A vida é feita de espera.
Sempre estou esperando algo,
de alguém,
de Deus,
da própria vida,
algo que desejo,
que irá preencher um vazio em minha vida,
que deixará o meu viver mais florido,
a vida com um novo brilho.
A vida é uma eterna espera.
Aprendi que nunca devo esperar de alguém,
algo que possa fazer primeiro.
É certo que não é fácil,
o medo do primeiro passo me persegue,
medo de ser rejeitada,
não ser compreendida,
simplesmente o medo de não consegui,
mas persisto em tudo que acredito,
acreditar no amanhã faz parte da espera.
Não espero do outro o ato que ele espera de mim.
Não espero perdão,
perdoo.
Não espero um abraço,
dou um abraço.
Não espero que estendam a mão,
estendo a minha.
Não espero que lembrem de mim,
lembro primeiro do meu irmão.
Não espero que enxuguem as minhas lágrimas,
abro um sorriso.
Não espero obrigada,
agradeço.
Não espero o carinho,
faço um carinho.
Não espero um amigo,
sou amiga.
Não espero uma rosa,
dou um buquê.
Não espero que tirem a pedra do caminho,
contorno.
Não espero que me deem um prato de comida,
faço um banquete.
Não espero que me entendam,
me conheço.
Não espero que me aceitem,
me aceito.
Não espero que me ensinem o caminho,
aprendo caminhar sozinha.
Na vida a esperança é a arma do sábio,
que aprendeu a ter fé,
lutar em busca dos seus sonhos,
confiar em Deus,
a sua sagrada espera.
Confio no meu Deus a minha sagrada espera,
na realização dos meus sonhos,
porque algumas pessoas podem me ferir,
impedir os meus sonhos,
machucar o meu coração,
com julgamentos insensatos,
mas Deus em sua infinita misericórdia,
sempre estará de braços abertos me esperando,
para realizar todos os meus desejos.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
TEU SORRISO.
Teu sorriso alegra a minha alma,
mesmo quando sorri para outros,
tua felicidade me satisfaz,
porque te amo e não te domino,
amar meu querido Lord,
não é te possuir,
mas é saber que tu és feliz.
Minha alma ama o belo,
porque és belo meu amado Lord,
minha alma ama te contemplar,
como amo contemplar a natureza,
viajar entre as nuvens,
me deitar na relva,
me seduzir com o canto do vento,
me deleitar com o azul do céu,
me refrescar com a brisa do mar,
elevar a minha alma com o teu sorriso,
num lindo voo do amor,
nas asas de um condor.
O sorriso é o retrato da felicidade de uma alma,
é a pureza de um coração,
a essência mais linda de um ser humano,
que como uma bela paisagem,
encanta e seduz a todos,
capaz de enfeitiçar e aquecer qualquer coração,
nascer flores em pedras,
brotar nascentes no deserto,
encher o meu coração de vida,
com o teu lindo sorriso,
meu amado Lord.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
mesmo quando sorri para outros,
tua felicidade me satisfaz,
porque te amo e não te domino,
amar meu querido Lord,
não é te possuir,
mas é saber que tu és feliz.
Minha alma ama o belo,
porque és belo meu amado Lord,
minha alma ama te contemplar,
como amo contemplar a natureza,
viajar entre as nuvens,
me deitar na relva,
me seduzir com o canto do vento,
me deleitar com o azul do céu,
me refrescar com a brisa do mar,
elevar a minha alma com o teu sorriso,
num lindo voo do amor,
nas asas de um condor.
O sorriso é o retrato da felicidade de uma alma,
é a pureza de um coração,
a essência mais linda de um ser humano,
que como uma bela paisagem,
encanta e seduz a todos,
capaz de enfeitiçar e aquecer qualquer coração,
nascer flores em pedras,
brotar nascentes no deserto,
encher o meu coração de vida,
com o teu lindo sorriso,
meu amado Lord.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
DESVENDAR.
Ah!
Olhar perdido,
vagando sem direção,
a procura da tua mão,
uma busca em vão ou não,
desvendar o teu coração,
nesta linda e louca paixão,
através do teu olhar,
que despertou o meu amor,
este teu olhar sedutor.
