é o meu anjo em forma de canção,
minha doce e mais bela inspiração.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
terça-feira, 15 de maio de 2012
AMO.
Amo cada minuto que penso em ti,
luto com os meus olhos para não demonstrar,
o prazer que sinto em contempla-lo,
ah! como é bom ama-lo,
simplesmente, ama-lo.
ah! como é bom ama-lo,
simplesmente, ama-lo.
Amo ouvi a tua voz, senti o teu belo olhar,
contemplar devagarinho este momento,
como contemplo o crepúsculo,
depois sinto o perfume da flor,
nela tu estás meu amor.
Ah! Como é bom saber que o meu coração
bate em um ritmo acelerado,
no momento que meus olhos te contemplam,
como é bom saber que o meu ser
tem um lindo bem querer.
Sou feliz porque amo, porque viver amando
é a melhor forma de se viver,
do silêncio e da dor tu resgataste a minha alma,
para sempre apossaste do meu coração,
transformaste na minha grande paixão.
do silêncio e da dor tu resgataste a minha alma,
para sempre apossaste do meu coração,
transformaste na minha grande paixão.
Amo, simplesmente amo,
porque enquanto amor eu sentir, eu estarei viva,
respirando este amor divino, no olhar deste lindo menino,
o homem do sorriso leve, da alma generosa
que me embriaga cada vez que contemplo este belo olhar.
o homem do sorriso leve, da alma generosa
que me embriaga cada vez que contemplo este belo olhar.
O amor é o sentimento que une o ser humano ao mundo,
porque no momento que ingerimos esta pílula chamada amor,
somos capazes dos atos mais generosos e maravilhosos jamais imaginados,
porque o amor transforma o feio em belo, a dor em alegria, sofrimento em felicidade,
as lágrimas em um lindo sorriso, as pedras secas na mais linda nascente, a serpente em cisne, o coração duro em gente.
Eu amo amar,
quero morrer amando,
porque não existe sentimento mais nobre
amar, simplesmente amar, por esta razão
eu vivo o mais lindo sentimento por ti, o amor.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos reservados).
REFÚGIO.
Busquei refúgio onde os meus olhos te enxergaria,
pois minha alma se sente segura com o teu olhar
fui mais longe que consegui, subi aos maiores picos,
desci no local mais ermo, meu desespero me levou
as profundezas da amargura, me vesti de desilusão com agonia,
desfiz toda a minha fantasia, fui buscar no meu ser,
respostas para te encontrar e novamente na tua vi=oz me aconchegar.
Foi uma busca inútil, tu estas dentro de mim,
és mais forte do que o meu eu, tua alma apossaste da minha,
não existe e nunca existiu a distância entre nós,
grudados estão nossas mentes e almas, minha essência fez morada em teu coração,
aprendeu a viver entre o medo e a solidão, porque minha alma é regida pela tua emoção,
grudados estão nossas mentes e almas, minha essência fez morada em teu coração,
aprendeu a viver entre o medo e a solidão, porque minha alma é regida pela tua emoção,
no compasso da minha vida, já não sou mais eu, mas você em mim.
Meu refúgio está dentro de ti, minha inspiração poética nasce do teu olhar,
os meus desejos e sonhos entrelacei ao teu, o meu caminho plantei a tua rosa branca,
meu amado menino, na minha vida fiz pousada na tua rua,
não sei se eu sou você ou se sou pura ilusão,
só sei apenas de uma verdade, pertenço ao teu coração,
os meus desejos e sonhos entrelacei ao teu, o meu caminho plantei a tua rosa branca,
meu amado menino, na minha vida fiz pousada na tua rua,
não sei se eu sou você ou se sou pura ilusão,
só sei apenas de uma verdade, pertenço ao teu coração,
nele eu fiz o meu habitar, agora eu só quero te amar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
A CHUVA.
A chuva caindo lá fora,
eu presa na minha existência pensando em ti,
as lágrimas da minha alma escorre como a chuva na janela,
a minha dor é maior que o tempo nublado,
amanhã fará sol,
o meu coração continuará nublado e,
dentro de mim a dor permanecerá,
você tatuou o teu sorriso na minha alma,
foi embora e deixou-o dentro de mim.
Os gritos do silêncio atormenta a minha alma,
falta a tua gargalhada,
a tua voz ainda soa nos meus ouvidos,
a tua face ainda enxergo no espelho.
vejo tua boca sorrindo para mim,
tuas mãos tocando no meu corpo
o encontro dos nossos olhares no amor
teu gemido após o prazer
não tem como não pensar em ti.
