Na primavera da vida,
cada ano é diferente do outro,
um é mais florido,
em outros o frio se prolonga,
mas é nesta época que a saudade aumenta,
quem sabe pelo prelúdio do verão,
ou o amor vivido no inverno.
Mas é certo,
a saudade aumenta na primavera,
junto com as sementes plantadas,
algumas colhidas bem lá na frente,
outras secaram,
mas algumas germinaram,
criaram raízes profundas,
jamais esquecidas.
Reencontros marcados,
alguns remotos,
outros de longas datas,
mas todos muito esperados,
porque foram pessoas reais,
algumas com sorrisos marcantes,
outros o silêncio era a marca,
meninas muito bonitas,
rapazes alegres e fortões,
para alguns o deboche era essencial,
mas em comum,
todos queriam o direito.
Cada um seguiu o seu rumo,
aos poucos se encontrando,
por este mundo a fora,
foram as sementes que germinaram,
no coração criaram raízes,
que jamais foram esquecidas,
apenas adormecidas,
as meninas transformaram-se em mulheres,
os meninos em homens feitos,
valeu pelo reencontro com vocês,
que guardo com muito carinho no meu peito,
o rosto de todos os meus amigos da Direito.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
domingo, 29 de abril de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
ORGULHO.
Acordei sentindo um gosto de fel,
misturado com cheiro de bebida barata,
o lençol todo molhado,
os meus olhos inchados,
ainda sentia a dor no meu corpo,
me debati a noite inteira,
entre muros e lágrimas,
tentei quebrar o quarto inteiro,
pensando que só assim conseguiria
tirar você de dentro de mim.
Inútil todo este desespero,
você fez a mala e partiu, não adiantou gritar,
meu coração implorar,
meus gritos não te assustaram,
não consegui com minhas chantagens,
o teu perdão conquistar,
o meu erro te cortou em pedaços, trai tua confiança,
não sou mais digno dos teus sentimentos,
só me restou lamentar,
o desamor entrou pela mesma porta que o meu amor partiu.
Rastro de sangue causei em ti,
quando o teu coração eu fiz sangrar,
tua alma eu dilacerei com mentiras,
dos teus olhos sempre fugi, não quis o mundo junto contigo,
meu amor dividi com outras, para ti não guardei nada,
apenas cobrei o que achava que eu tinha direito,
mas em troca nada lhe ofereci, a não ser traições e ilusões,
hoje estou colhendo desprezo,
de quem desprezei o amor, plantei indiferença,
estou colhendo desamor.
Não sei se pela vida
outro amor como ti encontrarei, mas tenho certeza,
o mesmo erro não cometerei,
errei por me achar melhor que ti,
deixei o orgulho gritar em mim,
não respeitei o teu amor, não senti a tua dor,
não enxerguei que tinhas veias e sangue,
que eras tão humana quanto eu,
deixei meu ego de homem falar mais alto,
hoje sou eu quem está por baixo, meu amor.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados)
misturado com cheiro de bebida barata,
o lençol todo molhado,
os meus olhos inchados,
ainda sentia a dor no meu corpo,
me debati a noite inteira,
entre muros e lágrimas,
tentei quebrar o quarto inteiro,
pensando que só assim conseguiria
tirar você de dentro de mim.
Inútil todo este desespero,
você fez a mala e partiu, não adiantou gritar,
meu coração implorar,
meus gritos não te assustaram,
não consegui com minhas chantagens,
o teu perdão conquistar,
o meu erro te cortou em pedaços, trai tua confiança,
não sou mais digno dos teus sentimentos,
só me restou lamentar,
o desamor entrou pela mesma porta que o meu amor partiu.
Rastro de sangue causei em ti,
quando o teu coração eu fiz sangrar,
tua alma eu dilacerei com mentiras,
dos teus olhos sempre fugi, não quis o mundo junto contigo,
meu amor dividi com outras, para ti não guardei nada,
apenas cobrei o que achava que eu tinha direito,
mas em troca nada lhe ofereci, a não ser traições e ilusões,
hoje estou colhendo desprezo,
de quem desprezei o amor, plantei indiferença,
estou colhendo desamor.
Não sei se pela vida
outro amor como ti encontrarei, mas tenho certeza,
o mesmo erro não cometerei,
errei por me achar melhor que ti,
deixei o orgulho gritar em mim,
não respeitei o teu amor, não senti a tua dor,
não enxerguei que tinhas veias e sangue,
que eras tão humana quanto eu,
deixei meu ego de homem falar mais alto,
hoje sou eu quem está por baixo, meu amor.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados)
sexta-feira, 27 de abril de 2012
AMOR.
A chuva fina do outono caia lá fora,
um prelúdio de frio senti em minha nuca,
a nostalgia tomava conta deste lindo lugar,
as flores exalavam um perfume diferente,
era a tua ausência chegando ao fim,
tua voz eu ouvia suavemente chegar,
finalmente nos meus lábios sentirei os teus beijos,
a tortura da tua falta chegará ao término,
tanto tempo esperei por este momento,
desfrutá-lo lentamente é o meu desejo,
como um vinho de uma safra rara,
irei degustá-lo, será apenas tu e eu
sentirei cada carícia que no meu corpo fizer,
serei levada pela mais pura emoção,
serei alma e coração, totalmente nua em tuas mãos
do lado de fora do quarto deixarei a razão,
não pensarei em nada, raciocínio para que,
eu só quero ser o teu bem querer.
A espera do meu verdadeiro amor foi árdua,
nunca soube o momento que iria acontecer,
onde e quando seria aprisionada,
eu era um vulcão adormecido,
de uma hora para outra entrei em erupção,
minhas lavas correram montanha abaixo,
assim fiquei quando o amor chegou,
não sabia como reagir diante deste sentimento,
que dominou todo o meu ser,
um fogo que ardia sem queimar,
uma dor que tirou o meu fôlego,
no meu pensamento só existia uma pergunta,
como viver este amor tu e eu sem limite
arde o desejo de entregar ao meu amor
meu corpo e alma em uma noite de loucura
mas dias e noites me tortura com a tua ausência
sorrir e chorar ao mesmo tempo, quero voltar a ser criança,
encantada e com medo de estar enamorada.
Deste sentimento tentei fugir,
o medo e descontrole foi fatal,
nunca consegui controlar este amor,
dominou o meu ser,
tamanha foi a força deste amor,
que durante tanto tempo tentei relutar,
fugi do teu olhar, inútil foi esta fuga,
de repente me vi aprisionada,
agora com uma única certeza,
este amor generalizou,
ocupou todo o meu corpo e alma,
não tenho mais saída
a minha alma acorrentou-se na tua,
o meu coração tatuou o teu nome,
a minha pele não aceita outro perfume,
a tua essência e o teu cheiro penetrou na minha pele,
já não sou mais eu,
mas sim tu e eu.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
um prelúdio de frio senti em minha nuca,
a nostalgia tomava conta deste lindo lugar,
as flores exalavam um perfume diferente,
era a tua ausência chegando ao fim,
tua voz eu ouvia suavemente chegar,
finalmente nos meus lábios sentirei os teus beijos,
a tortura da tua falta chegará ao término,
tanto tempo esperei por este momento,
desfrutá-lo lentamente é o meu desejo,
como um vinho de uma safra rara,
irei degustá-lo, será apenas tu e eu
sentirei cada carícia que no meu corpo fizer,
serei levada pela mais pura emoção,
serei alma e coração, totalmente nua em tuas mãos
do lado de fora do quarto deixarei a razão,
não pensarei em nada, raciocínio para que,
eu só quero ser o teu bem querer.
A espera do meu verdadeiro amor foi árdua,
nunca soube o momento que iria acontecer,
onde e quando seria aprisionada,
eu era um vulcão adormecido,
de uma hora para outra entrei em erupção,
minhas lavas correram montanha abaixo,
assim fiquei quando o amor chegou,
não sabia como reagir diante deste sentimento,
que dominou todo o meu ser,
um fogo que ardia sem queimar,
uma dor que tirou o meu fôlego,
no meu pensamento só existia uma pergunta,
como viver este amor tu e eu sem limite
arde o desejo de entregar ao meu amor
meu corpo e alma em uma noite de loucura
mas dias e noites me tortura com a tua ausência
sorrir e chorar ao mesmo tempo, quero voltar a ser criança,
encantada e com medo de estar enamorada.