Olhar que persegue,
olhar que me despi,
olhar que me enlouquece todas as noites,
que arranha a minha alma,
que sangra o meu corpo,
as lágrimas de sangue jorradas do meu coração,
que na minha face escorre,
saudade de ti meu Lord.
Olhar que me prende atenção,
que enfurece a minha ira,
que descontrola a minha razão,
me torna tão pequenina,
me sinto tão menina,
meu corpo fica todo contorcido,
perco toda lucidez,
deixo você ver a minha nudez.
Olhar que não vejo,
mas a minha alma não se cansa de contemplar,
porque do teu lado estás,
dançando entre as nuvens,
na melodia cantada pelos anjos,
na dimensão que só as almas se encontram.
Olhar do homem que amo,
que sinto em todos os lugares,
me perseguindo,
me consumindo,
com este olhar de menino desprotegido,
te envolvo nos meus braços,
faço amor contigo no meu ninho.
Olhar que desejo desvendar,
no teu mistério me enroscar,
teu corpo contemplar,
meus segredo te revelar,
meu desejo te entregar,
neste teu simples olhar.
Ah!
Que loucura este olhar,
que deixa a minha boca seca,
o meu corpo trêmulo,
o meu ser com uma angústia incontrolável,
pelo desejo do teu corpo desvendar,
nos tua boca me embriagar,
na tua cama te amar.
Ser possuída,
na demência deste amor,
ser o espinho e a flor,
ser apenas um momento de eterno prazer,
ser consumida em delírios neste teu olhar,
ser amada no chão,
ser dominada com paixão.
Ah!
Te desvendar,
num simples olhar,
na tormenta da paixão,
no levantar do véu,
ver a pureza da tua pele,
acariciada pelas minhas mãos,
sentir o cheiro das pétalas,
no momento do encontro dos nossos corpos,
ser pura sedução.
Teu olhar me deixa nua,
me embriaga como se fosse um vinho,
me deixa louca com a voz rouca,
envolvida num lindo ritual,
entrego-te meu corpo e a minha alma,
pra ser desvendada pelo teu olhar,
pra ser simplesmente amada.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
Olhar perdido,
vagando sem direção,
a procura da tua mão,
uma busca em vão ou não,
desvendar o teu coração,
nesta linda e louca paixão,
através do teu olhar,
que despertou o meu amor,
este teu olhar sedutor.
Olhar que persegue,
olhar que me despi,
olhar que me enlouquece todas as noites,
que arranha a minha alma,
que sangra o meu corpo,
as lágrimas de sangue jorradas do meu coração,
que na minha face escorre,
saudade de ti meu Lord.
Olhar que me prende atenção,
que enfurece a minha ira,
que descontrola a minha razão,
me torna tão pequenina,
me sinto tão menina,
meu corpo fica todo contorcido,
perco toda lucidez,
deixo você ver a minha nudez.
Olhar que não vejo,
mas a minha alma não se cansa de contemplar,
porque do teu lado estás,
dançando entre as nuvens,
na melodia cantada pelos anjos,
na dimensão que só as almas se encontram.
Olhar do homem que amo,
que sinto em todos os lugares,
me perseguindo,
me consumindo,
com este olhar de menino desprotegido,
te envolvo nos meus braços,
faço amor contigo no meu ninho.
Olhar que desejo desvendar,
no teu mistério me enroscar,
teu corpo contemplar,
meus segredo te revelar,
meu desejo te entregar,
neste teu simples olhar.
Ah!
Que loucura este olhar,
que deixa a minha boca seca,
o meu corpo trêmulo,
o meu ser com uma angústia incontrolável,
pelo desejo do teu corpo desvendar,
nos tua boca me embriagar,
na tua cama te amar.
Ser possuída,
na demência deste amor,
ser o espinho e a flor,
ser apenas um momento de eterno prazer,
ser consumida em delírios neste teu olhar,
ser amada no chão,
ser dominada com paixão.
Ah!
Te desvendar,
num simples olhar,
na tormenta da paixão,
no levantar do véu,
ver a pureza da tua pele,
acariciada pelas minhas mãos,
sentir o cheiro das pétalas,
no momento do encontro dos nossos corpos,
ser pura sedução.