Ah! A chuva caindo lá fora,
eu não consigo sair neste temporal,
estou fraca demais, mas eu irei até você
no momento que esta chuva cessar,
não consigo viver longe dos teus olhos,
longe do teu perfume, longe de mim
porque eu sou você tatuado no meu corpo
minha alma está em tuas mãos,
minha doce paixão.
Ah! A chuva caindo lá fora,
o frio atormenta o meu corpo,
a saudade dilacera a minha alma,
meu amor foste embora e,
levaste o meu ser contigo,
pelo menos me devolva a minha alma,
caso contrário meu amado,
serei um eterno zumbi,
longe de ti.
A chuva caindo lá fora e eu pensando em ti ..................
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
NÃO DIGAS ADEUS.
Não digas adeus, apenas um até logo,
preciso de um motivo para tua volta,
se dizer adeus, não terás porque voltar,
quero motivos, alguma razão,
meu coração ainda irá ficar neste lugar, preciso de ti.
Não digas adeus, porque verei ainda este crepúsculo,
sentirei o voo do pássaro rasante, o cheiro do mato,
a calmaria do mar, eu preciso que voltes para te amar,
ainda amo-te, minha alma ainda ficará aqui,
esperando a tua volta.
Não digas adeus, porque sabes que voltarás,
não conseguirei viver sem o teu amor,
sem as tuas carícias,
sem o teu sorriso e a tua calma,
sem o teu bem querer.
Não digas adeus, porque não partirás para sempre,
adeus é jamais voltar, adeus é partida sem volta,
adeus é a morte do corpo e da alma,
adeus é para sempre viver longe dos teus olhos,
longe do teu corpo, meu amor, longe da minha vida.
preciso de um motivo para tua volta,
se dizer adeus, não terás porque voltar,
quero motivos, alguma razão,
meu coração ainda irá ficar neste lugar, preciso de ti.
Não digas adeus, porque verei ainda este crepúsculo,
sentirei o voo do pássaro rasante, o cheiro do mato,
a calmaria do mar, eu preciso que voltes para te amar,
ainda amo-te, minha alma ainda ficará aqui,
esperando a tua volta.
Não digas adeus, porque sabes que voltarás,
não conseguirei viver sem o teu amor,
sem as tuas carícias,
sem o teu sorriso e a tua calma,
sem o teu bem querer.
Não digas adeus, porque não partirás para sempre,
adeus é jamais voltar, adeus é partida sem volta,
adeus é a morte do corpo e da alma,
adeus é para sempre viver longe dos teus olhos,
longe do teu corpo, meu amor, longe da minha vida.
Meu amor isto eu não conseguirei, viver longe de ti
porque amo-te mais do que a mim,
não conseguirei viver longe de ti,
longe dos teus beijos, longe dos teus carinhos,
longe das tuas mãos, longe do teu prazer.
Não digas adeus, digas até logo,
até a volta, até um dia, até quando o meu coração aguentar
ficar longe de ti, quando ele começar a gritar,
voltes correndo para os meus braços,
caso contrário, vou morrer de saudade, meu amor.
Não digas adeus, ainda quero me embriagar
de prazer nos teus braços, beber o vinho do amor e
dormir nua no teu peito, adormecer perto da lareira,
viver intensamente o meu amor contigo,
ainda gemer de prazer nos teus braços,
porque amo-te mais do que a mim,
não conseguirei viver longe de ti,
longe dos teus beijos, longe dos teus carinhos,
longe das tuas mãos, longe do teu prazer.
Não digas adeus, digas até logo,
até a volta, até um dia, até quando o meu coração aguentar
ficar longe de ti, quando ele começar a gritar,
voltes correndo para os meus braços,
caso contrário, vou morrer de saudade, meu amor.
Não digas adeus, ainda quero me embriagar
de prazer nos teus braços, beber o vinho do amor e
dormir nua no teu peito, adormecer perto da lareira,
viver intensamente o meu amor contigo,
ainda gemer de prazer nos teus braços,
ainda quero gemer de prazer nos teus braços, meu lindo menino.
Não digas adeus ...................................
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
Não digas adeus ...................................
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
segunda-feira, 14 de maio de 2012
NÃO SOU EU.
Caminhos desbravei para sobreviver
das tempestades de sofrimento,
lutei contra tudo e todos,
fui vencida pelo cansaço,
mas jamais desisti,
enfim venci com a tua canção.