Deste sentimento tentei fugir,
o medo e descontrole foi fatal,
nunca consegui controlar este amor,
dominou o meu ser,
tamanha foi a força deste amor,
que durante tanto tempo tentei relutar,
fugi do teu olhar, inútil foi esta fuga,
de repente me vi aprisionada,
agora com uma única certeza,
este amor generalizou,
ocupou todo o meu corpo e alma,
não tenho mais saída
a minha alma acorrentou-se na tua,
o meu coração tatuou o teu nome,
a minha pele não aceita outro perfume,
a tua essência e o teu cheiro penetrou na minha pele,
já não sou mais eu,
mas sim tu e eu.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quarta-feira, 25 de abril de 2012
PERDÃO.
Rasguei o véu do ódio,
desfiz de toda amargura,
perdi o medo de dizer o que sinto,
soltei a dor do meu coração,
me livrei desta tristeza,
estou livre desta desilusão,
de que só serei feliz
se houver a revanche da dor, pura ilusão,
a dor não se cura com desamor,
mas alivia com o perdão
desfiz de toda amargura,
perdi o medo de dizer o que sinto,
soltei a dor do meu coração,
me livrei desta tristeza,
estou livre desta desilusão,
de que só serei feliz
se houver a revanche da dor, pura ilusão,
a dor não se cura com desamor,
mas alivia com o perdão
eu tive a minha cura em forma de canção
meu coração está leve, hoje eu sou apenas emoção.
Já não sou como outrora, já não me iludo,
mas também não guardo rancor,
não quero um mundo colorido,
já não tenho força para pensar assim,
mas quero um mundo pelo menos cinza,
porque das cinzas eu me refaço,
me junto aos pedaços, não com dor,
mas com gratidão, consegui dá o meu perdão
Já não sou como outrora, já não me iludo,
mas também não guardo rancor,
não quero um mundo colorido,
já não tenho força para pensar assim,
mas quero um mundo pelo menos cinza,
porque das cinzas eu me refaço,
me junto aos pedaços, não com dor,
mas com gratidão, consegui dá o meu perdão
tudo bem que prefiro que se afastem de mim
perdoar não quer dizer que eu precise conviver
quero apenas continuar com a minha poesia
que nasce da canção do menino que me curou.
Como posso não perdoar,
se erros pela vida cometi,
não posso cobrar o que não sou,
nem posso dar o que não tenho,
se preciso de perdão para viver,
o mesmo devo fazer,
se quero que esqueçam os meus erros,
os erros de outrem esquecerei,
quero dormir em paz,
nos braços do meu Deus
Como posso não perdoar,
se erros pela vida cometi,
não posso cobrar o que não sou,
nem posso dar o que não tenho,
se preciso de perdão para viver,
o mesmo devo fazer,
se quero que esqueçam os meus erros,
os erros de outrem esquecerei,
quero dormir em paz,
nos braços do meu Deus
que no momento da minha agonia
me curou com a voz que ele abençoou.
Amanhã o dia pode amanhecer ensolarado,
a tempestade de hoje irá passar,
um belo arco-íris no céu estará,
os meus desejos no pote de ouro irei encontrar,
não peço nada mais do que necessito para ser feliz,
do perdão de quem magoei, o amor do homem que amarei,
uma casinha com flores, uma taça de vinho,
uma noite de amor nos braços de um lindo amor
Amanhã o dia pode amanhecer ensolarado,
a tempestade de hoje irá passar,
um belo arco-íris no céu estará,
os meus desejos no pote de ouro irei encontrar,
não peço nada mais do que necessito para ser feliz,
do perdão de quem magoei, o amor do homem que amarei,
uma casinha com flores, uma taça de vinho,
uma noite de amor nos braços de um lindo amor
viver sem que o passado me assuste
mas só peço ao meu Deus que eles me esqueçam
eu já os perdoei pelos seus erros
agora eu mereço a paz e o amor encontrar em algum lugar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
domingo, 22 de abril de 2012
ABISMO.
No abismo desta vida,
por um triz não morri,
não adiantou fugir,
o meu erro cometi.
Ah, sim!
Eu errei quando não consegui fugir,
tempo hábil eu tive,
mas não acreditei na maldade alheia.
Errei quando voltei,
mas meu coração não queria acreditar em traição,
em vão pela vida caminhei,
o amor gritou eu regressei.
Meu erro foi não lutar,
tive medo de ser rejeitada,
mas de nada adiantou,
o amor aumentou.
Hoje à beira do abismo novamente estou,
lutando com unhas e dentes por este amor,
sabendo que feridas farei,
mas deste amor não mais fugirei.
Do amor não se pode fugir,
dos olhos do amado se esconder,
na alma ele habita,
apenas hiberna por algum tempo.
Acorda de repente,
como a fúria de um vulcão em erupção,
as lavas são jogadas para fora,
o amor é escancarado de novo pelo coração.
Tentar escapar deste amor,
sem novas marcas não dá,
a loucura é evidente,
o sofrimento é apenas consequência.
Mas o meu amor é maior,
maior que a minha culpa,
por ele luto contra o mundo,
a espera do teu beijo no crepúsculo.
Meu amor por ti meu amado
é maior que a minha consciência,
serei capaz de enterrar os meus valores,
para ser amada nos teus braços.
Este amor é o meu abismo,
ou quem sabe a minha salvação,
pode ser tudo ou nada,
só sei que desejo por ti ser amada.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
por um triz não morri,
não adiantou fugir,
o meu erro cometi.
Ah, sim!
Eu errei quando não consegui fugir,
tempo hábil eu tive,
mas não acreditei na maldade alheia.
Errei quando voltei,
mas meu coração não queria acreditar em traição,
em vão pela vida caminhei,
o amor gritou eu regressei.
Meu erro foi não lutar,
tive medo de ser rejeitada,
mas de nada adiantou,
o amor aumentou.
Hoje à beira do abismo novamente estou,
lutando com unhas e dentes por este amor,
sabendo que feridas farei,
mas deste amor não mais fugirei.
Do amor não se pode fugir,
dos olhos do amado se esconder,
na alma ele habita,
apenas hiberna por algum tempo.
Acorda de repente,
como a fúria de um vulcão em erupção,
as lavas são jogadas para fora,
o amor é escancarado de novo pelo coração.
Tentar escapar deste amor,
sem novas marcas não dá,
a loucura é evidente,
o sofrimento é apenas consequência.
Mas o meu amor é maior,
maior que a minha culpa,
por ele luto contra o mundo,
a espera do teu beijo no crepúsculo.
Meu amor por ti meu amado
é maior que a minha consciência,
serei capaz de enterrar os meus valores,
para ser amada nos teus braços.
Este amor é o meu abismo,
ou quem sabe a minha salvação,
pode ser tudo ou nada,
só sei que desejo por ti ser amada.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sábado, 21 de abril de 2012
RUAS.
Pedaço de chão,
terra que me leva para o meu destino,
onde pessoas se atropelam
na correria do dia a dia.
Paraíso a céu aberto,
despercebido por todos,
a pressa não deixa perceber,
os seus belos traços de moça.
Vocês podem serem retas,
cheia de curvas,
um pouco estreitas,
mas é um delírio caminhar em vocês.
Algumas são frias,
o asfalto não deixa perceber beleza que existem em vocês,
outras uma floresta em plena cidade,
alamedas da felicidade.
Amo as minhas ruas,
caminho que me leva ao encontro do meu amor,
não canso de contempla-las,
sem você não chegaria ao meu destino.
Ruas das lindas histórias,
com nomes de patriotas,
tão lindas e generosas,
abraça a todos sem preconceito.
A rua da minha vida,
cruzou com a rua do destino,
foi caminhando em uma rua,
que avistei o meu amor.
Ah, naquela rua que você entrou
ao sair do estacionamento,
eu já de longe avistei
o Lord da minha vida.
Ah, meu eterno amado,
quantas vezes de longe fiquei naquela rua,
de longe a contemplar,
o seu lindo andar.
Hoje ao passar naquela rua,
a saudade dói no peito,
foi ali que muitas vezes fiquei,
admirando o meu bem.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
terra que me leva para o meu destino,
onde pessoas se atropelam
na correria do dia a dia.
Paraíso a céu aberto,
despercebido por todos,
a pressa não deixa perceber,
os seus belos traços de moça.