Teu olhar me deixa nua,
me embriaga como se fosse um vinho,
me deixa louca com a voz rouca,
envolvida num lindo ritual,
entrego-te meu corpo e a minha alma,
pra ser desvendada pelo teu olhar,
pra ser simplesmente amada.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
SAUDADE
Saudade esta dor que aperta o coração,
que deixa a boca amarga,
uma dor que parece não ter fim,
não tem hora para chegar,
nem hora para partir.
Os olhos ficam cheios de lágrimas,
paralisa o cérebro,
deixa o corpo dolorido,
todos conhecem estes sintomas,
mas ninguém conhece a cura,
deste mal que assola a humanidade,
que nos leva a loucura.
Este mal assola a todos,
contamina crianças,
adultos e idosos,
não tem idade ou classe social,
é uma doença generalizada em todos os sentidos.
Saudade de quem amamos,
por maior que seja o desejo de esquecer este amor,
não conseguimos.
Saudade de um passado,
tão longe ou tão perto,
de um dia ou uma década,
porém marcante,
se eternizou.
Saudade de uma flor,
de um cheiro,
de um gosto,
de um sabor,
que marcou.
Saudade do que não conseguimos explicar,
porque chegou tão de repente e depois partiu,
deixando um grande vazio.
Saudade de um amor não vivido,
mas tão almejado,
ao ponto de sentirmos saudade do que desejamos,
e ainda não vivemos.
Saudade do que era maravilhoso,
mais por ser tão ingênua,
não dei valor,
hoje só sinto dor.
Saudade pode ser boa ou não,
depende dos momentos,
se foi lindo ou sofrido,
mostrará em seu semblante,
com um lindo sorriso.
Saudade da brisa,
do vento desfazendo o meu cabelo,
da chuva molhando o meu corpo,
do sol e da lua,
quanta ternura.
Saudade da criança correndo,
do jovem tocando um lindo piano,
do adulto amando,
do idoso recordando.
Oh,
Quanta saudade!
Apenas saudade de outrora,
da nostalgia que nos envolve,
da boemia,
da alegria destes lindos momentos,
da tristeza escondida no peito,
dos momentos que ficaram apenas na memória.
Apenas saudade,
saudade do meu amor,
saudade do meu amado Lord.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
que deixa a boca amarga,
uma dor que parece não ter fim,
não tem hora para chegar,
nem hora para partir.
Os olhos ficam cheios de lágrimas,
paralisa o cérebro,
deixa o corpo dolorido,
todos conhecem estes sintomas,
mas ninguém conhece a cura,
deste mal que assola a humanidade,
que nos leva a loucura.
Este mal assola a todos,
contamina crianças,
adultos e idosos,
não tem idade ou classe social,
é uma doença generalizada em todos os sentidos.
Saudade de quem amamos,
por maior que seja o desejo de esquecer este amor,
não conseguimos.
Saudade de um passado,
tão longe ou tão perto,
de um dia ou uma década,
porém marcante,
se eternizou.
Saudade de uma flor,
de um cheiro,
de um gosto,
de um sabor,
que marcou.
Saudade do que não conseguimos explicar,
porque chegou tão de repente e depois partiu,
deixando um grande vazio.
Saudade de um amor não vivido,
mas tão almejado,
ao ponto de sentirmos saudade do que desejamos,
e ainda não vivemos.
Saudade do que era maravilhoso,
mais por ser tão ingênua,
não dei valor,
hoje só sinto dor.
Saudade pode ser boa ou não,
depende dos momentos,
se foi lindo ou sofrido,
mostrará em seu semblante,
com um lindo sorriso.
Saudade da brisa,
do vento desfazendo o meu cabelo,
da chuva molhando o meu corpo,
do sol e da lua,
quanta ternura.
Saudade da criança correndo,
do jovem tocando um lindo piano,
do adulto amando,
do idoso recordando.
Oh,
Quanta saudade!
Apenas saudade de outrora,
da nostalgia que nos envolve,
da boemia,
da alegria destes lindos momentos,
da tristeza escondida no peito,
dos momentos que ficaram apenas na memória.
Apenas saudade,
saudade do meu amor,
saudade do meu amado Lord.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
ETAPAS DA VIDA
JUVENTUDE.