Venci o medo de perder, hoje aprendi a lutar,
a contar comigo toda vez
que preciso me levantar,
lavar o rosto e ir a labuta,
sozinha continuar a caminhar,
os meus sonhos conquistar.
Não sou eu que acordo contigo, mas sou eu que oro por ti,
não sou eu que sinto os teus beijos, mas sou eu que quer te proteger,
não sou eu pra quem sorri,
mas fico feliz quando estás feliz,
não sou eu com quem tu compartilhas tuas dores,
mas se precisares do meu ombro estarei sempre aqui.
Não sou eu que seguras a tua mão,
mas se quiseres te dou meu coração,
não sou eu que enxugo as tuas lágrimas,
mas se quiseres secarei as com meus beijos,
não sou eu que te dei a vida,
mas se precisares te dou a minha.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
das tempestades de sofrimento,
lutei contra tudo e todos,
fui vencida pelo cansaço,
mas jamais desisti,
enfim venci com a tua canção.
Venci o medo de perder, hoje aprendi a lutar,
a contar comigo toda vez
que preciso me levantar,
lavar o rosto e ir a labuta,
sozinha continuar a caminhar,
os meus sonhos conquistar.
Não sou eu que acordo contigo, mas sou eu que oro por ti,
não sou eu que sinto os teus beijos, mas sou eu que quer te proteger,
não sou eu pra quem sorri,
mas fico feliz quando estás feliz,
não sou eu com quem tu compartilhas tuas dores,
mas se precisares do meu ombro estarei sempre aqui.
Não sou eu que seguras a tua mão,
mas se quiseres te dou meu coração,
não sou eu que enxugo as tuas lágrimas,
mas se quiseres secarei as com meus beijos,
não sou eu que te dei a vida,
mas se precisares te dou a minha.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
CONTEMPLEI.
Hoje eu acordei com uma dor no meu peito,
era uma imensa saudade de ti,
fingi que não sentia esta dor,
ignorei a completamente,
pra ver se ela me esquecia,
joguei a sujeira porta à fora,
mandei junto a saudade,
ela fingiu que foi embora,
mas depois voltou mais forte.
Hoje pensei que iria sorrir,
mas não adiantou, esta saudade não deixou,
fiquei triste a manhã inteira,
não teve jeito, fui ao teu encontro,
precisava ouvi-lo, agora a saudade está doendo mais,
ouvir a tua canção e não tê-lo
não sei o que é pior,
mais pelo menos dos males o menor,
hoje te contemplei meu amor.
Mas nunca perdi a esperança,
de um dia nos teus braços me senti uma criança,
cheia de sonhos e fantasias, ser uma doce menina,
neste dia não vou apenas te contemplar,
mas vou te amar, cada dia em dose dupla,
eu tenho certeza que um dia eu viverei o meu amor,
são as palavras que ouço todo dia do meu coração,
enquanto ele gritar que vou te amar,
eu vou acreditar e continuarei a te contemplar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
era uma imensa saudade de ti,
fingi que não sentia esta dor,
ignorei a completamente,
pra ver se ela me esquecia,
joguei a sujeira porta à fora,
mandei junto a saudade,
ela fingiu que foi embora,
mas depois voltou mais forte.
Hoje pensei que iria sorrir,
mas não adiantou, esta saudade não deixou,
fiquei triste a manhã inteira,
não teve jeito, fui ao teu encontro,
precisava ouvi-lo, agora a saudade está doendo mais,
ouvir a tua canção e não tê-lo
não sei o que é pior,
mais pelo menos dos males o menor,
hoje te contemplei meu amor.
Mas nunca perdi a esperança,
de um dia nos teus braços me senti uma criança,
cheia de sonhos e fantasias, ser uma doce menina,
neste dia não vou apenas te contemplar,
mas vou te amar, cada dia em dose dupla,
eu tenho certeza que um dia eu viverei o meu amor,
são as palavras que ouço todo dia do meu coração,
enquanto ele gritar que vou te amar,
eu vou acreditar e continuarei a te contemplar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sábado, 12 de maio de 2012
MÃE.
Útero da vida,
coração em forma de teia,
luz que semeia,
corpo que dilata,
formando um outro,
casulo da beleza,
da eterna fertilidade,
semente da vida,
pura santidade.
Uma gera seu filho no útero,
outra gera no coração,
há aquela que procria na sua alma,
não importa onde gere o seu filho,
será sempre lindo e amado,
terá a sua identidade,
seja no sangue ou no caráter,
terá sempre o seu DNA.