Vocês podem serem retas,
cheia de curvas,
um pouco estreitas,
mas é um delírio caminhar em vocês.
Algumas são frias,
o asfalto não deixa perceber beleza que existem em vocês,
outras uma floresta em plena cidade,
alamedas da felicidade.
Amo as minhas ruas,
caminho que me leva ao encontro do meu amor,
não canso de contempla-las,
sem você não chegaria ao meu destino.
Ruas das lindas histórias,
com nomes de patriotas,
tão lindas e generosas,
abraça a todos sem preconceito.
A rua da minha vida,
cruzou com a rua do destino,
foi caminhando em uma rua,
que avistei o meu amor.
Ah, naquela rua que você entrou
ao sair do estacionamento,
eu já de longe avistei
o Lord da minha vida.
Ah, meu eterno amado,
quantas vezes de longe fiquei naquela rua,
de longe a contemplar,
o seu lindo andar.
Hoje ao passar naquela rua,
a saudade dói no peito,
foi ali que muitas vezes fiquei,
admirando o meu bem.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sexta-feira, 20 de abril de 2012
AMIGOS.
Eu queria ter uma cachoeira,
onde as águas fossem cristalinas,
tão pura quanto a imagem que tenho de ti,
meu amado amigo.
Amaria que estas águas tão límpidas,
possuísse o poder de cura,
libertaria a tua alma e teu corpo,
desta clausura.
Neste cenário mágico,
onde a sua vegetação seria tão colorida,
após uma tempestade, faria uma aquarela com o arco-íris,
os pássaros cantariam o hino do amigo.
As mais belas e perfumadas flores
reunidas estariam neste paraíso,
onde construiria uma linda pousada,
para lá levaria todos os meus amigos.
Seria eternamente feliz,
viveria entre os sons que alegram o meu coração,
principalmente,
um coro formado por amigos irmãos.
Desta vida não levamos nada,
só aquilo que o coração guarda a sete chaves,
os amores e os amigos,
o resto e traste que só serve para guardar em um baú.
Amei muito pouco,
poucos conseguiram chegar na minha alma,
mas tu meu amigo,
roubaste o meu coração desde a primeira vez que te vi.
Há amigos irmãos,
há amigos da solidão,
amigos da razão,
você é o meu amigo do coração.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quinta-feira, 19 de abril de 2012
ILUSÃO.
Busquei na vida a minha felicidade,
o desejo de realizar a minha fantasia,
me vestir de menina no corpo de mulher,
beber o vinho no prazer da tua companhia.
Mas a vida não quis assim,
o destino traçou outros caminhos,
os nossos jardins não se uniram,
não edificamos o nosso ninho porque você partiu.
Atravessei céus e mares,
na procura dos teus olhos esquecer,
busquei em outro olhar o teu apagar,
o desejo de realizar a minha fantasia,
me vestir de menina no corpo de mulher,
beber o vinho no prazer da tua companhia.
Mas a vida não quis assim,
o destino traçou outros caminhos,
os nossos jardins não se uniram,
não edificamos o nosso ninho porque você partiu.
Atravessei céus e mares,
na procura dos teus olhos esquecer,
busquei em outro olhar o teu apagar,
hoje espero tu novamente regressar.
Inútil foi esta luta,
tu estavas tão presente,
na minha alma estava cravado,
o amor que jamais será curado.
Na minha ânsia de te esquecer,
eu esqueci de viver,
vivi na mais pura ilusão,
de te arrancar do meu coração.
Hoje cansei de lutar,
com o meu corpo e alma,
apenas espero um dia, nem que seja uma vez
o meu amor te entregar novamente.
Nesta espera criei um jardim de poesias,
plantei a mais bela rosa,
um canteiro de amor,
nele coloquei o teu nome, minha flor.
O meu amor não é uma ilusão,
mas uma louca inspiração,
nele eu encontro a razão,
que faz bater este pobre coração.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
Inútil foi esta luta,
tu estavas tão presente,
na minha alma estava cravado,
o amor que jamais será curado.
Na minha ânsia de te esquecer,
eu esqueci de viver,
vivi na mais pura ilusão,
de te arrancar do meu coração.
Hoje cansei de lutar,
com o meu corpo e alma,
apenas espero um dia, nem que seja uma vez
o meu amor te entregar novamente.
Nesta espera criei um jardim de poesias,
plantei a mais bela rosa,
um canteiro de amor,
nele coloquei o teu nome, minha flor.
O meu amor não é uma ilusão,
mas uma louca inspiração,
nele eu encontro a razão,
que faz bater este pobre coração.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
segunda-feira, 16 de abril de 2012
MALANDRAGEM.
Malandro que é malandro
usa terno e chapéu branco,
um molejo todo gostoso,
para ser o eterno malandro,
tem que ter uma ginga gostosa,
um papinho maneiro,
uma gingada e uma roda de samba,
mulata em volta,
vamos que vamos,
a noite é uma criança,
é a boemia uma donzela,
salve a favela.
Mas na vida há malandragem profissional,
não vem de chapéu,
isto é da antiga,
agora vem de colarinho branco e com cueca,
de meias e maletas,
coisa de profissional,
só se descobre com grampo,
a malandragem do malandro atual,
ela é fenomenal.
Cabelinho bem cortado e gravata italiana,
de paletó de marca e carro importado,
dando uma de doutor,
é de uma honestidade ao extremo,
fala mansinho e gostoso,
pois é seu Zé,
pronto montado está o corrupto malandro,
amigo do povo,
mas só nas eleições,
toma caldo de cana e come um pastel,
depois da campanha,
ele monta um cartel,
a equipe está montada,
ele corre para os abraços,
chamando a moçada,
a propina dá para todos.
Pois é meu amigo,
malandro de colarinho branco,
o molejo e a propina vinda em uma maleta,
acompanhado por uma bela e gorda gorjeta,
sabe como é,
só o combinado não dá,
a propina tem que ser de gente fina,
com complemento um Jet-Ski,
pode ser um Honda ou Mercedes,
um cargo no alto escalão,
com direito a toda mordomia,
tudo pago pelo contribuinte,
mas nos limites legais,
tudo com licitação,
coisa de irmão.
Enquanto todos lutam por uma boa educação,
a maioria faz curso para driblar a fiscalização,
sabe como é meu irmão,
na terra de grandão,
não cabe João bobão,
ou você entra no sistema,
ou vira refeição.
Mas é de salientar,
que tem muito político bom,
olha só o Romário,
carioca da gema,
da terra da boa malandragem do samba,
fez bonito no futebol,
hoje é nota dez na Câmara.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados)
usa terno e chapéu branco,
um molejo todo gostoso,
para ser o eterno malandro,
tem que ter uma ginga gostosa,
um papinho maneiro,
uma gingada e uma roda de samba,
mulata em volta,
vamos que vamos,
a noite é uma criança,
é a boemia uma donzela,
salve a favela.
Mas na vida há malandragem profissional,
não vem de chapéu,
isto é da antiga,
agora vem de colarinho branco e com cueca,
de meias e maletas,
coisa de profissional,
só se descobre com grampo,
a malandragem do malandro atual,
ela é fenomenal.
Cabelinho bem cortado e gravata italiana,
de paletó de marca e carro importado,
dando uma de doutor,
é de uma honestidade ao extremo,
fala mansinho e gostoso,
pois é seu Zé,
pronto montado está o corrupto malandro,
amigo do povo,
mas só nas eleições,
toma caldo de cana e come um pastel,
depois da campanha,
ele monta um cartel,
a equipe está montada,
ele corre para os abraços,
chamando a moçada,
a propina dá para todos.
Pois é meu amigo,
malandro de colarinho branco,
o molejo e a propina vinda em uma maleta,
acompanhado por uma bela e gorda gorjeta,
sabe como é,
só o combinado não dá,
a propina tem que ser de gente fina,
com complemento um Jet-Ski,
pode ser um Honda ou Mercedes,
um cargo no alto escalão,
com direito a toda mordomia,
tudo pago pelo contribuinte,
mas nos limites legais,
tudo com licitação,
coisa de irmão.
Enquanto todos lutam por uma boa educação,
a maioria faz curso para driblar a fiscalização,
sabe como é meu irmão,
na terra de grandão,
não cabe João bobão,
ou você entra no sistema,
ou vira refeição.
