Traçou na imaginação as primeiras retas,
com o dedo desenhou no ar,
desde criança já despontava pra arte,
com curvas e ângulos conquistaria o mundo,
da Igreja ao Museu,
de São Paulo a Brasília,
do Rio de janeiro a Minas,
neste mundo de meu Deus,
deixou a sua marca,
foi o menino que virou ateu,
mas até a casa de Deus modernizou,
podia ser um ateu,
porque até Deus ele conquistou.
O mestre ele virou,
a sua arte era a arquitetura,
foi o homem de mil corações,
era mais cristão mesmo sendo ateu,
porque o amor fraternal pregou,
repartiu o que tinha,
compartilhou e ajudou o seu semelhante,
tinha uma amor imenso,
como é imensa a torcida da fiel,
era mais um louco,
partiu vendo o Timão ganhar uma Libertadores,
foi feliz,
mas ainda queria trabalhar,
a sua mente era incansável,
mas era acima de tudo amável.
Entrou para o História,
como o Mestre da Arquitetura,
mas para nós brasileiros,
como um vencedor,
que pregou o amor,
deixou a sua herança,
entre as curvas e retas,
entre prédios e monumentos,
dentro de cada um plantou uma semente,
de trabalho e amor ao país,
que planejou em uma prancheta
a sua nova Capital,
Brasilia dos brasileiros,
orgulho de ser desta santa terra,
a terra do mestre Oscar,
O Mestre da Arquitetura,
que vestiu a sua armadura e foi a luta,
na arte de desenhar planejar,
os seus lindos arranhas-céus.
MÁRCIA MOLARINO _ Direitos Reservados.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
ALDEIA.
O tambor dos ancestrais
é sentido nas almas
dos descendentes,
a raiz é muito presente,
o cheiro do mato,
a erva da vida,
o canto do pássaro,
a sinfonia da liberdade,
as águas caindo das cachoeiras,
os braços abertos
trazendo a nascente amiga,
o rio nascendo em cada um,
desabando em seus corações
as canções tupi-guarani.
A terra molhada,
a colheita da vida em abundância,
a criança de pés descalços,
o canto da vida ecoada no som do tambor,
acordando bem devagarinho
o índio que habita em mim,
sinto o cheiro da relva,
a dança da chuva,
a beleza do cocar,
a sedução no olhar
da virgem dos lábios de mel,
a sereia do Amazônia,
a menina da aldeia,
tecendo a sua renda,
no balançar da sua rede,
desenhando na sua arte
um pedaço do meu brasil,
a sua linda tradição,
que dá brilho ao meu coração.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
é sentido nas almas
dos descendentes,
a raiz é muito presente,
o cheiro do mato,
a erva da vida,
o canto do pássaro,
a sinfonia da liberdade,
as águas caindo das cachoeiras,
os braços abertos
trazendo a nascente amiga,
o rio nascendo em cada um,
desabando em seus corações
as canções tupi-guarani.
A terra molhada,
a colheita da vida em abundância,
a criança de pés descalços,
o canto da vida ecoada no som do tambor,
acordando bem devagarinho
o índio que habita em mim,
sinto o cheiro da relva,
a dança da chuva,
a beleza do cocar,
a sedução no olhar
da virgem dos lábios de mel,
a sereia do Amazônia,
a menina da aldeia,
tecendo a sua renda,
no balançar da sua rede,
desenhando na sua arte
um pedaço do meu brasil,
a sua linda tradição,
que dá brilho ao meu coração.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
ÁGUA.
Água que acalma a minha alma,
que molha o meu corpo,
que cai do céu em formas de gotas,
as lágrimas de Deus,
que purifica o meu caminho,
consola o meu coração,
enquanto espero o meu amado,
para enxugar o meu corpo
com suas carícias e beijos.
Água que banha o meu corpo,
que me envolve com o teu corpo,
que contempla o nosso desejo,
na entrega dos nossos corpos molhados,
saciando o nosso prazer,
nos envolvendo na essência da loucura,
nos delírios da sedução,
nos gemidos da entrega,
desta louca paixão.
Água que cai do céu,
enquanto eu te contemplo de longe,
molha o meu corpo e lava minha alma,
carrega para longe a tristeza que sinto,
é saudade de ti,
porém em dias de chuva,
a tua imagem se desenha nas gotas
da chuva na vidraça,
sorrindo para mim.
Água que mostra o contorno do meu corpo,
seduz a minha imaginação,
eleva a minha emoção,
deixa nua a minha alma,
escancara os meus sentimentos,
revela o meu medo,
da minha menina não sentir
o teu corpo ao meu,
saciando os meus desejos.
Água que molha relva,
onde irei rolar contigo,
sentir-me em um paraíso,
ser loba e felina,
ser mulher e menina,
ser donzela e feiticeira,
ser a tua dose perfeita,
entre o remédio e o veneno,
entre a cura e a perdição,
ser apenas tua,
nua e paixão.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
que molha o meu corpo,
que cai do céu em formas de gotas,
as lágrimas de Deus,
que purifica o meu caminho,
consola o meu coração,
enquanto espero o meu amado,
para enxugar o meu corpo
com suas carícias e beijos.
Água que banha o meu corpo,
que me envolve com o teu corpo,
que contempla o nosso desejo,
na entrega dos nossos corpos molhados,
saciando o nosso prazer,
nos envolvendo na essência da loucura,
nos delírios da sedução,
nos gemidos da entrega,
desta louca paixão.
Água que cai do céu,
enquanto eu te contemplo de longe,
molha o meu corpo e lava minha alma,
carrega para longe a tristeza que sinto,
é saudade de ti,
porém em dias de chuva,
a tua imagem se desenha nas gotas
da chuva na vidraça,
sorrindo para mim.
Água que mostra o contorno do meu corpo,
seduz a minha imaginação,
eleva a minha emoção,
deixa nua a minha alma,
escancara os meus sentimentos,
revela o meu medo,
da minha menina não sentir
o teu corpo ao meu,
saciando os meus desejos.
Água que molha relva,
onde irei rolar contigo,
sentir-me em um paraíso,
ser loba e felina,
ser mulher e menina,
ser donzela e feiticeira,
ser a tua dose perfeita,
entre o remédio e o veneno,
entre a cura e a perdição,
ser apenas tua,
nua e paixão.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
TERNURA.
Desbravar os oceanos,
escalar os alpes,
navegar em tormentas,
suportar terremotos,
é muito mais simples
do que dominar sentimentos.
Na rebeldia do sentimento
a ternura fica escondida,
entre o medo de revelar-se,
o pavor do sofrimento,
entre o abismo da ilusão,
e a tragédia de uma desilusão.
Amar é correr todos os riscos,
é enfrentar a imperfeição do amado,
aceitar os erros e fraquezas,
deixar as lágrimas cair,
sorrir com dor,
enfrentar com bravura o desamor.
Amar é viver entre a dor e a ternura,
é saber que o amor pode não vir,
mas que terá que sorrir,
desvencilhar das intrigas,
renascer das cinzas,
perdoar o imperdoável.
Amar é cantar em versos e prosas,
as dores e alegrias do amor,
é chorar quando está feliz,
é sorrir da própria desgraça,
de não ter graça o seu sofrer,
de mostrar o coração em chagas.
Amar é um verbo de paz,
com estrofe de dor,
com rima de flor,
com ternura nos olhos,
com um coração em chama,
gritando o nome de quem se ama.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
escalar os alpes,
navegar em tormentas,
suportar terremotos,
é muito mais simples
do que dominar sentimentos.
Na rebeldia do sentimento
a ternura fica escondida,
entre o medo de revelar-se,
o pavor do sofrimento,
entre o abismo da ilusão,
e a tragédia de uma desilusão.
Amar é correr todos os riscos,
é enfrentar a imperfeição do amado,
aceitar os erros e fraquezas,
deixar as lágrimas cair,
sorrir com dor,
enfrentar com bravura o desamor.
Amar é viver entre a dor e a ternura,
é saber que o amor pode não vir,
mas que terá que sorrir,
desvencilhar das intrigas,
renascer das cinzas,
perdoar o imperdoável.
Amar é cantar em versos e prosas,
as dores e alegrias do amor,
é chorar quando está feliz,
é sorrir da própria desgraça,
de não ter graça o seu sofrer,
de mostrar o coração em chagas.
Amar é um verbo de paz,
com estrofe de dor,
com rima de flor,
com ternura nos olhos,
com um coração em chama,
gritando o nome de quem se ama.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
AMIGA.
Na relva joguei uma semente,
o tempo passou,
germinou a mais bela flor,
no meu coração enraizou,
sua raiz penetrou em minha alma,
ali descansou,
parecia inerte,
ninguém percebia,
até o dia que de ti precisei,
como um vulcão adormecido,
de uma hora para outra entrou em erupção,
suas mãos me estendeu,
acariciou o meu coração,
das cinzas me reergueu,
o teu ombro me consolou,
com carinho me ajudou.
É amiga,
tu és o meu horizonte,
o meu belo porto seguro,
a amiga de todas as horas,
do riso às lágrimas,
do amor e da dor,
és o meu anjo de pernas,
a irmã do coração,
a mão que me orienta
nos momentos em que me sinto perdida,
em que o chão se abre,
não vejo saída,
ali você está,
linda com um sorriso,
com o teu lindo ombro amigo.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
o tempo passou,
germinou a mais bela flor,
no meu coração enraizou,
sua raiz penetrou em minha alma,
ali descansou,
parecia inerte,
ninguém percebia,
até o dia que de ti precisei,
como um vulcão adormecido,
de uma hora para outra entrou em erupção,
suas mãos me estendeu,
acariciou o meu coração,
das cinzas me reergueu,
o teu ombro me consolou,
com carinho me ajudou.
É amiga,
tu és o meu horizonte,
o meu belo porto seguro,
a amiga de todas as horas,
do riso às lágrimas,
do amor e da dor,
és o meu anjo de pernas,
a irmã do coração,
a mão que me orienta
nos momentos em que me sinto perdida,
em que o chão se abre,
não vejo saída,
ali você está,
linda com um sorriso,
com o teu lindo ombro amigo.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
terça-feira, 16 de outubro de 2012
JASMIM.
De repente um vazio nasceu em minha alma,
uma dor que não sei de onde veio,
mas ela de mim se apossou,
eu não sei se é melancolia,
quem sabe seja a tristeza do amor,
ou as lágrimas da saudade,
quem sabe seja o tempo correndo,
eu longe da minha inspiração,
sem nunca ter vivido a minha paixão,
ter sido amada nos braços do moreno,
o tempo maltratando o meu ser,
triste longe do meu bem querer.
De repente a dor entrou em minha alma,
era o desejo de fazer o tempo parar,
cessar esta dor,
a saudade trás e faz doer demais,
quero ver o sorriso do menino,
apagar esta dor de dentro de mim,
trazer a alegria para o meu coração,
jogar fora esta agonia,
abraçar a minha paixão na mais doce ilusão,
dizer adeus solidão,
o meu querubim chegou em meu sonho,
é hora de viver o meu amor no mais puro delírio,
imaginando que estou nos braços do jasmim, ouvindo a tua canção.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
uma dor que não sei de onde veio,
mas ela de mim se apossou,
eu não sei se é melancolia,
quem sabe seja a tristeza do amor,
ou as lágrimas da saudade,
quem sabe seja o tempo correndo,
eu longe da minha inspiração,
sem nunca ter vivido a minha paixão,
ter sido amada nos braços do moreno,
o tempo maltratando o meu ser,
triste longe do meu bem querer.
De repente a dor entrou em minha alma,
era o desejo de fazer o tempo parar,
cessar esta dor,
a saudade trás e faz doer demais,
quero ver o sorriso do menino,
apagar esta dor de dentro de mim,
trazer a alegria para o meu coração,
jogar fora esta agonia,
abraçar a minha paixão na mais doce ilusão,
dizer adeus solidão,
o meu querubim chegou em meu sonho,
é hora de viver o meu amor no mais puro delírio,
imaginando que estou nos braços do jasmim, ouvindo a tua canção.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sábado, 22 de setembro de 2012
CHÃO.
Chão,
terra fria cheia de ilusão,
onde todos desejam,
um consolo para o seu coração,
no meio de tanta desilusão,
um carinho verdadeiro,
um forte abraço de um irmão.