Mãe que voa de madrugada,
para trazer no seu bico alimento para sua cria,
que vai ao fundo do oceano,
corre os quatro cantos da terra,
vive entre o chão e o coração,
cada vez que seu filho sai de casa,
a insônia torna-se sua companheira,
até a hora da chegada do seu.
Mãe que deixa de dormir,
não tem mais hora para comer,
deixa de ser uma para ser várias,
tudo para dedicar-se aos seus filhos,
alegria de sua vida,
que no momento que nasce o seu filho,
nasce o verdadeiro sentido da sua vida.
Mãe é padecer em todos os lugares,
seja no céu ou mar,
seja de dia ou de noite,
seja o seu filho uma criança ou adulto,
seja na alegria ou na dor,
a mãe é aquela que é mais que um ombro,
é todo coração para um filho.
Feliz Dia Das Mães.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
coração em forma de teia,
luz que semeia,
corpo que dilata,
formando um outro,
casulo da beleza,
da eterna fertilidade,
semente da vida,
pura santidade.
Uma gera seu filho no útero,
outra gera no coração,
há aquela que procria na sua alma,
não importa onde gere o seu filho,
será sempre lindo e amado,
terá a sua identidade,
seja no sangue ou no caráter,
terá sempre o seu DNA.
Mãe que voa de madrugada,
para trazer no seu bico alimento para sua cria,
que vai ao fundo do oceano,
corre os quatro cantos da terra,
vive entre o chão e o coração,
cada vez que seu filho sai de casa,
a insônia torna-se sua companheira,
até a hora da chegada do seu.
Mãe que deixa de dormir,
não tem mais hora para comer,
deixa de ser uma para ser várias,
tudo para dedicar-se aos seus filhos,
alegria de sua vida,
que no momento que nasce o seu filho,
nasce o verdadeiro sentido da sua vida.
Mãe é padecer em todos os lugares,
seja no céu ou mar,
seja de dia ou de noite,
seja o seu filho uma criança ou adulto,
seja na alegria ou na dor,
a mãe é aquela que é mais que um ombro,
é todo coração para um filho.
Feliz Dia Das Mães.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quarta-feira, 9 de maio de 2012
SOZINHA.
Sentei na varanda,
o frio dominava a rua, deserta e crua,
o café esfriando na xícara,
o silêncio era quebrado pelo vento,
o cigarro na mão,
uma cena patética de despedida,
o vazio dominou o ambiente,
me senti refém do meu silêncio,
inerte na minha dor, abriu a porta o desamor.
Relembro aquela linda primavera,
um jardim coberto de rosas,
os pássaros e borboletas voando,
cenário de um puro encantamento,
a felicidade de um recente casamento,
tudo era perfeito,
um convite a eternidade do nosso amor,
em breve o calor do verão,
eram momentos de pura paixão.
Momentos que pairam na minha memória,
um passado tão recente, ainda estávamos plantando as sementes,
mas não foi regado o suficiente, as tempestades foram intensas,
o céu cinza desabou este castelo,
um tsunami de intrigas invadiu o meu ser, não era mais eu,
a dor da dúvida enraizou em mim,
ruiu o meu mundo de fantasia,
deixei de ser menina, nasceu a árdua mulher,
conheci o mal me quer.
Meus cacos estou juntando,
varrendo as lamas que entrou no meu ser,
destroços de mentiras, traições mal resolvidas,
o outono da agonia se juntou ao inverno do ódio,
congelaram a minha esperança,
destruíram os meus sonhos,
as lavas queimaram a minha verdade,
as geleiras apagaram as chamas do meu amor,
tudo foi para o chão, acabou tudo em desamor, em um grito de dor.
Hoje, ainda não dormi, o jornal ainda não li,
a minha mente está vazia,
sinto um gosto de fel na minha boca,
mas a minha alma está leve,
mandei embora a minha dor,
não quero ainda um novo amor,
quero a solidão como companhia,
refazer a minha vida, acreditar que ainda sou menina,
deixar entrar a fantasia, ai sim, serei feliz, sozinha.
MÁRCIA MOLARINO. (Direitos Reservados).
o frio dominava a rua, deserta e crua,
o café esfriando na xícara,
o silêncio era quebrado pelo vento,
o cigarro na mão,
uma cena patética de despedida,
o vazio dominou o ambiente,
me senti refém do meu silêncio,
inerte na minha dor, abriu a porta o desamor.
Relembro aquela linda primavera,
um jardim coberto de rosas,
os pássaros e borboletas voando,
cenário de um puro encantamento,
a felicidade de um recente casamento,
tudo era perfeito,
um convite a eternidade do nosso amor,
em breve o calor do verão,
eram momentos de pura paixão.