Corpo rígido e definido,
verdade absoluta,
sorriso dominante,
beleza á flor da pele.
Sonhos em formação,
alguns se concretizando,
outros nascendo,
um mundo inteiro à minha frente.
Desvendar me excita,
vencido jamais,
ainda é cedo,
tenho todo o tempo do mundo.
Rosas acabei de plantar,
o livro ainda estou escrevendo,
as folhas estão em branco,
quero usar um tinteiro,
ainda sou nostálgico,
mas sou jovem.
Ainda não tomei o meu primeiro porre,
minha primeira noite de amor,
ainda estou planejando,
pétalas de rosas com incenso de jasmim,
duas taças de vinho,
morangos com chantili.
Minha carreira acabei de escolher,
mas poderei mudar depois,
não será tarde demais,
eu tenho todo tempo do mundo.
MATURIDADE.
Meu corpo ainda está tão lindo,
nem parece que cheguei aos trinta,
meus pensamentos ainda tão jovial,
me sinto um aprendiz,
eu só quero ser feliz.
Nossa!
Estou chegando aos quarenta,
me sinto um garotão,
meus cabelos grisalhos,
é apenas charme dos quarenta,
ainda tenho muito prazer para oferecer,
minha capacidade está a todo vapor,
estou cheio de amor.
Sou inteligente e experiente,
duas qualidades,
ninguém pode como um homem de quarenta,
supera qualquer jovem de vinte,
além de lindo,
ainda me sustento.
VELHICE.
Como tolo fui,
pensei que tinha todo tempo do mundo,
não tive tempo nenhum,
vivi na mais pura ilusão,
acreditei na eternidade do garotão.
Hoje tenho setenta e uns,
mas confesso,
cometeria os mesmos erros,
viveria com a mesma intensidade,
como se fosse um menino.
Na vida aprendi,
que a prepotência dos quarenta,
e a arrogância dos vinte,
não são defeitos,
são virtudes,
porque a sabedoria de um homem,
não é menosprezar os seus erros,
mas tornar-se sábio com eles.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
Corpo rígido e definido,
verdade absoluta,
sorriso dominante,
beleza á flor da pele.
Sonhos em formação,
alguns se concretizando,
outros nascendo,
um mundo inteiro à minha frente.
Desvendar me excita,
vencido jamais,
ainda é cedo,
tenho todo o tempo do mundo.
Rosas acabei de plantar,
o livro ainda estou escrevendo,
as folhas estão em branco,
quero usar um tinteiro,
ainda sou nostálgico,
mas sou jovem.
Ainda não tomei o meu primeiro porre,
minha primeira noite de amor,
ainda estou planejando,
pétalas de rosas com incenso de jasmim,
duas taças de vinho,
morangos com chantili.
Minha carreira acabei de escolher,
mas poderei mudar depois,
não será tarde demais,
eu tenho todo tempo do mundo.
MATURIDADE.
Meu corpo ainda está tão lindo,
nem parece que cheguei aos trinta,
meus pensamentos ainda tão jovial,
me sinto um aprendiz,
eu só quero ser feliz.
Nossa!
Estou chegando aos quarenta,
me sinto um garotão,
meus cabelos grisalhos,
é apenas charme dos quarenta,
ainda tenho muito prazer para oferecer,
minha capacidade está a todo vapor,
estou cheio de amor.
Sou inteligente e experiente,
duas qualidades,
ninguém pode como um homem de quarenta,
supera qualquer jovem de vinte,
além de lindo,
ainda me sustento.
VELHICE.
Como tolo fui,
pensei que tinha todo tempo do mundo,
não tive tempo nenhum,
vivi na mais pura ilusão,
acreditei na eternidade do garotão.
Hoje tenho setenta e uns,
mas confesso,
cometeria os mesmos erros,
viveria com a mesma intensidade,
como se fosse um menino.
Na vida aprendi,
que a prepotência dos quarenta,
e a arrogância dos vinte,
não são defeitos,
são virtudes,
porque a sabedoria de um homem,
não é menosprezar os seus erros,
mas tornar-se sábio com eles.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
BEIJOS
Preciso da tua boca na minha,
das tuas mãos no meu corpo,
dos teus sonhos entrelaçados nos meus,
ouvir a mesma canção,
estar na tua sintonia,
sermos pura harmonia,
no momento do encontro de nossas línguas,
do teu beijo de morango,
me lambuzando de chantili,
aí de mim.