Chão,
pedaço de terra sem valor,
onde todos brigam pelo seu pedaço,
para proteger os seus,
um lugarzinho que possa chamar de seu,
onde construa o seu lar,
um lugar para amar.
Chão,
areia misturada com cimento,
frio e aconchegante,
lugar que escondo os meus medos,
aconchego os meus amores,
faço amor e canto,
as dores e temores do meu coração.
Chão,
caminho que traça minha vida,
entre fantasia e realidade,
trago na minha memória os caminhos que pisei,
no coração o desejo de caminhar,
no chão que o meu amor caminha,
para nele fazer a minha trilha.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
terra fria cheia de ilusão,
onde todos desejam,
um consolo para o seu coração,
no meio de tanta desilusão,
um carinho verdadeiro,
um forte abraço de um irmão.
Chão,
pedaço de terra sem valor,
onde todos brigam pelo seu pedaço,
para proteger os seus,
um lugarzinho que possa chamar de seu,
onde construa o seu lar,
um lugar para amar.
Chão,
areia misturada com cimento,
frio e aconchegante,
lugar que escondo os meus medos,
aconchego os meus amores,
faço amor e canto,
as dores e temores do meu coração.
Chão,
caminho que traça minha vida,
entre fantasia e realidade,
trago na minha memória os caminhos que pisei,
no coração o desejo de caminhar,
no chão que o meu amor caminha,
para nele fazer a minha trilha.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
domingo, 19 de agosto de 2012
PAI.
Pai,
onde eu chorei,
transforma as minhas lágrimas em um rio,
para que os meus inimigos saciem a sua sede.
Pai,
onde o meu sangue jorrou,
onde a minha dor gritou,
onde dilaceraram a minha alma,
transforme em um lindo jardim,
para que os meus inimigos
possam encontrar a sua paz.
Pai,
perdoa quem me feriu,
sacie a fome de quem o pão me retirou,
dê água para quem de sede me secou,
porque mortal eu sou,
se alguém me machucou,
eu também feri alguém,
então me perdoe Senhor.
Pai,
que eu enxergue os meus erros
quando por orgulho cometê-los,
que eu possa ter compaixão
de quem pelas costas me traiu,
porque do chão me retirou,
tiveste Senhor misericórdia da minha alma,
então plante em meu coração,
a paz e o amor pelo meu irmão.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
onde eu chorei,
transforma as minhas lágrimas em um rio,
para que os meus inimigos saciem a sua sede.
Pai,
onde o meu sangue jorrou,
onde a minha dor gritou,
onde dilaceraram a minha alma,
transforme em um lindo jardim,
para que os meus inimigos
possam encontrar a sua paz.
Pai,
perdoa quem me feriu,
sacie a fome de quem o pão me retirou,
dê água para quem de sede me secou,
porque mortal eu sou,
se alguém me machucou,
eu também feri alguém,
então me perdoe Senhor.
Pai,
que eu enxergue os meus erros
quando por orgulho cometê-los,
que eu possa ter compaixão
de quem pelas costas me traiu,
porque do chão me retirou,
tiveste Senhor misericórdia da minha alma,
então plante em meu coração,
a paz e o amor pelo meu irmão.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
LUZ
Não me guio pela escuridão,
não sou orientado por terceiros,
não vou por caminhos desconhecidos,
prefiro está com os meus pés no chão,
a minha luz orienta o meu caminho,
a minha paz reluz em meus olhos,
encontro carinho e amparo,
nos braços do meu Cristo,
o meu redentor,
para ele todo o meu louvor.
Não caminho por caminhos tortuosos,
nem pela luz que deslumbra corações fracos,
muito menos por falsas promessas,
pelas ilusões mundanas,
por jardins de mentiras,
por ventos enganosos,
por ruas largas e ludibriosas,
prefiro a minha luz,
reluz dentro do meu peito,
é tão forte que brilha nos meus olhos,
é a luz do meu Deus,
meu pai e protetor,
meu eterno amor.
A minha luz reluz a qualquer momento,
não preciso de lampião,
nem tão pouco de lanterna,
minha luz é interna,
provém de uma alma que ama,
ama acima de tudo,
que reluz mais que o sol,
que é a luz do perdão,
do amor ao meu irmão,
do carinho e da salvação,
a luz da eterna redenção.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
não sou orientado por terceiros,
não vou por caminhos desconhecidos,
prefiro está com os meus pés no chão,
a minha luz orienta o meu caminho,
a minha paz reluz em meus olhos,
encontro carinho e amparo,
nos braços do meu Cristo,
o meu redentor,
para ele todo o meu louvor.
Não caminho por caminhos tortuosos,
nem pela luz que deslumbra corações fracos,
muito menos por falsas promessas,
pelas ilusões mundanas,
por jardins de mentiras,
por ventos enganosos,
por ruas largas e ludibriosas,
prefiro a minha luz,
reluz dentro do meu peito,
é tão forte que brilha nos meus olhos,
é a luz do meu Deus,
meu pai e protetor,
meu eterno amor.
A minha luz reluz a qualquer momento,
não preciso de lampião,
nem tão pouco de lanterna,
minha luz é interna,
provém de uma alma que ama,
ama acima de tudo,
que reluz mais que o sol,
que é a luz do perdão,
do amor ao meu irmão,
do carinho e da salvação,
a luz da eterna redenção.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
terça-feira, 31 de julho de 2012
FRIO
Lá fora a chuva cai,
dentro de mim um vazio,
uma parte do meu eu ficou contigo,
estou me sentindo despida,
do meu eu sem a tua canção,
e longe do teu olhar de menino
a estrada está vazia,
o cinza do céu me convida,
para mais uma tarde triste,
longe de ti, meu lindo querubim
meu amado jasmim.
A fria manhã já terminou,
com ela levou a saudade da noite,
mas ainda não lhe ouvi,
a saudade ainda persiste em mim,
no corredor frio da sala,
no aroma do café no bule,
tudo me lembra a tarde fria que me espera,
longe dos teus olhos,
distante do teu sorriso,
ausente das tuas mãos,
o meu corpo chora,
a saudade da tua boca cantando,
minha alucinação em forma de canção,
minha louca paixão,
A noite a temperatura é mais perturbadora,
vivo nua em uma cama sonhadora,
tentando fugir do frio que congela a minha alma,
tento encontrar acalento em ti, na tua canção
onde as tuas mãos é o meu sonho,
as tuas carícias o meu desejo,
a tua boca a minha bebida,
o teu corpo o manjar dos deuses,
o teu sorriso o meu paraíso,
o tua voz a minha sinfonia,
os teus beijos o meu premio,
a tua vida a minha ambição,
a tua alegria é o meu anseio,
deitar em minha cama e ouvir a tua canção
em seguida escrever a minha poesia de amor,
dentro de mim um vazio,
uma parte do meu eu ficou contigo,
estou me sentindo despida,
do meu eu sem a tua canção,
e longe do teu olhar de menino
a estrada está vazia,
o cinza do céu me convida,
para mais uma tarde triste,
longe de ti, meu lindo querubim
meu amado jasmim.
A fria manhã já terminou,
com ela levou a saudade da noite,
mas ainda não lhe ouvi,
a saudade ainda persiste em mim,
no corredor frio da sala,
no aroma do café no bule,
tudo me lembra a tarde fria que me espera,
longe dos teus olhos,
distante do teu sorriso,
ausente das tuas mãos,
o meu corpo chora,
a saudade da tua boca cantando,
minha alucinação em forma de canção,
minha louca paixão,
A noite a temperatura é mais perturbadora,
vivo nua em uma cama sonhadora,
tentando fugir do frio que congela a minha alma,
tento encontrar acalento em ti, na tua canção
onde as tuas mãos é o meu sonho,
as tuas carícias o meu desejo,
a tua boca a minha bebida,
o teu corpo o manjar dos deuses,
o teu sorriso o meu paraíso,
o tua voz a minha sinfonia,
os teus beijos o meu premio,
a tua vida a minha ambição,
a tua alegria é o meu anseio,
deitar em minha cama e ouvir a tua canção
em seguida escrever a minha poesia de amor,
e dormir nos teus sonhos
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quarta-feira, 25 de julho de 2012
AMIGO
Palavra de cinco letras
e vários significados,
mas o mais importante é o do amigo leal,
das horas incertas,
dos momentos de farra,
da tristeza,
da alegria,
da nostalgia,
simplesmente amigo,
da esquerda,
da escola,
da praia,
da vida,
alguns tão distantes,
outros do lado de dentro do peito,
não importa,
o que importa é ser seu amigo.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
e vários significados,
mas o mais importante é o do amigo leal,
das horas incertas,
dos momentos de farra,
da tristeza,
da alegria,
da nostalgia,
simplesmente amigo,
da esquerda,
da escola,
da praia,
da vida,
alguns tão distantes,
outros do lado de dentro do peito,
não importa,
o que importa é ser seu amigo.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
VIDA.
Corri no campo descalça,
precisava senti a sensação de liberdade,
em alguns lugares me machuquei,
em outros pulei,
em alguns tropecei,
mas o vento no rosto senti,
o cheiro do mato molhado,
dos cantos dos pássaros,
minha alma sorriu,
eu senti a liberdade perto de mim.
Deitei na relva molhada,
para contemplar o crepúsculo,
contar as estrelas do céu,
senti a sinfonia da mata,
ouvi o canto dos animais,
senti a vida nascendo,
em algum lugar partindo,
vi a lua chegando,
aos poucos enamorando,
vi a vida assobiando,
nos lábios do menino,
precisava senti a sensação de liberdade,
em alguns lugares me machuquei,
em outros pulei,
em alguns tropecei,
mas o vento no rosto senti,
o cheiro do mato molhado,
dos cantos dos pássaros,
minha alma sorriu,
eu senti a liberdade perto de mim.
Deitei na relva molhada,
para contemplar o crepúsculo,
contar as estrelas do céu,
senti a sinfonia da mata,
ouvi o canto dos animais,
senti a vida nascendo,
em algum lugar partindo,
vi a lua chegando,
aos poucos enamorando,
vi a vida assobiando,
nos lábios do menino,
senti a melodia da tua canção.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
domingo, 15 de julho de 2012
HOMEM.
Mãos grandes onde me sinto protegida,
braços largos e aconchegante,
ombro amigo de todas as horas,
companheiro de todas as jornadas,
pai,
filho,
irmão,
primo,
amigo,
marido,
companheiro ou amante,
não importa,
porque é sempre bem-vindo a nossa porta.
Para alguns são todos iguais,
mas não é verdade,
existe o homem sincero e sensível,
tímido e romântico,
paquerador e falso conquistador,
machão e mulherengo,
destruir de coração ou amante profissional,
paterno ou carente,
parente ou não,
todos cabem no nosso coração.
Provedor e protetor,
na jornada da vida é essencial,
junto com a mulher divide a cabeça do lar,
não importa o jeito de ser,
a mulherada criticando ou não,
sendo perseguidos e traídos,
não importa nada disso,
porque são sempre bem-vindos ao nosso coração.
FELIZ DIA DO HOMEM.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
braços largos e aconchegante,
ombro amigo de todas as horas,
companheiro de todas as jornadas,
pai,
filho,
irmão,
primo,
amigo,
marido,
companheiro ou amante,
não importa,
porque é sempre bem-vindo a nossa porta.
Para alguns são todos iguais,
mas não é verdade,
existe o homem sincero e sensível,
tímido e romântico,
paquerador e falso conquistador,
machão e mulherengo,
destruir de coração ou amante profissional,
paterno ou carente,
parente ou não,
todos cabem no nosso coração.
Provedor e protetor,
na jornada da vida é essencial,
junto com a mulher divide a cabeça do lar,
não importa o jeito de ser,
a mulherada criticando ou não,
sendo perseguidos e traídos,
não importa nada disso,
porque são sempre bem-vindos ao nosso coração.
FELIZ DIA DO HOMEM.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
sábado, 14 de julho de 2012
LUA.
Queria me envolver no teu branco,
me esconder como fazes durante o dia,
brilhar na escuridão da noite,
ser amada pelos poetas,
deliciadas pelos amantes,
cantada pelos boêmios,
sonhada pelas crianças,
enamorada pelo sol,
cantada em versos e prosas,
por um lindo rouxinol.