Momentos que pairam na minha memória,
um passado tão recente, ainda estávamos plantando as sementes,
mas não foi regado o suficiente, as tempestades foram intensas,
o céu cinza desabou este castelo,
um tsunami de intrigas invadiu o meu ser, não era mais eu,
a dor da dúvida enraizou em mim,
ruiu o meu mundo de fantasia,
deixei de ser menina, nasceu a árdua mulher,
conheci o mal me quer.
Meus cacos estou juntando,
varrendo as lamas que entrou no meu ser,
destroços de mentiras, traições mal resolvidas,
o outono da agonia se juntou ao inverno do ódio,
congelaram a minha esperança,
destruíram os meus sonhos,
as lavas queimaram a minha verdade,
as geleiras apagaram as chamas do meu amor,
tudo foi para o chão, acabou tudo em desamor, em um grito de dor.
Hoje, ainda não dormi, o jornal ainda não li,
a minha mente está vazia,
sinto um gosto de fel na minha boca,
mas a minha alma está leve,
mandei embora a minha dor,
não quero ainda um novo amor,
quero a solidão como companhia,
refazer a minha vida, acreditar que ainda sou menina,
deixar entrar a fantasia, ai sim, serei feliz, sozinha.
MÁRCIA MOLARINO. (Direitos Reservados).
terça-feira, 8 de maio de 2012
LIVRO.
Aprendi muito cedo voar,
nas asas da imaginação,
um mundo cor de rosa,
às vezes negro ou cinza,
depende do meu olhar,
para o foco que o meu coração levar,
eu posso até imaginar,
um lindo arco-íris no mar.
Gosto de viajar,
nas páginas de um livro,
viajo entre sonhos e paixões,
tragédias e delírios,
vou nas asas da sabedoria
descobrindo outros caminhos,
uma cultura por dia,
uma fantasia a cada segundo,
um novo mundo.
Na trajetória do conhecimento,
é impossível não se encantar,
com cada palavra nova,
com travessões,
pontos e dois pontos,
entre uma vírgula e outra,
uma pausa para pensar,
como é lindo viajar,
neste lindo faz de conta,
ou na realidade descrita nua e crua,
me encanto com tudo,
é linda a literatura.
Grandes sonhos eu vivi,
fui de Cinderela a Idade da Razão,
viajei pela Ciência Jurídica,
me encantei com a moda,
me apaixonei pelas notas musicais,
me deslumbrei com os romances,
Os Rodrigues foi o que mais me fascinou,
mas a Bíblia foi amor a primeira vista,
nela me apaixonei pelo meu Criador,
livros a razão do meu viver,
o meu grande bem querer.
MÁRCIA MOLARINO. (Direitos Reservados).
nas asas da imaginação,
um mundo cor de rosa,
às vezes negro ou cinza,
depende do meu olhar,
para o foco que o meu coração levar,
eu posso até imaginar,
um lindo arco-íris no mar.
Gosto de viajar,
nas páginas de um livro,
viajo entre sonhos e paixões,
tragédias e delírios,
vou nas asas da sabedoria
descobrindo outros caminhos,
uma cultura por dia,
uma fantasia a cada segundo,
um novo mundo.
Na trajetória do conhecimento,
é impossível não se encantar,
com cada palavra nova,
com travessões,
pontos e dois pontos,
entre uma vírgula e outra,
uma pausa para pensar,
como é lindo viajar,
neste lindo faz de conta,
ou na realidade descrita nua e crua,
me encanto com tudo,
é linda a literatura.
Grandes sonhos eu vivi,
fui de Cinderela a Idade da Razão,
viajei pela Ciência Jurídica,
me encantei com a moda,
me apaixonei pelas notas musicais,
me deslumbrei com os romances,
Os Rodrigues foi o que mais me fascinou,
mas a Bíblia foi amor a primeira vista,
nela me apaixonei pelo meu Criador,
livros a razão do meu viver,
o meu grande bem querer.
MÁRCIA MOLARINO. (Direitos Reservados).
segunda-feira, 7 de maio de 2012
GRITO.
Desfiz o meu laço,
soltei a voz, abri o meu peito,
saiu a minha verdade
soltei a voz, abri o meu peito,
saiu a minha verdade
corri para o abraço.
Não sou covarde,
não guardo remorso,
grito o que sinto,
o resto é resto.