Preciso deitar no teu chão,
me aconchegar no teu ninho,
preciso encostar o teu corpo no meu,
sentir o teu peito,
preciso sentir tua respiração ofegante,
preciso sentir o meu corpo tremer,
me enroscar no teu corpo,
sem saber onde eu começo e você termina,
ser pura e deliciosa carícia,
no momento do nosso beijo,
simplesmente me enlouquecer,
com o teu prazer.
Preciso ouvir teus desejos,
te confessar meus anseios,
te demonstrar meus delírios,
te ensinar os meus caminhos,
do paraíso que quero te entregar.
Preciso sentir os teus beijos,
sentir o teu querer,
te entregar o meu prazer.
preciso te enlouquecer,
nos beijos que vou te dar,
no teu corpo minhas mãos deslizar,
a loucura da minha boca no teu corpo sentir,
o meu desejo despertar
eu só quero te amar.
Preciso viajar na tua fantasia,
preciso ser tua mulher,
ser tua menina,
preciso da tua boca meu Lord na minha nuca,
da tua mão na minha pele,
preciso ser a tua louca,
dominar a minha loucura na tua boca,
ser saciada com teus beijos,
adormecer no teu peito,
ser o teu desejo.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
das tuas mãos no meu corpo,
dos teus sonhos entrelaçados nos meus,
ouvir a mesma canção,
estar na tua sintonia,
sermos pura harmonia,
no momento do encontro de nossas línguas,
do teu beijo de morango,
me lambuzando de chantili,
aí de mim.
Preciso deitar no teu chão,
me aconchegar no teu ninho,
preciso encostar o teu corpo no meu,
sentir o teu peito,
preciso sentir tua respiração ofegante,
preciso sentir o meu corpo tremer,
me enroscar no teu corpo,
sem saber onde eu começo e você termina,
ser pura e deliciosa carícia,
no momento do nosso beijo,
simplesmente me enlouquecer,
com o teu prazer.
Preciso ouvir teus desejos,
te confessar meus anseios,
te demonstrar meus delírios,
te ensinar os meus caminhos,
do paraíso que quero te entregar.
Preciso sentir os teus beijos,
sentir o teu querer,
te entregar o meu prazer.
preciso te enlouquecer,
nos beijos que vou te dar,
no teu corpo minhas mãos deslizar,
a loucura da minha boca no teu corpo sentir,
o meu desejo despertar
eu só quero te amar.
Preciso viajar na tua fantasia,
preciso ser tua mulher,
ser tua menina,
preciso da tua boca meu Lord na minha nuca,
da tua mão na minha pele,
preciso ser a tua louca,
dominar a minha loucura na tua boca,
ser saciada com teus beijos,
adormecer no teu peito,
ser o teu desejo.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
AMEI
Deitei na relva molhada,
senti o cheiro do mato,
contei as estrelas do céu,
dormi ao som dos passarinhos,
no teu peito fiz meu ninho,
depois da noite de amor,
nos teus braços adormeci.
Senti tuas mãos no meu corpo,
senti teus beijos em minha nuca,
fui amada neste cenário selvagem,
entre a paixão e a loucura,
puro instinto,
amor sem preconceito,
pura insensatez,
sem nenhuma lucidez,
te entreguei minha nudez.
Amei teu corpo,
amei teu cheiro misturado com o do mato,
fui menina,
fui mulher,
fui prazer,
fui o teu bem querer.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
senti o cheiro do mato,
contei as estrelas do céu,
dormi ao som dos passarinhos,
no teu peito fiz meu ninho,
depois da noite de amor,
nos teus braços adormeci.
Senti tuas mãos no meu corpo,
senti teus beijos em minha nuca,
fui amada neste cenário selvagem,
entre a paixão e a loucura,
puro instinto,
amor sem preconceito,
pura insensatez,
sem nenhuma lucidez,
te entreguei minha nudez.