Mas é de salientar,
que tem muito político bom,
olha só o Romário,
carioca da gema,
da terra da boa malandragem do samba,
fez bonito no futebol,
hoje é nota dez na Câmara.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados)
ME LEVA.
Segura a minha mão e
me leva para conhecer o teu paraíso,
os caminhos do menino,
o desejo do homem,
a loucura de andar nas nuvens,
neste fogo que me consome.
Me leva para as chamas da paixão,
onde as geleiras não apagam o ardor desta loucura,
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
me leva para conhecer o teu paraíso,
os caminhos do menino,
o desejo do homem,
a loucura de andar nas nuvens,
neste fogo que me consome.
Me leva para as chamas da paixão,
onde as geleiras não apagam o ardor desta loucura,
onde as labaredas queimam o meu corpo e alma,
algemada estou no fogo desta paixão,
gritos de desejos e ternura da minha alma escapam,
é a mais bela e pura emoção.
Me traga a paz do meu espírito atordoado pela tua ausência,
acorrentado nesta demência, precisando de uma noite de insensatez,
me embriagando com a tua nudez, neste mundo de prazeres e delírios,
por favor meu amor, me tire deste martírio,
algemada estou no fogo desta paixão,
gritos de desejos e ternura da minha alma escapam,
é a mais bela e pura emoção.
Me traga a paz do meu espírito atordoado pela tua ausência,
acorrentado nesta demência, precisando de uma noite de insensatez,
me embriagando com a tua nudez, neste mundo de prazeres e delírios,
por favor meu amor, me tire deste martírio,
com uma noite de prazer, não te negarei nada,
serei tua com prazer, meu lindo Lord
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
domingo, 15 de abril de 2012
MENINA.
Naquele cenário tão ingênuo,
vi a linda menina correndo,
eufórica e sorridente,
queria agarrar o mundo com unhas e dentes,
a pressa era imensa,
corria contra o tempo,
não queria chegar tarde nos eventos,
precisava estar presente,
queria ser forte e voar com uma águia,
não tinha medo dos percalços,
era ainda uma doce menina,
com sonhos e sem maldades,
estava ainda na flor da idade.
Pela vida me deparei
várias vezes com esta linda menina,
em alguns momentos ainda corria,
em outros ia mais devagar,
mas nunca perdeu os sonhos,
por mais que a vida peças lhe pregasse,
o sorriso não desmanchava,
acreditou que construiu um lindo jardim,
edificou um grande muro ao seu redor,
mas não trancou o portão,
sempre acreditou no perdão
vi a linda menina correndo,
eufórica e sorridente,
queria agarrar o mundo com unhas e dentes,
a pressa era imensa,
corria contra o tempo,
não queria chegar tarde nos eventos,
precisava estar presente,
queria ser forte e voar com uma águia,
não tinha medo dos percalços,
era ainda uma doce menina,
com sonhos e sem maldades,
estava ainda na flor da idade.
Pela vida me deparei
várias vezes com esta linda menina,
em alguns momentos ainda corria,
em outros ia mais devagar,
mas nunca perdeu os sonhos,
por mais que a vida peças lhe pregasse,
o sorriso não desmanchava,
acreditou que construiu um lindo jardim,
edificou um grande muro ao seu redor,
mas não trancou o portão,
sempre acreditou no perdão
hoje sou a poetisa que nasceu de uma canção.
Algumas vezes me calei e deixei a menina falar,
ela convence melhor as pessoas com o seu jeitinho de amar,
depois a preservo em um lugar seguro,
tenho medo que destruam esta menina,
então a guardo a sete chaves,
poucas pessoas ainda sabem que ela existe, mas é impossível mata-la,
ela é a minha esperança no meu despertar em dia chuvoso,
Algumas vezes me calei e deixei a menina falar,
ela convence melhor as pessoas com o seu jeitinho de amar,
depois a preservo em um lugar seguro,
tenho medo que destruam esta menina,
então a guardo a sete chaves,
poucas pessoas ainda sabem que ela existe, mas é impossível mata-la,
ela é a minha esperança no meu despertar em dia chuvoso,
ela é a ponte que uso quando atravesso um abismo,
ela foi a menina que correu na minha frente,
para impedir que eu deixasse de ser criança,
avisando que a correnteza era dolorosa, tenha fé, você consegue,
por mais que a dor seja grande, a fantasia e o amor são maiores.
ela foi a menina que correu na minha frente,
para impedir que eu deixasse de ser criança,
avisando que a correnteza era dolorosa, tenha fé, você consegue,
por mais que a dor seja grande, a fantasia e o amor são maiores.
Eu te agradeço meu lindo anjo de olhar de esmeralda
porque tu salvaste esta menina de um precipício
em uma linda noite chuvosa com a tua canção
a despertou de um pesadelo que consumia a sua alma
ela não teve medo de assumir as suas fraquezas
sabia que estava doente e precisava se curar
só não imaginou que seria tuas canções
o doce remédio da cura da sua depressão
hoje eu sou pura poesia e delírios
foi entre versos e rimas que a minha alma se curou
e despertou novamente para o amor e carinho
te amo por ser este anjo que curou a minha alma com sua doce canção.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sexta-feira, 13 de abril de 2012
TEU BEIJO.
Alimento que anseia a minha alma,
néctar dos deuses,
desejo que implora os meus lábios,
para acalmar meu pobre coração,
deste amor que sinto por ti,
minha louca paixão.
Teu beijo é o que minha boca pede,
antes do meu corpo te entregar,
em uma linda noite de amor,
envolvida nas carícias das tuas mãos,
na loucura da tua boca, nos teus beijos molhados,
no teu corpo suado, o meu desejo te entregar.
Hoje acordei pensando na tua boca,
na entrega do meu sonho,
nas carícias fortes das tuas mãos,
apertando o meu corpo junto ao teu, nossas respirações ofegantes,
minha boca na tua, sentindo teu cheiro, teu gosto de homem,
néctar dos deuses,
desejo que implora os meus lábios,
para acalmar meu pobre coração,
deste amor que sinto por ti,
minha louca paixão.
Teu beijo é o que minha boca pede,
antes do meu corpo te entregar,
em uma linda noite de amor,
envolvida nas carícias das tuas mãos,
na loucura da tua boca, nos teus beijos molhados,
no teu corpo suado, o meu desejo te entregar.
Hoje acordei pensando na tua boca,
na entrega do meu sonho,
nas carícias fortes das tuas mãos,
apertando o meu corpo junto ao teu, nossas respirações ofegantes,
minha boca na tua, sentindo teu cheiro, teu gosto de homem,
sentindo o teu beijo, meu lindo Lord.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quinta-feira, 12 de abril de 2012
SEXTA-FEIRA TREZE.
Véspera de sábado,
dia macabro,
em toda a encruzilhada pode ter um despacho,
melhor se precaver,
na encruzilhada nem vá passar,
se morar em uma rua cruzada,
durma na casa da tia ou da cunhada,
melhor não provocar a ira da sexta-feira.
Mas uma receitinha irei passar,
para a sexta-feira treze não te pegar,
se pulou a ondinha no final do ano,
protegido já está,
faz uma reza brava,
coloca um pé de coelho na bolsa,
um crucifixo na carteira,
não passe debaixo de escada,
por favor não atravesse na frente do gato preto,
tome um banho com água benta,
passe o óleo santo na cabeça,
assista a missa das seis da manhã,
já ia me esquecendo,
levante com o pé direito,
não vá ao cemitério,
se porventura morrer neste dia,
peça para ser cremado no dia seguinte,
dizem que quem é cremado neste dia,
vai direto para o purgatório,
melhor não facilitar, não é?
Agora se você não acredita nestas crenças,
aproveite da melhor maneira,
faz uma festa das bruxas,
convida a turma toda,
enfeita a casa com abobora e caveira,
vamos largar destas bobeiras,
não tenha medo,
leva o seu gatinho preto para passear,
ele vai se amarrar.
Uma Feliz Sexta-Feira Treze meus amigos,
já ia me esquecendo,
no caso de vampiro é alho e estaca,
agora no caso de lobisomem compre um barbeador,
ele vai te agradecer se estiver calor.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
dia macabro,
em toda a encruzilhada pode ter um despacho,
melhor se precaver,
na encruzilhada nem vá passar,
se morar em uma rua cruzada,
durma na casa da tia ou da cunhada,
melhor não provocar a ira da sexta-feira.