Não brilho com a estrela do outro,
aprendi a soltar a minha voz,
não crio o que não acredito,
sou o meu próprio mito.
O meu grito é a minha essência,
é o amor que guardo no meu peito,
é o meu amanhecer,
é a estrada que escolhi para viver.
O meu grito é a dor do meu amor,
é o medo de não poder mais vê-lo,
é a distância que cresce em minha alma,
é o refúgio do meu sofrimento.
Meu grito é a dor alheia,
é a destruição da natureza,
do extermínio de uma espécie,
por falta de amor no homem.
O meu grito é o sangue que escorre do inocente,
as tragédias que podiam ter sido evitadas,
as magoas que criei,
que escurece no coração alguém.
Meu grito me liberta,
me faz tirar as vestes,
mostrar a minha cara limpa,
rasgando o véu da minha alma.
Meu grito é o amor que não consigo esconder,
que meus olhos não conseguem negar,
que meu corpo sonha em entregar para o meu amado,
Não sou covarde,
não guardo remorso,
grito o que sinto,
o resto é resto.
Não brilho com a estrela do outro,
aprendi a soltar a minha voz,
não crio o que não acredito,
sou o meu próprio mito.
O meu grito é a minha essência,
é o amor que guardo no meu peito,
é o meu amanhecer,
é a estrada que escolhi para viver.
O meu grito é a dor do meu amor,
é o medo de não poder mais vê-lo,
é a distância que cresce em minha alma,
é o refúgio do meu sofrimento.
Meu grito é a dor alheia,
é a destruição da natureza,
do extermínio de uma espécie,
por falta de amor no homem.
O meu grito é o sangue que escorre do inocente,
as tragédias que podiam ter sido evitadas,
as magoas que criei,
que escurece no coração alguém.
Meu grito me liberta,
me faz tirar as vestes,
mostrar a minha cara limpa,
rasgando o véu da minha alma.
Meu grito é o amor que não consigo esconder,
que meus olhos não conseguem negar,
que meu corpo sonha em entregar para o meu amado,
meu grito é da minha alma querendo amar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sábado, 5 de maio de 2012
NÃO QUERO.
Na primavera da vida
não quero ser uma simples flor no teu jardim,
quero ser o roseiral inteiro,
te embriagar com meu cheiro.
Não quero ser uma cor no arco-íris,
ou apenas uma estrela,
quem sabe um pequeno pássaro,
não, isto é muito pouco.
Quero ser o arco-íris completo,
a constelação da tua vida,
uma águia feroz,
te envolver no meu lençol.
Não quero ser lamento nem dor,
não quero viver de rancor,
quero ser a tua flor,
no nosso ninho de amor.
Não quero compromisso legal,
quero um amor real,
não quero cobrança,
quero confiança.
Não quero um conto de fadas,
quero uma crônica,
não quero uma novela,
pois não sou Cinderela.
Não quero um altar,
porque não sou santa,
mas também não sou um demônio,
sou apenas uma mulher doce e ardente.
Às vezes sou um pouco inconsequente,
porque sou toda paixão,
uma metade de mim é loucura,
o outra pura demência.
Então por favor não espere de mim sanidade,
porque meu amor é pura loucura,
não quero ser racional,
quero ser apenas emocional.
Não quero ser uma simples mulher,
quero ser dominada e submissa,
não ao seu poder,
mas sim no teu prazer.
Não quero um diamante,
mas um lindo amante sedutor,
que seja só meu,
que seja o meu guia e protetor.
Não quero dias tranquilos,
quero noites de tormento,
de gritos e gemidos,
nos braços do meu amado.
Não quero um mundo cor de rosa,
quero noites vermelhas,
onde o meu amor seja vivido intensamente,
na boca do homem que amo.
Não quero arrependimento,
quero apenas sentimento,
quero lindos momentos,
apenas peço que sejam verdadeiros.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
não quero ser uma simples flor no teu jardim,
quero ser o roseiral inteiro,
te embriagar com meu cheiro.
Não quero ser uma cor no arco-íris,
ou apenas uma estrela,
quem sabe um pequeno pássaro,
não, isto é muito pouco.
Quero ser o arco-íris completo,
a constelação da tua vida,
uma águia feroz,
te envolver no meu lençol.
Não quero ser lamento nem dor,
não quero viver de rancor,
quero ser a tua flor,
no nosso ninho de amor.
Não quero compromisso legal,
quero um amor real,
não quero cobrança,
quero confiança.
Não quero um conto de fadas,
quero uma crônica,
não quero uma novela,
pois não sou Cinderela.