Amei teu corpo,
amei teu cheiro misturado com o do mato,
fui menina,
fui mulher,
fui prazer,
fui o teu bem querer.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
ALÉM DO CORPO
Amo o que não toco,
mas sinto o que amo,
minha alma viaja para junto do meu amado,
sinto a tua respiração,
toda a tua emoção.
Sinto o teu riso e teu pranto,
sinto a tua dor,
a dor que não vejo,
mas as lágrimas dos olhos caem,
só em pensar que tu sofres meu amado.
Loucura que me seca a boca,
corpo contorcido de frio e medo,
calafrios de agonia,
arrepios de temor,
só em pensar no sofrimento do meu amor.
Sentimentos que ultrapassam o corpo,
vai além da pele,
não vejo,
não é concreto,
mas consome todo o meu ser.
Não toco no meu amor,
não acaricio a minha paixão,
não beijo a tua felicidade,
não corro do teu lado,
mas sinto tudo isto no momento que penso no meu amado.
Amar não é possuir,
mas é me permitir,
é deixar a minha alma escolher a sua outra metade,
é deixá-la beijá-lo primeiro.
Se entregar nas nuvens,
correr ao encontro do vento,
viver na alma este delírio,
para depois chegar ao corpo,
e amar-te como uma louca.
Amar é sorrir mesmo com dor,
é ser feliz no desamor,
é ter esperança que germinará a semente,
mesmo quando o coração parecer vazio,
é saber perdoar o imperdoável,
é voar sem asas,
é ver sendo cego,
porque o amor é visto com os olhos da alma.
Amar vai além do corpo,
muitas vezes,
além da vida,
porque o amor nasce e cresce na alma,
o corpo sente este amor,
porém é na alma que ele poderá ser eterno,
porque o corpo acaba,
mas a alma é eterna,
e eterno o amor que sinto por ti meu Lord.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados)
mas sinto o que amo,
minha alma viaja para junto do meu amado,
sinto a tua respiração,
toda a tua emoção.
Sinto o teu riso e teu pranto,
sinto a tua dor,
a dor que não vejo,
mas as lágrimas dos olhos caem,
só em pensar que tu sofres meu amado.
Loucura que me seca a boca,
corpo contorcido de frio e medo,
calafrios de agonia,
arrepios de temor,
só em pensar no sofrimento do meu amor.
Sentimentos que ultrapassam o corpo,
vai além da pele,
não vejo,
não é concreto,
mas consome todo o meu ser.
Não toco no meu amor,
não acaricio a minha paixão,
não beijo a tua felicidade,
não corro do teu lado,
mas sinto tudo isto no momento que penso no meu amado.
Amar não é possuir,
mas é me permitir,
é deixar a minha alma escolher a sua outra metade,
é deixá-la beijá-lo primeiro.
Se entregar nas nuvens,
correr ao encontro do vento,
viver na alma este delírio,
para depois chegar ao corpo,
e amar-te como uma louca.
Amar é sorrir mesmo com dor,
é ser feliz no desamor,
é ter esperança que germinará a semente,
mesmo quando o coração parecer vazio,
é saber perdoar o imperdoável,
é voar sem asas,
é ver sendo cego,
porque o amor é visto com os olhos da alma.
Amar vai além do corpo,
muitas vezes,
além da vida,
porque o amor nasce e cresce na alma,
o corpo sente este amor,
porém é na alma que ele poderá ser eterno,
porque o corpo acaba,
mas a alma é eterna,
e eterno o amor que sinto por ti meu Lord.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados)
ELE.
Ele é o amor que aconteceu de repente.
Ele é o amor que nunca parou de crescer.
Ele é o meu amanhecer.
Ele é tudo que um dia esperei.
Ele é a força que eu sempre busquei.
Ele é o peito onde quero encostar.
Ele é o carinho que quero sentir.
Ele é o meu maior amor.
Ele é a estrada que quero percorrer.
Ele é o beijo que quero provar.
Ele é o tormento das minhas noites.
Ele é a minha maior perdição.
Ele não sei se é apenas um amor de verão.
Ele é o brilho dos meus olhos.
Ele é o bater mais forte do meu coração.
Ele é as lágrimas da minha alma.
Ele é o sorriso dos meus lábios.