Amaria sentir em uma noite,
quando o teu branco fosse angelical,
as mãos do meu amado no meu corpo,
ouvir juras eternas de amor,
envolvida no seu canto e acariciada pelo seu olhar,
na beira do mar entre tu e as estrelas,
ao som da sinfonia do luar seria amada,
seria a noite perfeita,
como perfeita és tu,
minha linda lua.
A lua amiga,
nas noites em que as tempestades te esconde,
sinto um vazio enorme,
não tenho com quem desabafar,
o amor que no peito carrego,
o sonho de ser colocada nos braços do meu amado,
contar-lhe as nossas lindas prosas,
onde de tanto falarmos,
amigas íntimas nos tornamos,
a ti linda amiga que ouve os meus prantos,
a minha eterna gratidão, para dizer-lhe minha amiga lua,
o quanto te amo, tu junto com meu
me esconder como fazes durante o dia,
brilhar na escuridão da noite,
ser amada pelos poetas,
deliciadas pelos amantes,
cantada pelos boêmios,
sonhada pelas crianças,
enamorada pelo sol,
cantada em versos e prosas,
por um lindo rouxinol.
Amaria sentir em uma noite,
quando o teu branco fosse angelical,
as mãos do meu amado no meu corpo,
ouvir juras eternas de amor,
envolvida no seu canto e acariciada pelo seu olhar,
na beira do mar entre tu e as estrelas,
ao som da sinfonia do luar seria amada,
seria a noite perfeita,
como perfeita és tu,
minha linda lua.
A lua amiga,
nas noites em que as tempestades te esconde,
sinto um vazio enorme,
não tenho com quem desabafar,
o amor que no peito carrego,
o sonho de ser colocada nos braços do meu amado,
contar-lhe as nossas lindas prosas,
onde de tanto falarmos,
amigas íntimas nos tornamos,
a ti linda amiga que ouve os meus prantos,
a minha eterna gratidão, para dizer-lhe minha amiga lua,
o quanto te amo, tu junto com meu
anjo amado expiram a minha poesia.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
sexta-feira, 13 de julho de 2012
MELODIA _ LINDO SOL
Voa meu sonho com tua voz
desbrave este meu ser,
leve para longe a dor,
toda tristeza e desamor,
quero sentir o cheiro da flor,
redescobrir cada dia
um sol de amor.
Voa minha liberdade,
abre as asas do meu coração,
quero sentir a paixão
envolvida com a tua melodia,
dançar ao som da tua sinfonia,
no balé regido pela emoção
da carícia das tuas mãos.
Voa meu amor,
liberta a paixão da tua alma,
cante os teus desejos,
dance a tua loucura,
esfregue no rosto do mal
toda a tua alegria,
no sorriso do menino,
venha meu amor,
ser embalado no meu ninho.
Voa minha alma,
vai buscar o teu sonho,
nos braços do homem que tu amas,
na liberdade do teu amor,
no canto do teu bem querer,
no sorriso do menino,
nas mãos do artista,
para compor no meu corpo,
a mais linda melodia,
a sinfonia da minha vida.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
desbrave este meu ser,
leve para longe a dor,
toda tristeza e desamor,
quero sentir o cheiro da flor,
redescobrir cada dia
um sol de amor.
Voa minha liberdade,
abre as asas do meu coração,
quero sentir a paixão
envolvida com a tua melodia,
dançar ao som da tua sinfonia,
no balé regido pela emoção
da carícia das tuas mãos.
Voa meu amor,
liberta a paixão da tua alma,
cante os teus desejos,
dance a tua loucura,
esfregue no rosto do mal
toda a tua alegria,
no sorriso do menino,
venha meu amor,
ser embalado no meu ninho.
Voa minha alma,
vai buscar o teu sonho,
nos braços do homem que tu amas,
na liberdade do teu amor,
no canto do teu bem querer,
no sorriso do menino,
nas mãos do artista,
para compor no meu corpo,
a mais linda melodia,
a sinfonia da minha vida.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
quinta-feira, 12 de julho de 2012
VI.
Em vi o menino correndo descalço no chão de barro,
vi seus sonhos sendo jogados no abismo do descaso,
vi a juventude se perdendo dos seus sonhos,
vi o garoto gritando para o tempo voltar,
queria o seu lugar na história,
mas os seus dirigentes haviam o seu futuro destruído,
o seu mundo perdeu o sentido,
se tornou um pobre mendigo.
Eu vi aquela estrada sendo construída,
vi vários arranha-céus cobrindo à vista da linda cidade,
vi partindo a minha fantasia,
estou procurando outros horizontes,
para trazer de volta a minha fé,
porque hoje estou vazia,
como a mesa dos meus irmãos,
que foram enganados por esta nação,
que nem direito ao chão tiveram após a morte,
foram enterrados como indigentes sem pai e mãe.
Vi moço a criança morrendo,
o idoso sem força trabalhando,
vi os pratos vazio desta nação,
vi todos chorando pela seca,
vi o gado atrofiando de sede,
vi os rios secando,
vi o governo engordando,
enquanto o povo sofria em demasia.
Vi a estrada encurtando,
vi a tristeza nascendo no olhar do ancião,
que sem dinheiro para o remédio,
perde a vida nas filas das esmolas alheias,
vi a mãe chorando pelos filhos,
vi os filhos chorando sem mãe,
vi a terra chorando pelo povo,
de tanto desgosto.
Vi médico fazendo bico de garçom para pagar escola dos filhos,
engenheiro fazendo calçada no final de semana,
agrônomo fazendo horta para vender alface,
vi professor pedindo esmola para os alunos terem merenda,
e ajudar também na sua renda,
não vi ninguém brigando por seus direitos nas ruas,
parece que nesta nação todos vivem no mundo da lua,
até quando vou ver dinheiro indo para fora,
quando não é para pagar dívida e para ajudar os outros,
até quando vamos ser colocados em segundo plano?
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados)
vi seus sonhos sendo jogados no abismo do descaso,
vi a juventude se perdendo dos seus sonhos,
vi o garoto gritando para o tempo voltar,
queria o seu lugar na história,
mas os seus dirigentes haviam o seu futuro destruído,
o seu mundo perdeu o sentido,
se tornou um pobre mendigo.
Eu vi aquela estrada sendo construída,
vi vários arranha-céus cobrindo à vista da linda cidade,
vi partindo a minha fantasia,
estou procurando outros horizontes,
para trazer de volta a minha fé,
porque hoje estou vazia,
como a mesa dos meus irmãos,
que foram enganados por esta nação,
que nem direito ao chão tiveram após a morte,
foram enterrados como indigentes sem pai e mãe.
Vi moço a criança morrendo,
o idoso sem força trabalhando,
vi os pratos vazio desta nação,
vi todos chorando pela seca,
vi o gado atrofiando de sede,
vi os rios secando,
vi o governo engordando,
enquanto o povo sofria em demasia.
Vi a estrada encurtando,
vi a tristeza nascendo no olhar do ancião,
que sem dinheiro para o remédio,
perde a vida nas filas das esmolas alheias,
vi a mãe chorando pelos filhos,
vi os filhos chorando sem mãe,
vi a terra chorando pelo povo,
de tanto desgosto.
Vi médico fazendo bico de garçom para pagar escola dos filhos,
engenheiro fazendo calçada no final de semana,
agrônomo fazendo horta para vender alface,
vi professor pedindo esmola para os alunos terem merenda,
e ajudar também na sua renda,
não vi ninguém brigando por seus direitos nas ruas,
parece que nesta nação todos vivem no mundo da lua,
até quando vou ver dinheiro indo para fora,
quando não é para pagar dívida e para ajudar os outros,
até quando vamos ser colocados em segundo plano?
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados)
VULCÃO.
O meu corpo é uma faísca pronta para virar uma labareda,
não passe perto de mim com este olhar de desejo,
não respondo pelas minhas emoções,
corro sem pensar para tua direção,
entrego o meu corpo cheio de paixão,
para viver este delírio em forma de vulcão,
deixando as lavas dominar o meu ser,
meu lindo bem querer.
Meu corpo é formado de madeira seca,
envolvida pelas folhas do outono,
ardendo pelo sol de verão,
não passe perto de mim com este olhar de desejo,
porque viro um fogo sem limite,
só vou apagar estas chamas,
com uma noite de amor na tua cama.
Minha alma é um vulcão em erupção,
minha boca arde com o fogo da paixão,
meu corpo é o vermelho das chamas,
meu olhar é a força do crepúsculo,
não passe perto de mim com este olhar de desejo,
que acendo o meu fogo em um segundo,
tu terás que saciar o meu corpo,
me levarás a loucura em minutos.
Minha cama aquece o frio da minha alma
quando longe dos teus olhos está,
reacende a chama do desejo com o teu olhar,
me leva a loucura só em te ver passar,
nas noites frias voo para a tua cama,
lá minha alma será aquecida pela tua,
formaremos um vulcão de desejos,
onde teu corpo será as geleiras que apagará
o fogo da minha alma após uma noite de prazer,
meu lindo bem querer.
Quero ser a faísca do teu corpo,
incendiar-te de desejo,
acariciar a tua nuca com minha boca,
dedilhar os meus dedos no teu corpo,
ser uma mulher menina,
devorar-te com o meu olhar,
depois deitar na tua cama,
para saciar-te os teus desejos,
te cobrir com meus beijos,
ser tua de corpo e alma,
numa noite de amor e paixão,
sendo a tua menina em forma de vulcão.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
não passe perto de mim com este olhar de desejo,
não respondo pelas minhas emoções,
corro sem pensar para tua direção,
entrego o meu corpo cheio de paixão,
para viver este delírio em forma de vulcão,
deixando as lavas dominar o meu ser,
meu lindo bem querer.
Meu corpo é formado de madeira seca,
envolvida pelas folhas do outono,
ardendo pelo sol de verão,
não passe perto de mim com este olhar de desejo,
porque viro um fogo sem limite,
só vou apagar estas chamas,
com uma noite de amor na tua cama.
Minha alma é um vulcão em erupção,
minha boca arde com o fogo da paixão,
meu corpo é o vermelho das chamas,
meu olhar é a força do crepúsculo,
não passe perto de mim com este olhar de desejo,
que acendo o meu fogo em um segundo,
tu terás que saciar o meu corpo,
me levarás a loucura em minutos.
Minha cama aquece o frio da minha alma
quando longe dos teus olhos está,
reacende a chama do desejo com o teu olhar,
me leva a loucura só em te ver passar,
nas noites frias voo para a tua cama,
lá minha alma será aquecida pela tua,
formaremos um vulcão de desejos,
onde teu corpo será as geleiras que apagará
o fogo da minha alma após uma noite de prazer,
meu lindo bem querer.
Quero ser a faísca do teu corpo,
incendiar-te de desejo,
acariciar a tua nuca com minha boca,
dedilhar os meus dedos no teu corpo,
ser uma mulher menina,
devorar-te com o meu olhar,
depois deitar na tua cama,
para saciar-te os teus desejos,
te cobrir com meus beijos,
ser tua de corpo e alma,
numa noite de amor e paixão,
sendo a tua menina em forma de vulcão.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quarta-feira, 11 de julho de 2012
RELEMBRAR.
Hoje a saudade bateu mais forte,
o meu chão de menina vi aflorar na minha frente,
já não estava fazendo planos para o futuro,
mas a melancolia relembrava o passado,
os sonhos dos tempos de bonecas,
dos castelinhos de areia,
do vestidinho rodado,
da bolsinha branca com a boneca Anita,
pois é,
eu tive uma boneca assim,
era muito parecida comigo,
loirinha dos cabelos ondulados,
coisinhas do passado.
Hoje doeu mais forte reviver,
tudo que um dia fez parte do meu bem querer,
já ficou no baú da saudade,
recordações no álbum da memória,
faz parte da minha história,
da menina que sonhava em crescer,
imaginava que tocaria vários pianos,
estaria em várias Igrejas,
o tempo passou a pianista virou advogada,
do passado só as lembranças,
do sorriso da minha criança,
da menina que ainda habita em mim.
Hoje relembro com saudade,
da moça que sonhava com o amor,
que apenas conheceu na juventude,
pois é,
só consegui namorar depois dos vinte,
me apaixonar de verdade nos trinta,
consegui a maturidade nos quarenta,
com uma grande alegria,
não perdi a menina de dentro de mim,
ainda sou uma menina mulher,
que ama demais,
que ainda quer ser feliz,
nos braços do um bem querer,
do meu amado .