Não quero um altar,
porque não sou santa,
mas também não sou um demônio,
sou apenas uma mulher doce e ardente.
Às vezes sou um pouco inconsequente,
porque sou toda paixão,
uma metade de mim é loucura,
o outra pura demência.
Então por favor não espere de mim sanidade,
porque meu amor é pura loucura,
não quero ser racional,
quero ser apenas emocional.
Não quero ser uma simples mulher,
quero ser dominada e submissa,
não ao seu poder,
mas sim no teu prazer.
Não quero um diamante,
mas um lindo amante sedutor,
que seja só meu,
que seja o meu guia e protetor.
Não quero dias tranquilos,
quero noites de tormento,
de gritos e gemidos,
nos braços do meu amado.
Não quero um mundo cor de rosa,
quero noites vermelhas,
onde o meu amor seja vivido intensamente,
na boca do homem que amo.
Não quero arrependimento,
quero apenas sentimento,
quero lindos momentos,
apenas peço que sejam verdadeiros.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sexta-feira, 4 de maio de 2012
ACORDEI.
Como frio do outono
apagando com o do verão
eu também acordei desta ilusão
eu também acordei desta ilusão
querendo me refazer desta dor
não arrumei a cama, troquei-a,
coloquei uma placa vende-se,
comprei uma cama de solteira para mim.
Pois é, pode ser que chegue visita, minha cama
não arrumei a cama, troquei-a,
coloquei uma placa vende-se,
comprei uma cama de solteira para mim.
Pois é, pode ser que chegue visita, minha cama
não quero mais repartir, agora desejo curtir
a minha fase de solteira, acordar deste pesadelo
voltar ao tempo da meninice,
não posso retroceder a minha juventude,
mas vou curtir um pouco de fantasia,
vou namorar bastante e beijar na boca,
até um novo amor aparecer, ai eu vou ao prazer.
Não quero por hora compromisso, minha agenda joguei fora,
agora não tenho nada com hora marcada,
seja lá o que Deus quiser, não quero mais dá satisfação,
a minha dor foi muito grande, chega de ingratidão,
vou curar as minhas feridas,
fazer plástica para arrancar as cicatrizes,
quero juntar os caquinhos,
fazer uma faxina no meu coração, chega de ilusão.
Depois vou viajar, passear e paquerar,
entrar para a faculdade, ter uma segunda chance na vida
vou para os salões de baile, quero a boemia abraçar, bom papo e risada,
isto vai me curar, depressão na porta não vou deixar entrar,
não quero um amor agora, agora quero me amar,
o resto a vida se entrega de proporcionar,
depois de curada, tudo pode acontecer, estarei aberta para este prazer.
Aquele vestido branco que usei no casamento, agora virou pano de chão,
da parte rendada fiz uma toalha de mesa
para você quando vier visitar teus filhos
comer em cima do mal que causou,
foi muita humilhação, agora sou outra,
abri um brechó dos presentes que ganhei,
já eram de segunda mão, deve servir para algum irmão.
Não quero mais compromisso de papel, quero um de verdade,
que não seja regido por lei, mas que seja brotado do coração,
não desejo mais festas de bodas, quero festas de amor,
as bodas só trouxeram dores, agora desejo muito amor
regado por noites de delírios, com muita paixão,
de desilusão estou cheia, farta de tanta mentira
abri a porta e te mandei embora, ela foi junto contigo.
Quero acordar com o sol brilhando,
depois de anos de insônia, dormir a noite inteira
não quero mais ficar acordada esperando você voltar
mas vou curtir um pouco de fantasia,
vou namorar bastante e beijar na boca,
até um novo amor aparecer, ai eu vou ao prazer.
Não quero por hora compromisso, minha agenda joguei fora,
agora não tenho nada com hora marcada,
seja lá o que Deus quiser, não quero mais dá satisfação,
a minha dor foi muito grande, chega de ingratidão,
vou curar as minhas feridas,
fazer plástica para arrancar as cicatrizes,
quero juntar os caquinhos,
fazer uma faxina no meu coração, chega de ilusão.
Depois vou viajar, passear e paquerar,
entrar para a faculdade, ter uma segunda chance na vida
vou para os salões de baile, quero a boemia abraçar, bom papo e risada,
isto vai me curar, depressão na porta não vou deixar entrar,
não quero um amor agora, agora quero me amar,
o resto a vida se entrega de proporcionar,
depois de curada, tudo pode acontecer, estarei aberta para este prazer.