Ele é o homem com quem quero viver.
Ele é a minha tristeza e a felicidade.
Ele é o meu amigo e amante.
Ele é a minha paixão.
Ele é a minha emoção.
Ele é o homem que quero cuidar.
Ele é o homem pra quem vou me entregar.
Ele é o meu arrependimento.
Ele é a minha loucura.
Ele é a minha alma gêmea.
Ele é a minha carícia.
Ele é o desejo mais esperado.
Ele é o caminho que sonhei.
Ele é o homem de quem serei.
Ele é o homem da minha vida.
Ele é o homem para quem sempre viverei.
Ele é o homem que eternamente amarei.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
Ele é o amor que nunca parou de crescer.
Ele é o meu amanhecer.
Ele é tudo que um dia esperei.
Ele é a força que eu sempre busquei.
Ele é o peito onde quero encostar.
Ele é o carinho que quero sentir.
Ele é o meu maior amor.
Ele é a estrada que quero percorrer.
Ele é o beijo que quero provar.
Ele é o tormento das minhas noites.
Ele é a minha maior perdição.
Ele não sei se é apenas um amor de verão.
Ele é o brilho dos meus olhos.
Ele é o bater mais forte do meu coração.
Ele é as lágrimas da minha alma.
Ele é o sorriso dos meus lábios.
Ele é o homem com quem quero viver.
Ele é a minha tristeza e a felicidade.
Ele é o meu amigo e amante.
Ele é a minha paixão.
Ele é a minha emoção.
Ele é o homem que quero cuidar.
Ele é o homem pra quem vou me entregar.
Ele é o meu arrependimento.
Ele é a minha loucura.
Ele é a minha alma gêmea.
Ele é a minha carícia.
Ele é o desejo mais esperado.
Ele é o caminho que sonhei.
Ele é o homem de quem serei.
Ele é o homem da minha vida.
Ele é o homem para quem sempre viverei.
Ele é o homem que eternamente amarei.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
ANTAGÔNICOS
Quando olhamos para o horizonte,
percebemos que algo distante e ameaçador parece se aproximar,
quanto mais caminhamos,
mais perto estamos de descobrir que não existe ameaça,
apenas reflexo do nosso medo interno.
Quando admiramos o universo,
tememos que nos devore,
que de uma hora para outra nos consuma,
quanto mais contemplamos,
descobrimos que temos medo do universo que criamos em nós.
Quando contemplamos o nosso próximo,
tememos que ele nos ataque,
que nos domine,
que nos consuma,
porque na verdade queremos dominá-lo e consumi-lo,
porque somos lobos e não cordeiros.
Não temos medo do externo porque é mais fácil de descrever,
porque é mais fácil de não se envolvermos,
porque é mais fácil de não nos condenarmos,
porque muitas vezes enxergamos do lado de fora,
o reflexo do que somos por dentro.
Não somos ovelhas,
não somos santas,
não somos monstros,
não somos ladrões,
apenas somos antagônicos,
vivendo e lutando entre o bem e o mal,
tentando salvar nossas almas de seus conflitos internos,
neste universo que se chama vida
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
percebemos que algo distante e ameaçador parece se aproximar,
quanto mais caminhamos,
mais perto estamos de descobrir que não existe ameaça,
apenas reflexo do nosso medo interno.
Quando admiramos o universo,
tememos que nos devore,
que de uma hora para outra nos consuma,
quanto mais contemplamos,
descobrimos que temos medo do universo que criamos em nós.
Quando contemplamos o nosso próximo,
tememos que ele nos ataque,
que nos domine,
que nos consuma,
porque na verdade queremos dominá-lo e consumi-lo,
porque somos lobos e não cordeiros.
Não temos medo do externo porque é mais fácil de descrever,
porque é mais fácil de não se envolvermos,
porque é mais fácil de não nos condenarmos,
porque muitas vezes enxergamos do lado de fora,
o reflexo do que somos por dentro.
Não somos ovelhas,
não somos santas,
não somos monstros,
não somos ladrões,
apenas somos antagônicos,
vivendo e lutando entre o bem e o mal,
tentando salvar nossas almas de seus conflitos internos,
neste universo que se chama vida
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
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