Hoje vejo o mundo arco-íris,
com algumas faixas cinzas,
mas jamais aceitarei as mentiras cor de rosas,
nem a desilusão preta,
vou ficar entre o verde da esperança,
o azul da calmaria do mar,
o vermelho da paixão,
o cinza das incertezas,
o amarelo do crepúsculo do amor,
no meio destas cores ainda quero sonhar e,
na minha velhice relembrar da maturidade
com a mesma saudade que tenho de outrora,
é saber que fiz tudo para ser feliz,
porque a felicidade é a eterna estrada
do desejo de ser feliz com muito amor,
num lindo canteiro de flores.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
o meu chão de menina vi aflorar na minha frente,
já não estava fazendo planos para o futuro,
mas a melancolia relembrava o passado,
os sonhos dos tempos de bonecas,
dos castelinhos de areia,
do vestidinho rodado,
da bolsinha branca com a boneca Anita,
pois é,
eu tive uma boneca assim,
era muito parecida comigo,
loirinha dos cabelos ondulados,
coisinhas do passado.
Hoje doeu mais forte reviver,
tudo que um dia fez parte do meu bem querer,
já ficou no baú da saudade,
recordações no álbum da memória,
faz parte da minha história,
da menina que sonhava em crescer,
imaginava que tocaria vários pianos,
estaria em várias Igrejas,
o tempo passou a pianista virou advogada,
do passado só as lembranças,
do sorriso da minha criança,
da menina que ainda habita em mim.
Hoje relembro com saudade,
da moça que sonhava com o amor,
que apenas conheceu na juventude,
pois é,
só consegui namorar depois dos vinte,
me apaixonar de verdade nos trinta,
consegui a maturidade nos quarenta,
com uma grande alegria,
não perdi a menina de dentro de mim,
ainda sou uma menina mulher,
que ama demais,
que ainda quer ser feliz,
nos braços do um bem querer,
do meu amado .
Hoje vejo o mundo arco-íris,
com algumas faixas cinzas,
mas jamais aceitarei as mentiras cor de rosas,
nem a desilusão preta,
vou ficar entre o verde da esperança,
o azul da calmaria do mar,
o vermelho da paixão,
o cinza das incertezas,
o amarelo do crepúsculo do amor,
no meio destas cores ainda quero sonhar e,
na minha velhice relembrar da maturidade
com a mesma saudade que tenho de outrora,
é saber que fiz tudo para ser feliz,
porque a felicidade é a eterna estrada
do desejo de ser feliz com muito amor,
num lindo canteiro de flores.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
segunda-feira, 9 de julho de 2012
VOA.
Voa minha alma,
desbrave o meu ser,
mostra a minha face,
o meu rosto que não é pintado,
que não se verga por meias verdades,
seja o meu céu nos braços do meu mel
me faça poetizar com a canção do meu anjo amado.
desbrave o meu ser,
mostra a minha face,
o meu rosto que não é pintado,
que não se verga por meias verdades,
seja o meu céu nos braços do meu mel
me faça poetizar com a canção do meu anjo amado.
Voa minha alma,
arranque o ódio do meu coração,
preencha-o de doçura,
mostre-me a outra face da lua,
da pureza e do romantismo,
onde encontro os meus sonhos,
nos braços do meu anjo.
Voa minha alma,
jogue-me no abismo da esperança,
não serei corrompida por falsas promessas,
deixe o meu amor gritar,
liberte-o da prisão,
quero ser levada pela emoção,
nos braços da minha paixão,
Voa minha alma,
para o leito do meu amado,
deixarei que ele me leve ao paraíso,
serei enfeitiçada por este lindo menino,
viverei toda esta fantasia,
desfrutarei de uma linda noite de amor,
nos braços do homem da minha vida.
Voa minha alma,
para junto do meu amado,
quero as nossas peles grudadas,
quero a minha boca na sua nuca,
quero as suas mãos no meu corpo,
quero gemer a noite inteira de prazer,
nos braços do meu bem querer.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
arranque o ódio do meu coração,
preencha-o de doçura,
mostre-me a outra face da lua,
da pureza e do romantismo,
onde encontro os meus sonhos,
nos braços do meu anjo.
Voa minha alma,
jogue-me no abismo da esperança,
não serei corrompida por falsas promessas,
deixe o meu amor gritar,
liberte-o da prisão,
quero ser levada pela emoção,
nos braços da minha paixão,
Voa minha alma,
para o leito do meu amado,
deixarei que ele me leve ao paraíso,
serei enfeitiçada por este lindo menino,
viverei toda esta fantasia,
desfrutarei de uma linda noite de amor,
nos braços do homem da minha vida.
Voa minha alma,
para junto do meu amado,
quero as nossas peles grudadas,
quero a minha boca na sua nuca,
quero as suas mãos no meu corpo,
quero gemer a noite inteira de prazer,
nos braços do meu bem querer.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
domingo, 8 de julho de 2012
QUERUBIM.
Busquei no teu peito a minha força,
nos teus sonhos o meu abrigo,
no teu caminho a minha verdade,
na tua boca saciar a minha sede.
Busquei a minha verdade nos teus olhos,
a minha proteção nas tuas mãos,
a minha felicidade no teu sorriso,
o meu prazer na tua canção.
Busquei as minhas respostas no teu coração,
a minha trajetória na tua vida,
a minha esperança na tua alma,
a minha paixão na tua canção.
Busquei o meu mar na tua praia,
o meu vento no teu sopro,
o meu rio na tua lágrima,
o meu amor no teu coração.
Busquei respostas do meu amor em ti,
nunca entendi esta paixão avassaladora,
mas hoje eu compreendi,
o meu coração é teu,
meu lindo querubim.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
nos teus sonhos o meu abrigo,
no teu caminho a minha verdade,
na tua boca saciar a minha sede.
Busquei a minha verdade nos teus olhos,
a minha proteção nas tuas mãos,
a minha felicidade no teu sorriso,
o meu prazer na tua canção.
Busquei as minhas respostas no teu coração,
a minha trajetória na tua vida,
a minha esperança na tua alma,
a minha paixão na tua canção.
Busquei o meu mar na tua praia,
o meu vento no teu sopro,
o meu rio na tua lágrima,
o meu amor no teu coração.
Busquei respostas do meu amor em ti,
nunca entendi esta paixão avassaladora,
mas hoje eu compreendi,
o meu coração é teu,
meu lindo querubim.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sábado, 7 de julho de 2012
ENCONTRO
Naquela noite chuvosa cruzei com a tua alma,
foi num piscar de olhos que me senti dominada,
tentei desvencilhar de ti, mas foi em vão
era tarde demais, tua voz me curou e cativou
meu coração já havia sido infectado pelo teu vírus,
meu silêncio foi apossado pela tua alma,
meu ser perdeu as forças,
meu corpo encontrou o teu sorriso,
não sou mais eu, agora és tu em mim,
meu lindo querubim.
Nosso encontro foi combinado nas estrelas,
nossas almas juraram se encontrar,
este amor já existia antes de nós,
ele apenas esperava o momento
de tu me libertar do meu sofrimento
minha alma naquele noite chuvosa dançou
a verdade de almas prometidas,
era o desejo emergindo da alma, era o meu amor gritando no peito,
meu amor finalmente te encontrei, pelo mundo te procurei,
foi num piscar de olhos que me senti dominada,
tentei desvencilhar de ti, mas foi em vão
era tarde demais, tua voz me curou e cativou
meu coração já havia sido infectado pelo teu vírus,
meu silêncio foi apossado pela tua alma,
meu ser perdeu as forças,
meu corpo encontrou o teu sorriso,
não sou mais eu, agora és tu em mim,
meu lindo querubim.
Nosso encontro foi combinado nas estrelas,
nossas almas juraram se encontrar,
este amor já existia antes de nós,
ele apenas esperava o momento
de tu me libertar do meu sofrimento
minha alma naquele noite chuvosa dançou
a verdade de almas prometidas,
era o desejo emergindo da alma, era o meu amor gritando no peito,
meu amor finalmente te encontrei, pelo mundo te procurei,
o amor que jurei nas estrelas entregar-te, agora serás teu.
Minha alma vagou a procura de ti,
era o meu encontro com o meu sonho do desejo da menina,
que perante a estrela lhe fez juras de amor,
naquele momento a minha alma já lhe pertencia,
mas o meu corpo ainda não sabia,
a loucura que teus olhos provocaram em mim,
hoje corpo e alma estão na mesma sintonia,
o desejo da mulher se uniu com o da menina,
tornando-se apenas um sentimento, o amor da estrela com o olhar da menina,
sou a tua menina, meu amado querubim.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
Minha alma vagou a procura de ti,
era o meu encontro com o meu sonho do desejo da menina,
que perante a estrela lhe fez juras de amor,
naquele momento a minha alma já lhe pertencia,
mas o meu corpo ainda não sabia,
a loucura que teus olhos provocaram em mim,
hoje corpo e alma estão na mesma sintonia,
o desejo da mulher se uniu com o da menina,
tornando-se apenas um sentimento, o amor da estrela com o olhar da menina,
sou a tua menina, meu amado querubim.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
BEIJA-FLOR.
Beija-flor és tão pequeno,
és lindo, delicado como uma flor
és o meu encanto,
vou contigo em tuas asas,
voo sendo levada pela emoção,
pelo brilho do teu coração,
meu lindo beija-flor,
és o pássaro que escolhi para o meu amor.
Sou menina que beija,
sou a flor que te encanta,
sou o teu sorriso de criança,
sou a lua que te envolve,
na noite vestida de mulher,
sou o teu beija-flor,
voando ao encontro do teu amor,
meu amado menino.
Voa menino ao meu encontro,
voa para dentro do meu corpo,
derretendo o meu gelo com a tua chama,
voa para o meu ninho, vou te encher de carinho,
vou beijar a tua boca pecadora,
vou te dominar com a minha loucura,
vou te adoçar meu amado beija-flor,
nos delírios de uma noite de amor.
Voa meu amado beija-flor,
voa junto da minha liberdade,
sinta o vento no teu rosto,
o meu perfume espalhado no ar,
transforme o meu mundo em flor,
jogue a semente do nosso amor no campo,
transborde o nosso ninho de prazer,
quero ser o teu bem querer.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
és lindo, delicado como uma flor
és o meu encanto,
vou contigo em tuas asas,
voo sendo levada pela emoção,
pelo brilho do teu coração,
meu lindo beija-flor,
és o pássaro que escolhi para o meu amor.
Sou menina que beija,
sou a flor que te encanta,
sou o teu sorriso de criança,
sou a lua que te envolve,
na noite vestida de mulher,
sou o teu beija-flor,
voando ao encontro do teu amor,
meu amado menino.
Voa menino ao meu encontro,
voa para dentro do meu corpo,
derretendo o meu gelo com a tua chama,
voa para o meu ninho, vou te encher de carinho,
vou beijar a tua boca pecadora,
vou te dominar com a minha loucura,
vou te adoçar meu amado beija-flor,
nos delírios de uma noite de amor.
Voa meu amado beija-flor,
voa junto da minha liberdade,
sinta o vento no teu rosto,
o meu perfume espalhado no ar,
transforme o meu mundo em flor,
jogue a semente do nosso amor no campo,
transborde o nosso ninho de prazer,
quero ser o teu bem querer.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
sexta-feira, 6 de julho de 2012
VOCÊ.
Meu caminho sem terra,
meu amigo sem ombro,
meu lado florido da vida,
minha eterna saudade,
meu começo sem fim,
minha alma fora de mim.
Meu deserto de alegria,
meu sorriso sem graça,
minha lágrima sem dor,
minha paz na guerra,
minha tortura de ciúmes,
meu medo de te perder,
deixa o meu mundo no escuro.
Meu desejo de consumo,
de ser devorada de mansinho,
ser dominada pelo teu corpo,
ser envolvida pelos teus braços,
neste aconchego noturno,
sentir prazer apenas na alma,
meu moreno bonito,
meu amado menino.
Ah,
você!
Razão do meu acordar,
dos sonhos que crio em minha mente,
nos momentos de delírios,
da dor que queima com a tua ausência,
do tremor que invade o meu ser,
que aumenta o desejo de me entregar a ti,
meu lindo bem querer.
MÁRCIA MOLARINO _ ( Direitos Reservados).
meu amigo sem ombro,
meu lado florido da vida,
minha eterna saudade,
meu começo sem fim,
minha alma fora de mim.