Mas uma receitinha irei passar,
para a sexta-feira treze não te pegar,
se pulou a ondinha no final do ano,
protegido já está,
faz uma reza brava,
coloca um pé de coelho na bolsa,
um crucifixo na carteira,
não passe debaixo de escada,
por favor não atravesse na frente do gato preto,
tome um banho com água benta,
passe o óleo santo na cabeça,
assista a missa das seis da manhã,
já ia me esquecendo,
levante com o pé direito,
não vá ao cemitério,
se porventura morrer neste dia,
peça para ser cremado no dia seguinte,
dizem que quem é cremado neste dia,
vai direto para o purgatório,
melhor não facilitar, não é?
Agora se você não acredita nestas crenças,
aproveite da melhor maneira,
faz uma festa das bruxas,
convida a turma toda,
enfeita a casa com abobora e caveira,
vamos largar destas bobeiras,
não tenha medo,
leva o seu gatinho preto para passear,
ele vai se amarrar.
Uma Feliz Sexta-Feira Treze meus amigos,
já ia me esquecendo,
no caso de vampiro é alho e estaca,
agora no caso de lobisomem compre um barbeador,
ele vai te agradecer se estiver calor.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
ROMPIMENTO.
Rasgou o véu,
trocou a fechadura,
a chave do amor foi jogada fora,
deu um adeus e foi embora.
Rompeu a aurora,
o céu por um instante tornou-se negro,
da cor da desilusão,
foi embora a paixão.
O brilho dos olhos disse adeus,
acenou com um lenço,
na ruas as malas no chão,
tudo não passou de ilusão.
O último verso da poesia foi escrito,
em lágrimas e dor,
soltou um grito,
era o suspiro do desamor.
A história foi bonita,
parecia que seria eterna,
mas a traição apareceu na porta,
o amor pulou pela janela.
Não houve tempo de salva-lo,
foi morte instantânea,
a traição não foi perdoada,
a alma sangrou até a morte, toda dilacerada.
O rompimento tem as suas sequelas,
as marcas profundas em uma alma,
algumas com chagas tão profundas,
que jamais serão cicatrizadas.
Partiu o sonho,
junto levou os planos,
ficou apenas os restos dos panos,
de uma cortina de enganos.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
trocou a fechadura,
a chave do amor foi jogada fora,
deu um adeus e foi embora.
Rompeu a aurora,
o céu por um instante tornou-se negro,
da cor da desilusão,
foi embora a paixão.
O brilho dos olhos disse adeus,
acenou com um lenço,
na ruas as malas no chão,
tudo não passou de ilusão.
O último verso da poesia foi escrito,
em lágrimas e dor,
soltou um grito,
era o suspiro do desamor.
A história foi bonita,
parecia que seria eterna,
mas a traição apareceu na porta,
o amor pulou pela janela.
Não houve tempo de salva-lo,
foi morte instantânea,
a traição não foi perdoada,
a alma sangrou até a morte, toda dilacerada.
O rompimento tem as suas sequelas,
as marcas profundas em uma alma,
algumas com chagas tão profundas,
que jamais serão cicatrizadas.
Partiu o sonho,
junto levou os planos,
ficou apenas os restos dos panos,
de uma cortina de enganos.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
SER FELIZ.
Ser feliz não é uma questão de sorte,
mas sim de direito,
acordar é dizer bom dia,
não se importar com os percalços da vida,
todos passam pelos mesmos problemas,
quem é rico pensa em não perder o dinheiro,
quem é pobre em como consegui-lo.
Ser feliz é correr atrás dos sonhos,
pagar o risco que a vida cobrar,
curtir os pequenos prazeres,
de um gourmet até o perfume da flor,
correr na chuva,
andar descalço na praia,
sentir o vento desfazendo o penteado,
dar risada do tombo,
mesmo que seja o nosso.
Ser feliz é namorar no cinema,
andar de mãos dadas,
dar risada um do outro,
ter uma crise de ciúmes,
só para mostrar para o amado quanto o ama,
depois fazer as pazes dando um beijo bem gostoso.
Ser feliz a curtir a natureza,
dançar coladinho,
fazer um agradinho,
daquele jeitinho que deixa ele doidinho,
dá aquele presentinho,
ele ficará amarradinho.
Ser feliz é ser criança no corpo de um adulto,
não ter limites nas aventuras,
se jogar no jogo da vida,
se perder faz parte,
se ganhar é um delírio,
principalmente se o prêmio
for o amor da sua vida,
aí valeu cada tombo,
sofrimento e lamento,
mesmo que o jogo tenha sigo ganho,
no último tempo da prorrogação,
agora é só curtir cada minuto desta emoção,
do lado do homem que faz bater o seu coração.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
mas sim de direito,
acordar é dizer bom dia,
não se importar com os percalços da vida,
todos passam pelos mesmos problemas,
quem é rico pensa em não perder o dinheiro,
quem é pobre em como consegui-lo.
Ser feliz é correr atrás dos sonhos,
pagar o risco que a vida cobrar,
curtir os pequenos prazeres,
de um gourmet até o perfume da flor,
correr na chuva,
andar descalço na praia,
sentir o vento desfazendo o penteado,
dar risada do tombo,
mesmo que seja o nosso.
Ser feliz é namorar no cinema,
andar de mãos dadas,
dar risada um do outro,
ter uma crise de ciúmes,
só para mostrar para o amado quanto o ama,
depois fazer as pazes dando um beijo bem gostoso.
Ser feliz a curtir a natureza,
dançar coladinho,
fazer um agradinho,
daquele jeitinho que deixa ele doidinho,
dá aquele presentinho,
ele ficará amarradinho.
Ser feliz é ser criança no corpo de um adulto,
não ter limites nas aventuras,
se jogar no jogo da vida,
se perder faz parte,
se ganhar é um delírio,
principalmente se o prêmio
for o amor da sua vida,
aí valeu cada tombo,
sofrimento e lamento,
mesmo que o jogo tenha sigo ganho,
no último tempo da prorrogação,
agora é só curtir cada minuto desta emoção,
do lado do homem que faz bater o seu coração.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quarta-feira, 11 de abril de 2012
SONHANDO.
Se eu estiver sonhando,
por favor não me acorde,
quero continuar dormindo em pé,
pode falar o que quiser,
hoje nada importa,
a alegria que eu estou sentindo é muito grande,
por favor me deixe sonhando.
Existem momentos que devem ser curtidos bem lentamente,
com um vinho raro,
em uma taça especial,
pode parecer um pouco teatral,
mas dependendo do tempo de espera,
merece todo este ritual.
Eu entendo a demora,
até mesmo o receio em falar,
eu poderia até me revoltar,
mas na vida tudo tem o seu tempo,
até para amar,
não devemos ultrapassar
a vontade do outro,
quem sabe esperar,
a vida retribuíra,
o coração que soube pacientemente esperar,
o seu momento de amar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
por favor não me acorde,
quero continuar dormindo em pé,
pode falar o que quiser,
hoje nada importa,
a alegria que eu estou sentindo é muito grande,
por favor me deixe sonhando.
Existem momentos que devem ser curtidos bem lentamente,
com um vinho raro,
em uma taça especial,
pode parecer um pouco teatral,
mas dependendo do tempo de espera,
merece todo este ritual.
Eu entendo a demora,
até mesmo o receio em falar,
eu poderia até me revoltar,
mas na vida tudo tem o seu tempo,
até para amar,
não devemos ultrapassar
a vontade do outro,
quem sabe esperar,
a vida retribuíra,
o coração que soube pacientemente esperar,
o seu momento de amar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
terça-feira, 10 de abril de 2012
SENTIMENTOS.
Sou composta de partes,
sou feita de retalhos,
de momentos que vivi,
de sofrimento que passei,
de história sem fim,
de começo pela metade,
de histórias refeitas,
de lembranças sem fotos,
de fotos sem lembranças,
de amor não vivido,
de dor sem moléstia,
de alegria sem razão,
de lágrimas sem dor,
de vazio sem desamor.
Sou retalhos de panos,
de vestidos refeitos,
de blusa desmanchada,
novamente costurada,
sou uma reciclagem de material,
de tecidos de peles que protegem feridas,
de curativo sem gases,
de roupa manchada,
totalmente desbotada,
reutilizada depois de customizada,
na próxima estação,
sou refeita em cada verão,
saio do meu casulo no inverno,
para virar borboleta
na linda primavera.