Aquele vestido branco que usei no casamento, agora virou pano de chão,
da parte rendada fiz uma toalha de mesa
para você quando vier visitar teus filhos
comer em cima do mal que causou,
foi muita humilhação, agora sou outra,
abri um brechó dos presentes que ganhei,
já eram de segunda mão, deve servir para algum irmão.
Não quero mais compromisso de papel, quero um de verdade,
que não seja regido por lei, mas que seja brotado do coração,
não desejo mais festas de bodas, quero festas de amor,
as bodas só trouxeram dores, agora desejo muito amor
regado por noites de delírios, com muita paixão,
de desilusão estou cheia, farta de tanta mentira
abri a porta e te mandei embora, ela foi junto contigo.
Quero acordar com o sol brilhando,
depois de anos de insônia, dormir a noite inteira
não quero mais ficar acordada esperando você voltar
embriagado com cheiro de perfume barato
quero dormir em paz, sem chorar a noite inteira o seu descaso
quero acordar com a chuva, mas sabendo que existe
um lindo arco-íris me esperando, chamado vida.
MÁRCIA MOLARINO.
quero dormir em paz, sem chorar a noite inteira o seu descaso
quero acordar com a chuva, mas sabendo que existe
um lindo arco-íris me esperando, chamado vida.
MÁRCIA MOLARINO.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
SOLIDÃO.
Neste lindo paraíso me sinto só,
mesmo você estando comigo,
sua alma está tão distante,
teu corpo parece sair do lugar,
isto não é justo conosco,
se queres ir embora,
que sejas agora.
A porta eu deixei aberta,
podes partir quando sentires vontade,
eu nunca a tranquei,
justamente porque não sou presa a ninguém,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Enquanto forças eu tenho para caminhar,
porque outros caminhos quero conhecer,
tenho este direito,
já que teu amor acabou,
melhor partir enquanto existe dignidade,
não quero brutalidade,
nem mendigar sentimentos,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Não quero viver na solidão compartilhada,
prefiro estar só que mal acompanhada,
não quero restos de ninguém,
não vou me contentar com migalhas,
eu quero um homem por inteiro,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Será mais digno para nós,
a solidão é para ser vivida sozinha,
solidão com alguém é compaixão,
ninguém merece esta ingratidão,
és livre para voar,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Partas enquanto a mocidade é minha amiga,
o desejo em outros homens desperto,
ainda tenho muito amor a entregar,
não mereço migalhas,
não vou implorar para ficar,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Quero acordar sozinha na minha cama,
andar na praia com o vento no rosto,
correr para um novo amor,
quero sorrir como criança,
voar como um condor,
se não me tens mais amor,
que sejas feliz com quem escolheu,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Sigas o teu caminho menino,
não olhes para trás,
não estarei chorando,
com certeza estarei fazendo planos,
outros ninhos quero conhecer,
sejas feliz com quem o teu coração escolheu,
que eu vou em busca do meu,
se queres ir embora,
que sejas agora.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
mesmo você estando comigo,
sua alma está tão distante,
teu corpo parece sair do lugar,
isto não é justo conosco,
se queres ir embora,
que sejas agora.
A porta eu deixei aberta,
podes partir quando sentires vontade,
eu nunca a tranquei,
justamente porque não sou presa a ninguém,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Enquanto forças eu tenho para caminhar,
porque outros caminhos quero conhecer,
tenho este direito,
já que teu amor acabou,
melhor partir enquanto existe dignidade,
não quero brutalidade,
nem mendigar sentimentos,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Não quero viver na solidão compartilhada,
prefiro estar só que mal acompanhada,
não quero restos de ninguém,
não vou me contentar com migalhas,
eu quero um homem por inteiro,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Será mais digno para nós,
a solidão é para ser vivida sozinha,
solidão com alguém é compaixão,
ninguém merece esta ingratidão,
és livre para voar,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Partas enquanto a mocidade é minha amiga,
o desejo em outros homens desperto,
ainda tenho muito amor a entregar,
não mereço migalhas,
não vou implorar para ficar,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Quero acordar sozinha na minha cama,
andar na praia com o vento no rosto,
correr para um novo amor,
quero sorrir como criança,
voar como um condor,
se não me tens mais amor,
que sejas feliz com quem escolheu,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Sigas o teu caminho menino,
não olhes para trás,
não estarei chorando,
com certeza estarei fazendo planos,
outros ninhos quero conhecer,
sejas feliz com quem o teu coração escolheu,
que eu vou em busca do meu,
se queres ir embora,
que sejas agora.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
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