Meu deserto de alegria,
meu sorriso sem graça,
minha lágrima sem dor,
minha paz na guerra,
minha tortura de ciúmes,
meu medo de te perder,
deixa o meu mundo no escuro.
Meu desejo de consumo,
de ser devorada de mansinho,
ser dominada pelo teu corpo,
ser envolvida pelos teus braços,
neste aconchego noturno,
sentir prazer apenas na alma,
meu moreno bonito,
meu amado menino.
Ah,
você!
Razão do meu acordar,
dos sonhos que crio em minha mente,
nos momentos de delírios,
da dor que queima com a tua ausência,
do tremor que invade o meu ser,
que aumenta o desejo de me entregar a ti,
meu lindo bem querer.
MÁRCIA MOLARINO _ ( Direitos Reservados).
quarta-feira, 4 de julho de 2012
ABISMO.
Na vida aprendi que o céu nem sempre é azul,
mas que a felicidade independe da sua cor,
não é necessário o horizonte aberto,
nem um jardim da mais linda flor,
basta ter a alma pura e a consciência leve,
o coração tranquilo e o sorriso no rosto,
o perdão na ponta da língua e uma rosa na mão,
o resto vem como acompanhamento,
pelo teu belo coração cheio de lindos sentimentos.
Na beira de um abismo nem sempre é um ponto final,
pode ser apenas uma bela vista a contemplar,
porque o abismo nem sempre é a destruição,
mas a dimensão do tamanho da tua esperança,
que é infinita e em constante renovação,
se tens fé em si e no teu irmão,
juntos poderão vencerem barreiras,
construírem as suas verdades,
serem livres no corpo e na alma,
prontos para cada dia
construírem a estrada da felicidade,
um novo abismo de esperanças.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
mas que a felicidade independe da sua cor,
não é necessário o horizonte aberto,
nem um jardim da mais linda flor,
basta ter a alma pura e a consciência leve,
o coração tranquilo e o sorriso no rosto,
o perdão na ponta da língua e uma rosa na mão,
o resto vem como acompanhamento,
pelo teu belo coração cheio de lindos sentimentos.
Na beira de um abismo nem sempre é um ponto final,
pode ser apenas uma bela vista a contemplar,
porque o abismo nem sempre é a destruição,
mas a dimensão do tamanho da tua esperança,
que é infinita e em constante renovação,
se tens fé em si e no teu irmão,
juntos poderão vencerem barreiras,
construírem as suas verdades,
serem livres no corpo e na alma,
prontos para cada dia
construírem a estrada da felicidade,
um novo abismo de esperanças.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
terça-feira, 3 de julho de 2012
RESSACA.
Hoje me deparei com uma grande ressaca,
só me lembro dos risos e gargalhadas,
ai que dor de cabeça,
acho que perdi a conta dos copos.
A traição foi a desculpa para grande bebedeira,
ai a cabeça está girando,
foi saque puro,
deu para engolir todos os insultos da ingrata.
Acordei em pleno meio dia,
dormi mais que a cama,
com um gosto amargo na boca,
com certeza matei o desgosto.
A ingrata foi embora,
me deixou jogado no chão,
bebi tudo que queria,
mas bem que aceitaria ela de volta.
Prefiro o remédio da ressaca,
do que a dor da vingança,
ela quis ir embora sem mim,
não tem problema,
coloco no lugar,
uma linda cabrocha.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos reservados).
só me lembro dos risos e gargalhadas,
ai que dor de cabeça,
acho que perdi a conta dos copos.
A traição foi a desculpa para grande bebedeira,
ai a cabeça está girando,
foi saque puro,
deu para engolir todos os insultos da ingrata.
Acordei em pleno meio dia,
dormi mais que a cama,
com um gosto amargo na boca,
com certeza matei o desgosto.
A ingrata foi embora,
me deixou jogado no chão,
bebi tudo que queria,
mas bem que aceitaria ela de volta.
Prefiro o remédio da ressaca,
do que a dor da vingança,
ela quis ir embora sem mim,
não tem problema,
coloco no lugar,
uma linda cabrocha.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos reservados).
segunda-feira, 2 de julho de 2012
SEMPRE.
No momento que o vazio tocar a tua alma,
a solidão bater na tua porta,
a tristeza invadir o teu ser,
saibas que mesmo distante,
estarei perto de ti.
Eu nunca te deixarei,
mesmo que eu parta deste mundo para sempre,
um pedaço de mim deixarei contigo,
minha alma estará do teu lado,
minha vida está entrelaçada na tua.
Sempre estarei contigo,
na chuva serei a água que molha o teu corpo,
na brisa serei o vento que ameniza o teu calor,
no mar serei as ondas que te banham,
no céu a estrela que te vela, a tua eterna enamorada.
Eu não te abandonarei,
sempre estarei do teu lado,
no perfume da rosa,
no cheiro jogado no ar,
no sol que te aquece.
Não temas,
porque mesmo distante o meu coração clama,
chora e sente a tua falta,
meu lindo menino moreno,
meu doce Lord, meu querido querubim.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
a solidão bater na tua porta,
a tristeza invadir o teu ser,
saibas que mesmo distante,
estarei perto de ti.
Eu nunca te deixarei,
mesmo que eu parta deste mundo para sempre,
um pedaço de mim deixarei contigo,
minha alma estará do teu lado,
minha vida está entrelaçada na tua.
Sempre estarei contigo,
na chuva serei a água que molha o teu corpo,
na brisa serei o vento que ameniza o teu calor,
no mar serei as ondas que te banham,
no céu a estrela que te vela, a tua eterna enamorada.
Eu não te abandonarei,
sempre estarei do teu lado,
no perfume da rosa,
no cheiro jogado no ar,
no sol que te aquece.
Não temas,
porque mesmo distante o meu coração clama,
chora e sente a tua falta,
meu lindo menino moreno,
meu doce Lord, meu querido querubim.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
SILÊNCIO.
O silêncio é uma página da vida que poucos conseguem decifrar,
pois o significado dos gestos é muito mais importante que o som,
é a melodia de um ser que cansou de gritar e aprendeu a ouvir,
é uma alma que aprendeu a serenar enquanto atravessa uma tormenta.
O silêncio é o amor guardado,
é a carícia de uma alma com um simples olhar,
é a descoberta do amor
onde as palavras não são pronunciadas,
os olhos falam por si só.
O silêncio é a pausa da solidão,
é o grito dos inocentes,
é o gemido de uma dor sem voz,
é o grito de liberdade
onde a alma está enamorada.
O silêncio é o significado do sentimento
nutrido em uma alma,
pode ser a mais bela sensação de alegria,
ou o ermo da destruição,
é a leitura de um coração.
O meu silêncio é moreno,
é uma rosa com aroma de amor,
é a alegria de um dia de chuva,
a beleza do crepúsculo,
é o sorriso do homem que me inspira.
O meu silêncio é o sorriso da criança que habita em mim,
é a brisa do mar no meu rosto,
é a grandiosidade de Deus,
é o real significado do amor
através da misericórdia do Criador.
O meu silêncio é a beleza da vida,
nos sentimentos de uma alma pura e enamorada,
aonde procuro inspiração para minha poesia em sua canção,
seja no olhar de esmeralda do anjo,
no sorriso da uma criança,
na essência da flor que transmite todo amor.
O meu silêncio é amor,
simples como uma flor,
plantada no coração de todos,
assim como eu,
ainda acredita no amor.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
pois o significado dos gestos é muito mais importante que o som,
é a melodia de um ser que cansou de gritar e aprendeu a ouvir,
é uma alma que aprendeu a serenar enquanto atravessa uma tormenta.
O silêncio é o amor guardado,
é a carícia de uma alma com um simples olhar,
é a descoberta do amor
onde as palavras não são pronunciadas,
os olhos falam por si só.
O silêncio é a pausa da solidão,
é o grito dos inocentes,
é o gemido de uma dor sem voz,
é o grito de liberdade
onde a alma está enamorada.
O silêncio é o significado do sentimento
nutrido em uma alma,
pode ser a mais bela sensação de alegria,
ou o ermo da destruição,
é a leitura de um coração.
O meu silêncio é moreno,
é uma rosa com aroma de amor,
é a alegria de um dia de chuva,
a beleza do crepúsculo,
é o sorriso do homem que me inspira.
O meu silêncio é o sorriso da criança que habita em mim,
é a brisa do mar no meu rosto,
é a grandiosidade de Deus,
é o real significado do amor
através da misericórdia do Criador.
O meu silêncio é a beleza da vida,
nos sentimentos de uma alma pura e enamorada,
aonde procuro inspiração para minha poesia em sua canção,
seja no olhar de esmeralda do anjo,
no sorriso da uma criança,
na essência da flor que transmite todo amor.
O meu silêncio é amor,
simples como uma flor,
plantada no coração de todos,
assim como eu,
ainda acredita no amor.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
domingo, 1 de julho de 2012
SER FELIZ.
Carrego em minha alma as marcas da minha vida,
em alguma parte do meu eu cicatrizes profundas se formaram,
sou um pouco dos amigos e desafetos que na minha vida passaram,
sou mistura do doce e amargo,
com certeza sou fiel, mas não sou fel
mas também mentiria se afirmasse que sou só mel,
sou um pouco das minhas verdades misturada com as mentiras da vida,
sou apenas um ser humano que viveu neste mundo de cão,
pensando ser uma Cinderela,
não tão bela como a original, mas pelo menos sou real.
Carrego no peito os meus amores,
em alguma parte do meu eu cicatrizes profundas se formaram,
sou um pouco dos amigos e desafetos que na minha vida passaram,
sou mistura do doce e amargo,
com certeza sou fiel, mas não sou fel
mas também mentiria se afirmasse que sou só mel,
sou um pouco das minhas verdades misturada com as mentiras da vida,
sou apenas um ser humano que viveu neste mundo de cão,
pensando ser uma Cinderela,
não tão bela como a original, mas pelo menos sou real.
Carrego no peito os meus amores,
meu Deus, minha doce inspiração, minha família
e meus amigos reais e virtuais são os meus amores
da vida tenho muita saudade da minha adolescência,
momentos e amigos que guardo no meu peito apesar da distância,
era a pura simplicidade com a calça jeans, camisão e tênis,
formava o meu belo guarda-roupa,
mas coisa de adolescente no seu corre-corre do dia a dia,
entre a escola, o instituto batista e o conservatório,
era a minha doce alegria, coisas de menina com os seus sonhos.
Mas, a vida não é um conto de fadas,
nem tão pouco o inferno a céu aberto,
entre os dedos no teclado e a Bíblia na mão,
os ensinamentos do meu Deus no coração,
tentei fazer o melhor que eu podia,
o que eu aprendi do amor de Deus,
mas, mesmo assim errei, escolhi amigos infiéis
eu sei o quanto foi doloroso, mas aprendi a lição,
com erros e acertos, assim é o meu jeito de ser,
a menina do bem querer aprendeu ser feliz com a tua bela canção.
Hoje carrego na vida apenas a vontade de ser feliz,
de correr descalça na rua, tomar banho de chuva,
andar de mãos dadas com a minha inspiração,
deixar ir embora o desamor,
viver livre nas asas de um beija flor,
poder rir sem sentir medo da censura alheia,
deixar a vida levar as tristezas e jogarem correntezas abaixo,
da vida tenho muita saudade da minha adolescência,
momentos e amigos que guardo no meu peito apesar da distância,
era a pura simplicidade com a calça jeans, camisão e tênis,
formava o meu belo guarda-roupa,
mas coisa de adolescente no seu corre-corre do dia a dia,
entre a escola, o instituto batista e o conservatório,
era a minha doce alegria, coisas de menina com os seus sonhos.
Mas, a vida não é um conto de fadas,
nem tão pouco o inferno a céu aberto,
entre os dedos no teclado e a Bíblia na mão,
os ensinamentos do meu Deus no coração,
tentei fazer o melhor que eu podia,
o que eu aprendi do amor de Deus,
mas, mesmo assim errei, escolhi amigos infiéis
eu sei o quanto foi doloroso, mas aprendi a lição,
com erros e acertos, assim é o meu jeito de ser,
a menina do bem querer aprendeu ser feliz com a tua bela canção.