Sou sentimentos aprimorados,
de amores imaginários,
onde a poesia é minha amiga,
as letras as minhas confidentes,
os pontos os amantes,
escritos em grandes romances,
onde sou a protagonista,
entre a agonia e a alegria,
sou a mais pura fantasia,
nos versos da menina,
no desejo da mulher,
ou meu amor na tua canção,
no que você quiser.
Sou sentimentos reprimidos,
com gosto de grito,
sou refúgio da alegria,
escondendo a minha dor,
no sorriso da criança,
no voo do condor,
não gosto de rancor,
não invento dor,
quero um carinho,
assim vou sorrindo,
por este mundo afora,
inventando um novo jeito de cantar,
o meu sentimento grita no meu peito
é o meu jeitinho doce de amar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sou feita de retalhos,
de momentos que vivi,
de sofrimento que passei,
de história sem fim,
de começo pela metade,
de histórias refeitas,
de lembranças sem fotos,
de fotos sem lembranças,
de amor não vivido,
de dor sem moléstia,
de alegria sem razão,
de lágrimas sem dor,
de vazio sem desamor.
Sou retalhos de panos,
de vestidos refeitos,
de blusa desmanchada,
novamente costurada,
sou uma reciclagem de material,
de tecidos de peles que protegem feridas,
de curativo sem gases,
de roupa manchada,
totalmente desbotada,
reutilizada depois de customizada,
na próxima estação,
sou refeita em cada verão,
saio do meu casulo no inverno,
para virar borboleta
na linda primavera.
Sou sentimentos aprimorados,
de amores imaginários,
onde a poesia é minha amiga,
as letras as minhas confidentes,
os pontos os amantes,
escritos em grandes romances,
onde sou a protagonista,
entre a agonia e a alegria,
sou a mais pura fantasia,
nos versos da menina,
no desejo da mulher,
ou meu amor na tua canção,
no que você quiser.
Sou sentimentos reprimidos,
com gosto de grito,
sou refúgio da alegria,
escondendo a minha dor,
no sorriso da criança,
no voo do condor,
não gosto de rancor,
não invento dor,
quero um carinho,
assim vou sorrindo,
por este mundo afora,
inventando um novo jeito de cantar,
o meu sentimento grita no meu peito
é o meu jeitinho doce de amar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
segunda-feira, 9 de abril de 2012
FOGUEIRA.
Sou uma brasa viva,
labaredas de cor alaranjada
com o vermelho infernal,
não acenda o fogo perto de mim,
posso te consumir,
em um fogo tão ardente
que deixarei marcas na tua pele,
teu corpo poderá ficar dolorido.
Por favor não acenda o fogo,
eu sei o tamanho das minhas chamas,
o quanto ela poderá te devorar,
o quanto ela irá arder na tua pele,
quanta sede sentirás,
com o calor que eu irei
labaredas de cor alaranjada
com o vermelho infernal,
não acenda o fogo perto de mim,
posso te consumir,
em um fogo tão ardente
que deixarei marcas na tua pele,
teu corpo poderá ficar dolorido.
Por favor não acenda o fogo,
eu sei o tamanho das minhas chamas,
o quanto ela poderá te devorar,
o quanto ela irá arder na tua pele,
quanta sede sentirás,
com o calor que eu irei
no teu corpo produzir,
posso até os teus olhos cegar.
Por favor não acenda o fogo,
se o que sentires por mim não for amor,
porque a minha loucura por ti é imensa,
a minha nudez me consome em chamas,
então não me chames para fogueira,
se o que sentires não for amor, porque quero me consumir
posso até os teus olhos cegar.
Por favor não acenda o fogo,
se o que sentires por mim não for amor,
porque a minha loucura por ti é imensa,
a minha nudez me consome em chamas,
então não me chames para fogueira,
se o que sentires não for amor, porque quero me consumir
contigo nas labaredas da paixão, no fogo da emoção,
na loucura do vermelho infernal, ser neste momento imortal.
Por favor não acenda o fogo,
se o que sentires não for desejo,
o prazer de entregar o teu corpo,
sentir o gosto de perdição com vinho,
um perfume de carne e suor,
deixado no lençol,
após uma noite ardente de amor
na loucura do vermelho infernal, ser neste momento imortal.
Por favor não acenda o fogo,
se o que sentires não for desejo,
o prazer de entregar o teu corpo,
sentir o gosto de perdição com vinho,
um perfume de carne e suor,
deixado no lençol,
após uma noite ardente de amor
na loucura da minha paixão
.
Por favor não acenda o fogo,
se não quiseres uma noite de amor e loucura,
de embriaguez e insensatez na fogueira de uma paixão,
sentir o cheiro da rosa misturado com champanhe,
ouvir a melodia dos deuses,
amar entre as pétalas das rosas e o perfume do jasmim,
ser e estar inteiramente nua para ti,
se não for para sentir esta loucura, não acenda a minha fogueira.
Por favor se não for o louco amor,
não acenda o fogo e nem a minha loucura,
porque amor é chama que arde sem queimar,
é loucura sem delírio, é mentira e verdade unidas,
é a insônia sendo cúmplice do sonho acordado,
é viver atormentada por um sentimento,
mas temo o dia que se acenderes o meu fogo partas em seguida
porque eu não vivo sem esta loucura de te amar meu amor.
Por favor se não for para viver intensamente este amor,
não acenda o fogo, porque sou fogo e não geleira,
quero ser consumida na fogueira do teu leito,
na loucura da tua boca, não quero uísque com gelo,
quero vinho e uma lareira ardente,
na tua boca o meu desejo ser consumido,
no teu corpo viver todo o meu delírio,
na minha fogueira ser o teu prazer, lindo menino.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
Por favor não acenda o fogo,
se não quiseres uma noite de amor e loucura,
de embriaguez e insensatez na fogueira de uma paixão,
sentir o cheiro da rosa misturado com champanhe,
ouvir a melodia dos deuses,
amar entre as pétalas das rosas e o perfume do jasmim,
ser e estar inteiramente nua para ti,
se não for para sentir esta loucura, não acenda a minha fogueira.
Por favor se não for o louco amor,
não acenda o fogo e nem a minha loucura,
porque amor é chama que arde sem queimar,
é loucura sem delírio, é mentira e verdade unidas,
é a insônia sendo cúmplice do sonho acordado,
é viver atormentada por um sentimento,
mas temo o dia que se acenderes o meu fogo partas em seguida
porque eu não vivo sem esta loucura de te amar meu amor.
Por favor se não for para viver intensamente este amor,
não acenda o fogo, porque sou fogo e não geleira,
quero ser consumida na fogueira do teu leito,
na loucura da tua boca, não quero uísque com gelo,
quero vinho e uma lareira ardente,
na tua boca o meu desejo ser consumido,
no teu corpo viver todo o meu delírio,
na minha fogueira ser o teu prazer, lindo menino.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sexta-feira, 6 de abril de 2012
MEMÓRIAS.
Em um canto qualquer do meu eu,
guardo histórias da minha vida,
algumas com marcas profundas,
outras com um delicioso cheiro de jasmim,
momentos que marcaram em mim,
as mais belas páginas do meu diário.
Nele escrito está o momento
que os meus olhos o avistou pela primeira vez,
um lindo Lord com seu terno impecável,
um andar elegante e um belo sorriso,
completava a tua chegada,
esta cena ficou marcada em minha alma,
o momento que os meus olhos brilharam,
o exato instante em que o meu amor por ti nasceu,
o tempo apenas eternizou este amor.
A minha vida é feita de lembranças,
as minhas memórias de menina,
que corria descalça na praia,
fui seduzida pelo mar,
me encantei com a brisa,
me apaixonei pelo crepúsculo,
o encontro do amor entre o sol e a lua,
dura apenas alguns segundos.
Memórias de um canto,
de um sopro,
de lindas teclas brancas e pretas,
da harmonia do piano com a flauta,
que encanta a minha vida,
que enche o meu coração
da mais pura melodia,
da poesia dos sons
misturada com a fantasia da alma.