Hoje carrego na vida apenas a vontade de ser feliz,
de correr descalça na rua, tomar banho de chuva,
andar de mãos dadas com a minha inspiração,
deixar ir embora o desamor,
viver livre nas asas de um beija flor,
poder rir sem sentir medo da censura alheia,
deixar a vida levar as tristezas e jogarem correntezas abaixo,
deixar apenas os momentos felizes dominarem o meu dia a dia,
simplesmente ser feliz e deixar o passado de dor enterrado
ser a minha doce poesia inspirada no belo olhar de esmeralda do lindo menino.
MÁRCIA MOLARINO _(Direitos Reservados).
simplesmente ser feliz e deixar o passado de dor enterrado
ser a minha doce poesia inspirada no belo olhar de esmeralda do lindo menino.
MÁRCIA MOLARINO _(Direitos Reservados).
sexta-feira, 29 de junho de 2012
DESABROCHAR.
Eu vi a menina correndo,
vi o laço sendo desfeito,
reparei que andavas de salto,
o sapatinho foi esquecido no armário.
Trocou o vestidinho de renda,
por um pretinho básico,
o salto agora é de quinze,
trocou a fantasia da boneca pela de princesa.
Deslumbrou-se com os raios do sol,
aprendeu como uma mulher faz para brilhar,
rompeu à puberdade,
entrou na mocidade.
Aprendeu a semear,
virou a paixão do rapaz,
que deixou de ser menino,
para o teu coração conquistar.
Jogou semente em vários lugares,
raízes não criou em nenhum,
queria o mundo desbravar,
antes de se apaixonar.
A mulher na juventude é uma flor a desabrochar,
mas é na maturidade que faz a colheita das suas flores,
plantada com muito carinho,
no jardim do homem escolhido.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
vi o laço sendo desfeito,
reparei que andavas de salto,
o sapatinho foi esquecido no armário.
Trocou o vestidinho de renda,
por um pretinho básico,
o salto agora é de quinze,
trocou a fantasia da boneca pela de princesa.
Deslumbrou-se com os raios do sol,
aprendeu como uma mulher faz para brilhar,
rompeu à puberdade,
entrou na mocidade.
Aprendeu a semear,
virou a paixão do rapaz,
que deixou de ser menino,
para o teu coração conquistar.
Jogou semente em vários lugares,
raízes não criou em nenhum,
queria o mundo desbravar,
antes de se apaixonar.
A mulher na juventude é uma flor a desabrochar,
mas é na maturidade que faz a colheita das suas flores,
plantada com muito carinho,
no jardim do homem escolhido.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
quinta-feira, 28 de junho de 2012
MEU EU.
Não vi o tempo passar,
não vi a tempestade chegando,
nem reparei que a chuva caia,
minha alma estava tão longe,
que meu corpo parecia um zumbi,
mas neste momento eu te conheci
Distante do meu eu,
procurei e não me encontrei,
tentei sondar para ver o que ainda sobrou de mim,
se no meu jardim ainda florescia as rosas,
quando eu conheci o perfume de jasmim,
eras tu meu amado querubim, que tirou a dor de mim.
Procurei no meu caminho a cura e não encontrei,
eram caminhos em paralelas, mas foi em um caminho perpendicular
que meu caminho cruzou com o teu em uma linda canção
foi neste exato momento que me apaixonei por ti,
a minha alma foi resgatada do silêncio,
do meu coração se apossou, meu lindo querubim.
Sou eu misturada com tua canção sou a poesia junto com a tua crônica,
sou um pedaço de mim junto de ti, sou a letra composta na música,
sou brisa que vai ao encontro do teu mar,
és o amor que preenche o meu coração,
és uma parte da minha vida,
minha louca paixão, minha doce inspiração.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
não vi a tempestade chegando,
nem reparei que a chuva caia,
minha alma estava tão longe,
que meu corpo parecia um zumbi,
mas neste momento eu te conheci
Distante do meu eu,
procurei e não me encontrei,
tentei sondar para ver o que ainda sobrou de mim,
se no meu jardim ainda florescia as rosas,
quando eu conheci o perfume de jasmim,
eras tu meu amado querubim, que tirou a dor de mim.
Procurei no meu caminho a cura e não encontrei,
eram caminhos em paralelas, mas foi em um caminho perpendicular
que meu caminho cruzou com o teu em uma linda canção
foi neste exato momento que me apaixonei por ti,
a minha alma foi resgatada do silêncio,
do meu coração se apossou, meu lindo querubim.
Sou eu misturada com tua canção sou a poesia junto com a tua crônica,
sou um pedaço de mim junto de ti, sou a letra composta na música,
sou brisa que vai ao encontro do teu mar,
és o amor que preenche o meu coração,
és uma parte da minha vida,
minha louca paixão, minha doce inspiração.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
terça-feira, 26 de junho de 2012
AMIGA.
Amiga,
hoje vi teu pranto rolar,
a tristeza no teu olhar,
as lágrimas na tua face escorrer,
por ter perdido o teu bem querer.
Meu ombro não é o mesmo do teu amor,
não te direi as palavras que gostaria de ouvir,
nem passarei as noites do teu lado,
mas se precisar desabafar,
eu irei com muito carinho te ouvir,
minha doce amiga.
Não te direi para procurar outro amor,
porque a sua alma ainda está partida,
encontre o teu caminho primeiro,
retire as mágoas e desamores,
refaça a tua vida e elimine a tua dor,
que a vida retribuíra com um novo amor.
Não há tempestade que dure uma eternidade,
um dia o sol aparecerá lindo e sem umidade,
as águas terão curado toda a dor do passado,
trazendo para ti um novo horizonte,
sem dor e com muita alegria,
florindo no teu coração um novo jardim.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
hoje vi teu pranto rolar,
a tristeza no teu olhar,
as lágrimas na tua face escorrer,
por ter perdido o teu bem querer.
Meu ombro não é o mesmo do teu amor,
não te direi as palavras que gostaria de ouvir,
nem passarei as noites do teu lado,
mas se precisar desabafar,
eu irei com muito carinho te ouvir,
minha doce amiga.
Não te direi para procurar outro amor,
porque a sua alma ainda está partida,
encontre o teu caminho primeiro,
retire as mágoas e desamores,
refaça a tua vida e elimine a tua dor,
que a vida retribuíra com um novo amor.
Não há tempestade que dure uma eternidade,
um dia o sol aparecerá lindo e sem umidade,
as águas terão curado toda a dor do passado,
trazendo para ti um novo horizonte,
sem dor e com muita alegria,
florindo no teu coração um novo jardim.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
segunda-feira, 25 de junho de 2012
HOJE.
Hoje senti um vazio no peito,
a falta de um lindo sorriso,
a flor que não desabrochou,
o botão até encolheu,
de tristeza estremeceu,
faltava uma estrela no céu,
a tua ausência foi sentida,
a minha alma ficou reprimida,
o brilho do teu olhar não aconteceu
faltou você no meu jardim,
meu lindo querubim.
Hoje o vulcão não entrou em erupção,
a criança não brincou na chuva,
o sol se escondeu de tristeza,
o céu derrubou as suas lágrimas na terra,
fechou-se de repente,
as nuvens negras apareceram,
a terra gemeu,
a culpa foi minha, não ouvi a tua canção,
o teu sorriso faltou no meu amanhecer,
o teu caminho não foi feito,
ficou a tristeza no meu peito.
Amo começar a semana com o teu sorriso,
com o teu jeito de menino,
com o teu caminhar de Lord,
com o brilho do sol te convidando
para brilhar junto com ele,
a chuva te chamando para sorrir,
o vento para ouvir o seu som,
a brisa para sentir o seu perfume,
a vida te convidando devagarinho,
para ser diferente na multidão,
ser a minha doce emoção,
fazer bater mais forte o meu pobre coração,
ao ouvi-lo de mansinho,
com o teu jeito de anjo,
dominando o meu ser,
meu lindo bem querer,
meu amado Lord", minha doce inspiração.
Mas esta semana não começou assim,
ficou faltando um pedacinho de mim,
a saudade apertou no meu peito,
a minha alma entristeceu,
o meu céu se fechou,
tudo porque não ouvi a tua canção, meu amor,
mas esta noite voarei para o meu leito,
deitarei minha cabeça e ouvirei a tua canção,
sentirei as batidas do meu coração,
tua boca e a tua alegria na mais doce melodia,
nossas almas se conhecerão ao som de uma nova canção,
na mais louca paixão,
até chegar o dia em que o meu corpo conhecerá o amor,
a mesma alegria sentirei ouvindo a tua canção
meu amado querubim, minha doce inspiração.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
a falta de um lindo sorriso,
a flor que não desabrochou,
o botão até encolheu,
de tristeza estremeceu,
faltava uma estrela no céu,
a tua ausência foi sentida,
a minha alma ficou reprimida,
o brilho do teu olhar não aconteceu
faltou você no meu jardim,
meu lindo querubim.
Hoje o vulcão não entrou em erupção,
a criança não brincou na chuva,
o sol se escondeu de tristeza,
o céu derrubou as suas lágrimas na terra,
fechou-se de repente,
as nuvens negras apareceram,
a terra gemeu,
a culpa foi minha, não ouvi a tua canção,
o teu sorriso faltou no meu amanhecer,
o teu caminho não foi feito,
ficou a tristeza no meu peito.
Amo começar a semana com o teu sorriso,
com o teu jeito de menino,
com o teu caminhar de Lord,
com o brilho do sol te convidando
para brilhar junto com ele,
a chuva te chamando para sorrir,
o vento para ouvir o seu som,
a brisa para sentir o seu perfume,
a vida te convidando devagarinho,
para ser diferente na multidão,
ser a minha doce emoção,
fazer bater mais forte o meu pobre coração,
ao ouvi-lo de mansinho,
com o teu jeito de anjo,
dominando o meu ser,
meu lindo bem querer,
meu amado Lord", minha doce inspiração.
Mas esta semana não começou assim,
ficou faltando um pedacinho de mim,
a saudade apertou no meu peito,
a minha alma entristeceu,
o meu céu se fechou,
tudo porque não ouvi a tua canção, meu amor,
mas esta noite voarei para o meu leito,
deitarei minha cabeça e ouvirei a tua canção,
sentirei as batidas do meu coração,
tua boca e a tua alegria na mais doce melodia,
nossas almas se conhecerão ao som de uma nova canção,
na mais louca paixão,
até chegar o dia em que o meu corpo conhecerá o amor,
a mesma alegria sentirei ouvindo a tua canção
meu amado querubim, minha doce inspiração.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sábado, 23 de junho de 2012
TATUADO.
No momento que meu olhar
encontrou com o teu,
sabia que eu seria cativada, ele era perfeito,
por esta razão me apaixonei.
Olhei dentro da tua alma e enxerguei um menino,
mais fundo descobri um ser humano,
quando olhei nos teus olhos, me enxerguei grudada na tua alma,
neste momento senti que te amaria por toda a eternidade.
Parei de olhar, meus olhos começaram a temer,
o que a minha alma já sabia,
estava enamorada por ti,
meu lindo querubim.
Não sei te explicar,
mas toda vez que ouço a tua canção,
uma paz invade o meu ser, não consigo sentir nada diferente,
já tentei te esquecer mas foi em vão;
Minha alma tenta desvencilhar de ti, impossível pois minha alma já estava enamorada por ti,
o mundo inteiro já sabe, que dentro de minha alma está cravado,
marcado a ferro e pela chama da paixão,
foi tatuado no meu coração o teu nome e a tua bela canção.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
encontrou com o teu,
sabia que eu seria cativada, ele era perfeito,
por esta razão me apaixonei.
Olhei dentro da tua alma e enxerguei um menino,
mais fundo descobri um ser humano,
quando olhei nos teus olhos, me enxerguei grudada na tua alma,
neste momento senti que te amaria por toda a eternidade.
Parei de olhar, meus olhos começaram a temer,
o que a minha alma já sabia,
estava enamorada por ti,
meu lindo querubim.
Não sei te explicar,
mas toda vez que ouço a tua canção,
uma paz invade o meu ser, não consigo sentir nada diferente,
já tentei te esquecer mas foi em vão;
Minha alma tenta desvencilhar de ti, impossível pois minha alma já estava enamorada por ti,
o mundo inteiro já sabe, que dentro de minha alma está cravado,
marcado a ferro e pela chama da paixão,
foi tatuado no meu coração o teu nome e a tua bela canção.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quarta-feira, 20 de junho de 2012
MISTÉRIO.