Memórias que me deixaram cicatrizes,
profundas e dolorosas,
mas que me deixaram alegrias,
que jamais serão apagadas
da essência da minha alma,
ficaram eternamente gravadas,
tão grande foi o contentamento,
destes lindos momentos.
Memórias dos livros que li,
quanto ali aprendi,
das músicas que ouvi,
dos sons que jamais esqueci.
Memórias dos lindos jardins,
do cheiro das rosas,
das borboletas voando,
do voos dos pássaros,
do canto do grilo,
do cheiro da terra molhada,
da menina enamorada.
Memórias da minha Igreja,
dos momentos de consagração,
perto do Meu Deus eu sempre vivi,
grandes ensinamentos aprendi,
do amor ao perdão,
tudo nos leva a salvação.
Memórias das lições de Cristo,
do amor pelo meu próximo,
da sua dor na cruz,
do seu sangue que purificou a minha alma,
apagou os meus pecados,
a minha vida transformou,
uma nova criatura sou.
Memórias da minha vida adulta,
da menina mulher que conheceu o amor
quando o meu Lord avistou,
da mulher que ama o salto,
mas que corre descalço,
que gosta de criar,
um prato gostoso ou vestido deslumbrante,
uma tela exuberante ou uma poesia apaixonante.
Memórias que ainda estou escrevendo,
nela cabe todos que amo,
tudo que desejo,
todos os meus sonhos,
medos e anseios,
mas principalmente o moreno que eu amo,
o meu eterno Lord M.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
guardo histórias da minha vida,
algumas com marcas profundas,
outras com um delicioso cheiro de jasmim,
momentos que marcaram em mim,
as mais belas páginas do meu diário.
Nele escrito está o momento
que os meus olhos o avistou pela primeira vez,
um lindo Lord com seu terno impecável,
um andar elegante e um belo sorriso,
completava a tua chegada,
esta cena ficou marcada em minha alma,
o momento que os meus olhos brilharam,
o exato instante em que o meu amor por ti nasceu,
o tempo apenas eternizou este amor.
A minha vida é feita de lembranças,
as minhas memórias de menina,
que corria descalça na praia,
fui seduzida pelo mar,
me encantei com a brisa,
me apaixonei pelo crepúsculo,
o encontro do amor entre o sol e a lua,
dura apenas alguns segundos.
Memórias de um canto,
de um sopro,
de lindas teclas brancas e pretas,
da harmonia do piano com a flauta,
que encanta a minha vida,
que enche o meu coração
da mais pura melodia,
da poesia dos sons
misturada com a fantasia da alma.
Memórias que me deixaram cicatrizes,
profundas e dolorosas,
mas que me deixaram alegrias,
que jamais serão apagadas
da essência da minha alma,
ficaram eternamente gravadas,
tão grande foi o contentamento,
destes lindos momentos.
Memórias dos livros que li,
quanto ali aprendi,
das músicas que ouvi,
dos sons que jamais esqueci.
Memórias dos lindos jardins,
do cheiro das rosas,
das borboletas voando,
do voos dos pássaros,
do canto do grilo,
do cheiro da terra molhada,
da menina enamorada.
Memórias da minha Igreja,
dos momentos de consagração,
perto do Meu Deus eu sempre vivi,
grandes ensinamentos aprendi,
do amor ao perdão,
tudo nos leva a salvação.
Memórias das lições de Cristo,
do amor pelo meu próximo,
da sua dor na cruz,
do seu sangue que purificou a minha alma,
apagou os meus pecados,
a minha vida transformou,
uma nova criatura sou.
Memórias da minha vida adulta,
da menina mulher que conheceu o amor
quando o meu Lord avistou,
da mulher que ama o salto,
mas que corre descalço,
que gosta de criar,
um prato gostoso ou vestido deslumbrante,
uma tela exuberante ou uma poesia apaixonante.
Memórias que ainda estou escrevendo,
nela cabe todos que amo,
tudo que desejo,
todos os meus sonhos,
medos e anseios,
mas principalmente o moreno que eu amo,
o meu eterno Lord M.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
ESSÊNCIA.
Contemplo no meu espelho a minha face,
não o rosto de carne que o tempo muda,
mas além dos meus olhos, tristeza que outrora existia
no fundo do meu coração, obscura por erros de outrem
a parte que escondo do mundo, por medo de sofrer outra vez
o meu lado mais profundo, as magoas que me causaram
a essência do meu eu era de dor, que foi curado por uma canção.
A verdade que grita dentro de mim,
apenas eu posso ouvir, foi a dor que eu calei
é o meu eu nu diante das verdades de todos,
não deixo que me imponha as suas verdades,
mesclo as duas, mas me resguardo
sou um conjunto de tudo,
sou um pouco de mim e do outro.
A minha essência é um pedaço de razão com demência,
de amor e vivência, de uma decadência
uma alma cultivada pelos prazeres,
dos desejos inerentes do meu ser feminino,
da mulher com o coração de menina,
da cristã que vive no mundo pecador,
da simplicidade com a raiz na vaidade, da mulher que sonha com o amor.
A essência da minha alma é morena,
de olhos castanhos cor de mel,
que ama a poesia e a música,
se deleita pelo homem que curou a sua alma,
de sorriso largo e andar de Lord, um menino
de olhar de esmeralda e uma voz de anjo
que voa livre nas asas do condor.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
não o rosto de carne que o tempo muda,
mas além dos meus olhos, tristeza que outrora existia
no fundo do meu coração, obscura por erros de outrem
a parte que escondo do mundo, por medo de sofrer outra vez
o meu lado mais profundo, as magoas que me causaram
a essência do meu eu era de dor, que foi curado por uma canção.
A verdade que grita dentro de mim,
apenas eu posso ouvir, foi a dor que eu calei
é o meu eu nu diante das verdades de todos,
não deixo que me imponha as suas verdades,
mesclo as duas, mas me resguardo
sou um conjunto de tudo,
sou um pouco de mim e do outro.
A minha essência é um pedaço de razão com demência,
de amor e vivência, de uma decadência
uma alma cultivada pelos prazeres,
dos desejos inerentes do meu ser feminino,
da mulher com o coração de menina,
da cristã que vive no mundo pecador,
da simplicidade com a raiz na vaidade, da mulher que sonha com o amor.
A essência da minha alma é morena,
de olhos castanhos cor de mel,
que ama a poesia e a música,
se deleita pelo homem que curou a sua alma,
de sorriso largo e andar de Lord, um menino
de olhar de esmeralda e uma voz de anjo
que voa livre nas asas do condor.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
quarta-feira, 4 de abril de 2012
OLHAR.
Olhar nos teus olhos,
Tentei durante anos fugir do teu olhar,
não sonhar com a tua boca,
com os teus beijos ardentes,
não desejar o teu corpo,
não querer as tuas carícias.
Inútil esta tentativa de podar
o que já havia enraizado,
continuo te amando,
teu corpo desejando,
o meu amor aumentando,
eu procurando o teu olhar,
não consigo deixar de te amar.
Olhar a chuva escorrendo pelo vidro da janela,
como as lágrimas que escorre na minha face,
no meu corpo senti o frio da saudade,
da tortura em não vê-lo,
do desejo ardente da minha pele,
em ser possuída pelo teu corpo,
ser o teu bem querer,
simplesmente o teu prazer.
Procuro na poesia a tua carícia,
o nosso momento de prazer,
meu amado
o teu amor é o alimento da minha alma,
a cura da minha loucura que não sara,
agravada pela tua ausência,
que dilacera a minha alma de saudade,
com a distância do teu olhar,
aumenta a minha demência,
que sonha com a entrega do meu amor,
a paz finalmente encontrar.
Olhar na essência da minha alma,
nela teu olhar encontrar,
nossas almas se beijarem,
juntas esperarem o momento
dos corpos se entregarem,
a partir de um simples olhar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
desvendar a tua alma,
lapidar as tuas vontades,
penetrar em teu coração,
ser a tua paixão.
Olhar o azul do céu,
o verde do mato,
sentir a brisa beijando,
contemplar o horizonte,
ouvir o canto do vento,
olhar à praia,
ter a linda sensação
de você correndo em minha direção,
olhar dentro do meu eu encontrar você.
Ver em teus olhos o meu brilho,
senti em tua boca o teu gosto,
senti no teu corpo o meu prazer,
ser o teu bem querer.