Desvende o meu lado oculto, um olhar de mistério
rasgue o meu véu, que lhe mostrarei a minha alma
vasculhe dentro de mim, a alma que tu curaste
e a guardei para ti, ela ela está na minha poesia.
Desvende o que vai além do meu olhar,
que meu corpo estremece só em pensar,
um prelúdio de loucura com amor,
retire o meu pudor.
Desvende o que vai além da planície,
o outro lado da meninice,
do doce misturado com salgado,
o desejo ardente da mulher, meu amado.
Desvende o meu mistério,
descubra a chave deste enigma,
em troca serei totalmente tua,
a mulher misturada com menina.
Desvende a cor da minha alma,
do desejo misturado com paixão,
da minha loucura acessa com a tua chama,
depois apague a chama meu coração.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
rasgue o meu véu, que lhe mostrarei a minha alma
vasculhe dentro de mim, a alma que tu curaste
e a guardei para ti, ela ela está na minha poesia.
Desvende o que vai além do meu olhar,
que meu corpo estremece só em pensar,
um prelúdio de loucura com amor,
retire o meu pudor.
Desvende o que vai além da planície,
o outro lado da meninice,
do doce misturado com salgado,
o desejo ardente da mulher, meu amado.
Desvende o meu mistério,
descubra a chave deste enigma,
em troca serei totalmente tua,
a mulher misturada com menina.
Desvende a cor da minha alma,
do desejo misturado com paixão,
da minha loucura acessa com a tua chama,
depois apague a chama meu coração.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
PERFEIÇÃO.
Não busco um encontro perfeito,
porque a perfeição não existe,
mas todo sentimento é perfeito em si,
porque a perfeição está na alma e como ela enxerga
porque a perfeição não existe,
mas todo sentimento é perfeito em si,
porque a perfeição está na alma e como ela enxerga
o sentimento que brota em outra alma sensível
e posso procurar no meu dia a dia
a perfeição do meu amor, que nasceu da minha poesia.
Não existem muralhas indestrutíveis,
nem rocha que não seja contornada,
nem abismo que não tenha fim,
tudo e todos podemos vencer,
porque possuímos o amor perfeito,
porque aceitamos os nossos erros
nos temos o mesmo horizonte na direção do mar.
Não quero o dia perfeito,
quero a chuva da manhã, o sol ardente da tarde,
o calor abafado das noites de verão,
o frio cortante do inverno,
o dia tumultuado das grandes metrópoles,
quero apenas fazer parte deste mundo louco,
mas será perfeito se eu puder fazer parte do teu mundo.
Não quero o verso simétrico, nem a rima perfeita,
quero apenas um jeito de tocar no teu coração,
transformar o que sinto em emoção, repartir tudo isto contigo,
e posso procurar no meu dia a dia
a perfeição do meu amor, que nasceu da minha poesia.
Não existem muralhas indestrutíveis,
nem rocha que não seja contornada,
nem abismo que não tenha fim,
tudo e todos podemos vencer,
porque possuímos o amor perfeito,
porque aceitamos os nossos erros
nos temos o mesmo horizonte na direção do mar.
Não quero o dia perfeito,
quero a chuva da manhã, o sol ardente da tarde,
o calor abafado das noites de verão,
o frio cortante do inverno,
o dia tumultuado das grandes metrópoles,
quero apenas fazer parte deste mundo louco,
mas será perfeito se eu puder fazer parte do teu mundo.
Não quero o verso simétrico, nem a rima perfeita,
quero apenas um jeito de tocar no teu coração,
transformar o que sinto em emoção, repartir tudo isto contigo,
não quero o teu ombro amigo, quero o teu coração de menino,
quero sentir este amor por inteiro, não quero contar os meus problemas
quero que sejas a solução do meu coração,
quero viver intensamente esta paixão.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quero sentir este amor por inteiro, não quero contar os meus problemas
quero que sejas a solução do meu coração,
quero viver intensamente esta paixão.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
NÃO PROCURES.
Não me procures no chão,
eu nunca estou com os pés grudados nele,
me procures no ar,
estou sempre procurando a minha liberdade,
o meu canto amigo,
o meu voo rasante,
o teu ninho meu amor.
Não procures na noite, nem tão pouco na escuridão,
me encontrarás no dia ensolarado,
no crepúsculo enamorado,
em qualquer raio de sol,
no arco-íris após a tempestade,
estou procurando o meu pote de ouro,
que és tu meu tesouro.
Não me procures nas trevas, me procures na luz,
no brilho das estrelas,
nela estou meu amor,
porque durante à noite eu sou estrela,
velando por ti, meu lindo menino,
clareando os caminhos dos teus sonhos,
embalando o teu descanso, meu amor.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
eu nunca estou com os pés grudados nele,
me procures no ar,
estou sempre procurando a minha liberdade,
o meu canto amigo,
o meu voo rasante,
o teu ninho meu amor.
Não procures na noite, nem tão pouco na escuridão,
me encontrarás no dia ensolarado,
no crepúsculo enamorado,
em qualquer raio de sol,
no arco-íris após a tempestade,
estou procurando o meu pote de ouro,
que és tu meu tesouro.
Não me procures nas trevas, me procures na luz,
no brilho das estrelas,
nela estou meu amor,
porque durante à noite eu sou estrela,
velando por ti, meu lindo menino,
clareando os caminhos dos teus sonhos,
embalando o teu descanso, meu amor.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
IMORTAL _ SOL.
Não sei como aconteceu, meu Sol
em que universo cruzei com tua alma,
em que momento se uniram e transformaram-se em uma,
em que dimensão o meu ser te encontrou,
só sei que o meu amor por ti imortalizou.
Não sei em que correnteza encontrei o teu rio,
em que oceano teu mar lançou as tuas águas,
não sei em que montanha o frio me congelou,
em que vulcão as tuas lavas me derreteram,
só sei que por ti me apaixonei.
Não sei em que praia te vi passar,
o teu andar com o meu olhar acompanhei,
em que brisa voei ao teu encontro,
em que vento fui para o teu horizonte,
em que lua adormeci no teu peito.
Não sei o momento
que tive a certeza que estava enamorada por ti,
mas sei exatamente o momento
que os meus olhos te viram pela primeira vez,
sabia meu amado que te amaria o resto dos meus dias.
Juro que tentei te esquecer,
do meu coração arrancar-te,
mas descobri meu amado SOL,
que este amor é imortal,
nada e ninguém consegue destruí-lo,
meu doce menino.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
segunda-feira, 18 de junho de 2012
INVERNO.
Hoje o sol brilhou,
mas não chegou ardendo,
pediu licença durante a tarde e partiu.
Senti o frio batendo na porta,
o vento varrendo as folhas secas do chão,
era o anúncio da tempestade chegando,
as lágrimas do céu caindo,
limpando a dor do mundo,
lavando todo o nosso ser,
deixando apenas o nosso bem querer.
Era a nostalgia se fazendo presente,
era o anoitecer sombrio,
era o dia perdendo o seu brilho,
era o arrepio do frio,
a noite se tornando mais lenta,
e o dia demorando para nascer,
se escondendo na neblina,
como o segredo da menina.
Durante meses te esperei,
fiz versos esperando a tua chegada,
chegou meio tímido,
trazendo o gostoso frio,
ah meu Deus traga o meu amado menino,
para aquecer a minha pele fria,
nestas noites de inverno intenso,
onde a solidão não alivia,
a saudade de ti meu amado,
nem mesmo um delicioso caldo,
regado com um vinho,
deixa eu esquecer o meu doce menino.
Bem-vindo meu amado inverno,
a estação da alma quente,
que leva os amantes ao delírio,
depois do prazer na deliciosa noite fria,
uma taça do melhor vinho,
ou quem sabe um leite com conhaque,
para aquecer o corpo,
porque a alma já foi aquecida
nos braços do amado.
MÁRCIA MOLARINO. _ ( Direitos Reservados).
mas não chegou ardendo,
pediu licença durante a tarde e partiu.
Senti o frio batendo na porta,
o vento varrendo as folhas secas do chão,
era o anúncio da tempestade chegando,
as lágrimas do céu caindo,
limpando a dor do mundo,
lavando todo o nosso ser,
deixando apenas o nosso bem querer.
Era a nostalgia se fazendo presente,
era o anoitecer sombrio,
era o dia perdendo o seu brilho,
era o arrepio do frio,
a noite se tornando mais lenta,
e o dia demorando para nascer,
se escondendo na neblina,
como o segredo da menina.
Durante meses te esperei,
fiz versos esperando a tua chegada,
chegou meio tímido,
trazendo o gostoso frio,
ah meu Deus traga o meu amado menino,
para aquecer a minha pele fria,
nestas noites de inverno intenso,
onde a solidão não alivia,
a saudade de ti meu amado,
nem mesmo um delicioso caldo,
regado com um vinho,
deixa eu esquecer o meu doce menino.
Bem-vindo meu amado inverno,
a estação da alma quente,
que leva os amantes ao delírio,
depois do prazer na deliciosa noite fria,
uma taça do melhor vinho,
ou quem sabe um leite com conhaque,
para aquecer o corpo,
porque a alma já foi aquecida
nos braços do amado.
MÁRCIA MOLARINO. _ ( Direitos Reservados).
domingo, 17 de junho de 2012
AQUARELA.
A minha vida é composta de cores abertas,
momentos desenhados pelo lápis de cor,
do meu amanhecer ao meu amor,
traço as retas e curvas, voo entre as nuvens,
contorno com o meu grafite as montanhas,
vou traçando a face amiga, vou brincando de aquarela,
transformando o meu dia a dia em uma linda tela
um dia já uma tela negra, mas uma canção a transformou
Meu voo é lilás,
momentos desenhados pelo lápis de cor,
do meu amanhecer ao meu amor,
traço as retas e curvas, voo entre as nuvens,
contorno com o meu grafite as montanhas,
vou traçando a face amiga, vou brincando de aquarela,
transformando o meu dia a dia em uma linda tela
um dia já uma tela negra, mas uma canção a transformou
em um lindo arco-íris de amor
Hoje brinco entre as cores, o meu silêncio é vermelho,
Hoje brinco entre as cores, o meu silêncio é vermelho,
da cor da minha paixão, meu coração tem a cor do sangue
misturada com o branco da tua rosa que trás luz ao meu viver
dependendo do dia ela pode ser cor de rosa
em outros preto ou cinza, da dor que minha alma estiver
se unida ao meu silêncio se torna um vermelho vida,
unida a tua rosa, meu amor, se torna o buque perfeito
misturada com o branco da tua rosa que trás luz ao meu viver
dependendo do dia ela pode ser cor de rosa
em outros preto ou cinza, da dor que minha alma estiver
se unida ao meu silêncio se torna um vermelho vida,
unida a tua rosa, meu amor, se torna o buque perfeito
assim é a minha aquarela entre versos e rimas
minha cor nunca poderá ser neutra, porque o neutro
não é alma, e alma sem cor nunca poderá ser amor.
Meu voo é lilás,
meu sorriso azul,
minhas amizades amarela,
meu canto é terra,
só podia ser marrom,
minha vida é um arco-íris de emoções,
dependendo da minha caminhada,
pode ser até alaranjada,
a cor do crepúsculo,
a beleza da vida em um minuto, meu amor.
Sou feita de cores, minha áurea é brilhosa,
minha alma é branca ou preta, depende da tempestade,
depois será tão alva como a neve,
pura como o néctar dos deuses, soberana e sensível,
minhas amizades amarela,
meu canto é terra,
só podia ser marrom,
minha vida é um arco-íris de emoções,
dependendo da minha caminhada,
pode ser até alaranjada,
a cor do crepúsculo,
a beleza da vida em um minuto, meu amor.
Sou feita de cores, minha áurea é brilhosa,
minha alma é branca ou preta, depende da tempestade,
depois será tão alva como a neve,
pura como o néctar dos deuses, soberana e sensível,
mas sonhadora e aprisionada,
pelo teu olhar de esmeralda,
meu lindo amor, que dominou o meu vermelho,
e libertou o meu preto da minha alma
deixando o branco do silêncio livre,
para voar para o teu ninho.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
pelo teu olhar de esmeralda,
meu lindo amor, que dominou o meu vermelho,
e libertou o meu preto da minha alma
deixando o branco do silêncio livre,
para voar para o teu ninho.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
segunda-feira, 11 de junho de 2012
MORENO.