Relembrar o primeiro olhar,
mágico foi este momento,
sem pedir licença entrou em minha vida,
me dominou,
algemada fiquei,
me descontrolei,
tentei fugir da força do teu olhar,
não deu,
me entreguei ao teu olhar,
me apaixonei.
me descontrolei,
tentei fugir da força do teu olhar,
não deu,
me entreguei ao teu olhar,
me apaixonei.
Tentei durante anos fugir do teu olhar,
não sonhar com a tua boca,
com os teus beijos ardentes,
não desejar o teu corpo,
não querer as tuas carícias.
Inútil esta tentativa de podar
o que já havia enraizado,
continuo te amando,
teu corpo desejando,
o meu amor aumentando,
eu procurando o teu olhar,
não consigo deixar de te amar.
Olhar a chuva escorrendo pelo vidro da janela,
como as lágrimas que escorre na minha face,
no meu corpo senti o frio da saudade,
da tortura em não vê-lo,
do desejo ardente da minha pele,
em ser possuída pelo teu corpo,
ser o teu bem querer,
simplesmente o teu prazer.
Procuro na poesia a tua carícia,
o nosso momento de prazer,
meu amado
o teu amor é o alimento da minha alma,
a cura da minha loucura que não sara,
agravada pela tua ausência,
que dilacera a minha alma de saudade,
com a distância do teu olhar,
aumenta a minha demência,
que sonha com a entrega do meu amor,
a paz finalmente encontrar.
Olhar na essência da minha alma,
nela teu olhar encontrar,
nossas almas se beijarem,
juntas esperarem o momento
dos corpos se entregarem,
a partir de um simples olhar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
terça-feira, 3 de abril de 2012
PÁSCOA.
O Meu Cristo morreu em uma cruz,
no sepulcro o seu corpo foi colocado,
alguns dias ali permaneceu,
mas para a Glória de Deus,
o seu corpo e a alma se uniram,
a ressurreição aconteceu.
Uma linda Páscoa para todos os Cristãos,
porque não importa a Igreja que congrega,
se a tua fé é em Jesus Cristo,
meu irmão será,
que a Paz do Criador esteja com todos,
que o sangue do Cordeiro purifique os nossos corações,
é o amor de Deus seja transbordado em toda a Humanidade.
Amém.
MÁRCIA MOLARINO
no sepulcro o seu corpo foi colocado,
alguns dias ali permaneceu,
mas para a Glória de Deus,
o seu corpo e a alma se uniram,
a ressurreição aconteceu.
Uma linda Páscoa para todos os Cristãos,
porque não importa a Igreja que congrega,
se a tua fé é em Jesus Cristo,
meu irmão será,
que a Paz do Criador esteja com todos,
que o sangue do Cordeiro purifique os nossos corações,
é o amor de Deus seja transbordado em toda a Humanidade.
Amém.
MÁRCIA MOLARINO
segunda-feira, 2 de abril de 2012
MESA.
Naquela mesa observei você de longe,
uma mistura de homem e menino,
de um lado um intelectual,
dono de si,
do outro um sorriso meigo e perdido,
de um lindo menino.
Sentada contemplei o meu amor,
em sonhos beijei-o,
acariciei a tua barba mal feita,
senti o mesmo gosto do café,
bebi na tua boca,
que delícia,
me embriaguei.
De longe observo tudo que fazes,
cada gesto,
cada sorriso,
cada palavra,
de longe sinto tudo,
me desmancho no teu prazer,
em contemplar o meu bem querer.
O meu espírito senta na tua mesa,
bebi na tua taça,
come na tua boca,
dorme na tua cama,
ama com o teu corpo,
o meu espírito vaga pelas ruas à tua procura,
no momento que te encontra,
na tua cama passa à noite,
em companhia do teu lençol,
fazendo amor com tua alma,
é por esta razão que todas as noites sonho contigo,
minha alma dorme abraçada com a tua,
após viverem lindas noites de amor.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
uma mistura de homem e menino,
de um lado um intelectual,
dono de si,
do outro um sorriso meigo e perdido,
de um lindo menino.
Sentada contemplei o meu amor,
em sonhos beijei-o,
acariciei a tua barba mal feita,
senti o mesmo gosto do café,
bebi na tua boca,
que delícia,
me embriaguei.
De longe observo tudo que fazes,
cada gesto,
cada sorriso,
cada palavra,
de longe sinto tudo,
me desmancho no teu prazer,
em contemplar o meu bem querer.
O meu espírito senta na tua mesa,
bebi na tua taça,
come na tua boca,
dorme na tua cama,
ama com o teu corpo,
o meu espírito vaga pelas ruas à tua procura,
no momento que te encontra,
na tua cama passa à noite,
em companhia do teu lençol,
fazendo amor com tua alma,
é por esta razão que todas as noites sonho contigo,
minha alma dorme abraçada com a tua,
após viverem lindas noites de amor.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
domingo, 1 de abril de 2012
MEU ETERNO AMOR.
Nos olhos da criança avistei o horizonte,
os caminhos que desejei caminhar,
a estrada que sonhei conhecer,
que no decorrer da vida sonhos foram desfeitos
outros sonhos se perderam por culpa alheia
alguns ainda existem, aqueles que nasceram da tua canção
sempre persisto na busca de novos sonhos, o mais doce é encontrar você.
Na areia da praia avistei pegadas,
algumas eram minhas, outras de estranhos,
algumas de encontros, outras de partidas,
algumas de recomeços, outras foram tropeços, mas jamais parei de caminhar,
as minhas pegadas nunca deixei de marcar,
nas areias das praias da minha vida, a mais doce pegada
os caminhos que desejei caminhar,
a estrada que sonhei conhecer,
que no decorrer da vida sonhos foram desfeitos
outros sonhos se perderam por culpa alheia
alguns ainda existem, aqueles que nasceram da tua canção
sempre persisto na busca de novos sonhos, o mais doce é encontrar você.
Na areia da praia avistei pegadas,
algumas eram minhas, outras de estranhos,
algumas de encontros, outras de partidas,
algumas de recomeços, outras foram tropeços, mas jamais parei de caminhar,
as minhas pegadas nunca deixei de marcar,
nas areias das praias da minha vida, a mais doce pegada
foi a que nasceu em um dia chuvoso e marcou para sempre o meu caminho..
No céu os pássaros avistei regressando em bando,
em cada época do ano um florido diferente no céu,
eles sempre regressam junto comigo, em cada primavera com um novo jardim,
no outono com as quedas das folhas, no inverno fugindo da geada,
no verão regressando para férias, enfim o regresso para casa,
eu sempre regresso para as minhas origens, vou renovar as minhas energias,
para mais uma longa viagem, a de encontrar o menino que faz a minha poesia voar.
A vida é um eterno regressar, é um eterno tentar, é um eterno aprender,
é um eterno recomeçar, é um eterno perdão, é um eterno renascimento do amor,
em todas as direções, sejam dos sonhos desfeitos, dos caminhos errados,
do regresso feito na hora errada, da lição não aprendida, de uma nova tentativa,
a vida é um eterno caminhar, a vida é um eterno amanhecer, a vida é um eterno querer.
a vida é uma eterna descoberta do amor que está em todos os lugares, basta
No céu os pássaros avistei regressando em bando,
em cada época do ano um florido diferente no céu,
eles sempre regressam junto comigo, em cada primavera com um novo jardim,
no outono com as quedas das folhas, no inverno fugindo da geada,
no verão regressando para férias, enfim o regresso para casa,
eu sempre regresso para as minhas origens, vou renovar as minhas energias,
para mais uma longa viagem, a de encontrar o menino que faz a minha poesia voar.
A vida é um eterno regressar, é um eterno tentar, é um eterno aprender,
é um eterno recomeçar, é um eterno perdão, é um eterno renascimento do amor,
em todas as direções, sejam dos sonhos desfeitos, dos caminhos errados,
do regresso feito na hora errada, da lição não aprendida, de uma nova tentativa,
a vida é um eterno caminhar, a vida é um eterno amanhecer, a vida é um eterno querer.
a vida é uma eterna descoberta do amor que está em todos os lugares, basta
apenas olhar para os lados ou mesmo dentro de nós, o meu amor vive na mais bela canção de amor de um lindo menino, meu eterno amor.
MÁRCIA MOLARINO (Direitos Reservados).
MÁRCIA MOLARINO (Direitos Reservados).
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