Na minha estrada caminhava sozinha,
o silêncio era o meu amigo,
a solidão minha companheira de viagem,
até que vi um moreno bonito,
do silêncio me resgatou,
do meu coração se apossou,
por este menino me apaixonei,
do silêncio me livrei.
Hoje vivo sonhando acordada,
quero namorar com o lindo moreno
de mãos dadas passear,
este mundo descobrir
do lado do meu amado,
voar nas asas do condor,
viver neste mundo de flor,
esta minha linda paixão,
com o homem que conquistou o meu coração.
Márcia Molarino _ (Direitos reservados).
o silêncio era o meu amigo,
a solidão minha companheira de viagem,
até que vi um moreno bonito,
do silêncio me resgatou,
do meu coração se apossou,
por este menino me apaixonei,
do silêncio me livrei.
Hoje vivo sonhando acordada,
quero namorar com o lindo moreno
de mãos dadas passear,
este mundo descobrir
do lado do meu amado,
voar nas asas do condor,
viver neste mundo de flor,
esta minha linda paixão,
com o homem que conquistou o meu coração.
Márcia Molarino _ (Direitos reservados).
sexta-feira, 8 de junho de 2012
INVERNO.
O chão virou um tapete branco,
o céu se tornou cinza,
a água gelou,
o corpo encolheu,
a pele ressecou,
a chuva trouxe o vento frio,
a ressaca do mar invadiu à praia,
a rua ficou deserta,
a lareira foi acessa,
o vinho ficou quente,
as mãos se uniram,
finalmente o frio chegou.
O corpo pede algo quentinho,
pode ser um agasalho,
ou a mão do meu amor,
a paisagem é mais fria,
mas também é aconchegante,
o corpo pede complemento,
pode ser você meu bem,
o corpo esfria com o frio,
mas a alma é aquecida pela paixão,
pelo fogo ardente do coração,
nele habita o meu amor,
que esquenta o meu corpo com o seu calor.
O frio pede um complemento,
pode ser um casaco ou uma mão,
o casaco pode ser de lã
mas a mão tem que ser a tua minha paixão,
pede um corpo ou um vinho,
o vinho pode ser seco ou suave,
o corpo é o teu meu Lord "M",
pede uma lareira ou a chama,
a lareira pode ser qualquer uma,
a chama só a tua,
porque só você pode esquentar as minhas geleiras,
porque só tu meu amor
conheces o caminho do meu coração.
Quero neste inverno dormi na tua cama,
ser aquecida pelas tuas mãos,
ser acessa pela tua chama,
dormi nua enroscada no teu corpo,
ser uma menina no corpo de mulher,
ser a loucura e a demência
saciada com o teu prazer
quero nesta noite fria ser o teu bem querer,
depois adormecer,
hibernar no inverno da ilusão,
me perder nas tuas mãos,
gritar depois do prazer,
fui tua meu bem querer
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
o céu se tornou cinza,
a água gelou,
o corpo encolheu,
a pele ressecou,
a chuva trouxe o vento frio,
a ressaca do mar invadiu à praia,
a rua ficou deserta,
a lareira foi acessa,
o vinho ficou quente,
as mãos se uniram,
finalmente o frio chegou.
O corpo pede algo quentinho,
pode ser um agasalho,
ou a mão do meu amor,
a paisagem é mais fria,
mas também é aconchegante,
o corpo pede complemento,
pode ser você meu bem,
o corpo esfria com o frio,
mas a alma é aquecida pela paixão,
pelo fogo ardente do coração,
nele habita o meu amor,
que esquenta o meu corpo com o seu calor.
O frio pede um complemento,
pode ser um casaco ou uma mão,
o casaco pode ser de lã
mas a mão tem que ser a tua minha paixão,
pede um corpo ou um vinho,
o vinho pode ser seco ou suave,
o corpo é o teu meu Lord "M",
pede uma lareira ou a chama,
a lareira pode ser qualquer uma,
a chama só a tua,
porque só você pode esquentar as minhas geleiras,
porque só tu meu amor
conheces o caminho do meu coração.
Quero neste inverno dormi na tua cama,
ser aquecida pelas tuas mãos,
ser acessa pela tua chama,
dormi nua enroscada no teu corpo,
ser uma menina no corpo de mulher,
ser a loucura e a demência
saciada com o teu prazer
quero nesta noite fria ser o teu bem querer,
depois adormecer,
hibernar no inverno da ilusão,
me perder nas tuas mãos,
gritar depois do prazer,
fui tua meu bem querer
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
terça-feira, 5 de junho de 2012
Moreno
Moreno
da cor do pecado,
dos cabelos negros,
do sorriso maroto,
do homem com jeito de garoto,
nestes teus olhos eu me perco toda,
nesta boca eu me embriago,
por este teu olhar me apaixonei,
neste teu andar eu me enlouqueço,
ai de mim meu Deus,
assim eu morro ou padeço.
Moreno,
menino que me deixa sem juízo,
no teu corpo fico perdida,
perto de ti fico sem sentido,
tento não olhar para não me trair,
às vezes ignorar-te é a minha saída,
caso contrário sou traída por mim,
ah meu moreno com perfume de jasmim,
não tens pena de mim,
que sofro por não tê-lo,
mas pelo menos vives dentro da minha alma,
que sorri toda noite ao dormir junto da tua alma.
Moreno,
meu corpo estremece quando estou pensando de ti,
no meu despertar é o primeiro que lembro,
minha alma volta sorrindo da noite de amor contigo,
o meu dia é mais florido quando ouço a tua canção de amor,
ah moreno, tu me deixas a beira do abismo da loucura,
quando sorri sinto o meu corpo suando frio,
é desejo e prazer por ti,
não faz assim meu moreno,
meu coração ainda para de bater de tanta dor,
é de saudade de ti meu amor.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
dos cabelos negros,
do sorriso maroto,
do homem com jeito de garoto,
nestes teus olhos eu me perco toda,
nesta boca eu me embriago,
por este teu olhar me apaixonei,
neste teu andar eu me enlouqueço,
ai de mim meu Deus,
assim eu morro ou padeço.
Moreno,
menino que me deixa sem juízo,
no teu corpo fico perdida,
perto de ti fico sem sentido,
tento não olhar para não me trair,
às vezes ignorar-te é a minha saída,
caso contrário sou traída por mim,
ah meu moreno com perfume de jasmim,
não tens pena de mim,
que sofro por não tê-lo,
mas pelo menos vives dentro da minha alma,
que sorri toda noite ao dormir junto da tua alma.
Moreno,
meu corpo estremece quando estou pensando de ti,
no meu despertar é o primeiro que lembro,
minha alma volta sorrindo da noite de amor contigo,
o meu dia é mais florido quando ouço a tua canção de amor,
ah moreno, tu me deixas a beira do abismo da loucura,
quando sorri sinto o meu corpo suando frio,
é desejo e prazer por ti,
não faz assim meu moreno,
meu coração ainda para de bater de tanta dor,
é de saudade de ti meu amor.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quinta-feira, 31 de maio de 2012
MEU AMOR _ LINDO SOL.
Na praia corro ao encontro do meu mar,
fugindo da minha saudade,
buscando molhar os meus pés,
rasgando as ondas do medo,
vou atrás dos meus desejos,
nele encontro o meu amor,
no sorriso do menino bonito,
curo a minha dor.
Voo nas asas do condor,
escondendo a minha dor,
revirando o baú de tristeza,
descubro escondido entre as minhas memórias
fotos tuas de outrora em uma revista,
nela sinto o meu coração bater,
é saudade de ti,
meu bem querer.
Escalo a montanha da emoção,
em cada pedra vencida,
um estímulo para ficar do teu lado,
estou perto do céu,
querendo sentir o frio do vento me cortando,
mais perto do meu amado estou chegando,
sinto a tua mão me entrelaçando,
nas alturas vou te amando.
A saudade de ti é grande,
meu amado, lindo sol,
vou escrevendo o meu amor,
em cada palavra sinto o teu cheiro,
em cada poesia planto uma flor,
ao terminar o ano terei escrito um livro,
e terei um lindo jardim,
com teu cheiro de jasmim.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos reservados).
fugindo da minha saudade,
buscando molhar os meus pés,
rasgando as ondas do medo,
vou atrás dos meus desejos,
nele encontro o meu amor,
no sorriso do menino bonito,
curo a minha dor.
Voo nas asas do condor,
escondendo a minha dor,
revirando o baú de tristeza,
descubro escondido entre as minhas memórias
fotos tuas de outrora em uma revista,
nela sinto o meu coração bater,
é saudade de ti,
meu bem querer.
Escalo a montanha da emoção,
em cada pedra vencida,
um estímulo para ficar do teu lado,
estou perto do céu,
querendo sentir o frio do vento me cortando,
mais perto do meu amado estou chegando,
sinto a tua mão me entrelaçando,
nas alturas vou te amando.
A saudade de ti é grande,
meu amado, lindo sol,
vou escrevendo o meu amor,
em cada palavra sinto o teu cheiro,
em cada poesia planto uma flor,
ao terminar o ano terei escrito um livro,
e terei um lindo jardim,
com teu cheiro de jasmim.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos reservados).
domingo, 27 de maio de 2012
GÊNESIS.
No gênesis da minha vida,
teu nome foi tatuado em minha alma,
o teu caminho foi entrelaçado ao meu,
minha força se uniu em torno da tua canção,
a semente germinou, a paixão se acendeu,
meu corpo estremeceu,
no momento que tua voz dominou o meu ser,
minha alma despertou, um único som foi ouvido,
as batidas do meu coração,
em um só compasso.
No início tive medo deste amor,
parecia tão ingênuo e frágil,
tão incapaz de prosseguir,
era um único momento,
não tinha um jardim,
mas tinha a força de uma alma,
que gritava dia e noite, não conseguia a canção esquecer,
teu nome foi tatuado em minha alma,
o teu caminho foi entrelaçado ao meu,
minha força se uniu em torno da tua canção,
a semente germinou, a paixão se acendeu,
meu corpo estremeceu,
no momento que tua voz dominou o meu ser,
minha alma despertou, um único som foi ouvido,
as batidas do meu coração,
em um só compasso.
No início tive medo deste amor,
parecia tão ingênuo e frágil,
tão incapaz de prosseguir,
era um único momento,
não tinha um jardim,
mas tinha a força de uma alma,
que gritava dia e noite, não conseguia a canção esquecer,
nem a distância esfriava as chamas deste amor,
nas noites frias minha alma suava de calor,
no calor tinha calafrios, era a falta de ti.
Um grito de liberdade senti naquele dia,
sentia que iria viver por este amor,
não conseguia esquecer o teu olhar,
a tua força consumia a minha mente,
o teu sorriso invadia a minha alma,
as tuas mãos regia os meus passos,
o teu olhar controlava a minha vida,
hoje eu entendo que tudo estava escrito,
naquele momento que tua voz salvou minha alma,
se concretizou o que no gênesis foi escrito, o meu eterno amor por ti, meu amado .
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
nas noites frias minha alma suava de calor,
no calor tinha calafrios, era a falta de ti.
Um grito de liberdade senti naquele dia,
sentia que iria viver por este amor,
não conseguia esquecer o teu olhar,
a tua força consumia a minha mente,
o teu sorriso invadia a minha alma,
as tuas mãos regia os meus passos,
o teu olhar controlava a minha vida,
hoje eu entendo que tudo estava escrito,
naquele momento que tua voz salvou minha alma,
se concretizou o que no gênesis foi escrito, o meu eterno amor por ti, meu amado .
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quarta-feira, 23 de maio de 2012
MEU AVESSO.
A lua que desenha a noite,
o luar que entra pela janela,
a estrela que clareia,
o frio que entra pela porta ao anoitecer,
o brilho do sol se despedindo,
nascendo no olhar do menino um carisma,
a beleza do sentimento perfeito na primeira poesia,
assim é o meu avesso,
com perfume de flor.
O brilho no olhar do homem que desejo amar,
o carinho da criança,
a flor desabrochando,
a água brotando das pedras,
o rio correndo para o penhasco,
criando uma linda queda d'água,
assim é o meu avesso,
um eterno recomeço.
Meu avesso é um anjo com uma doce voz,
esbelto de sorriso fácil,
um menino no corpo de um homem,
uma voz com olhos de esmeralda,
assim é o meu avesso,
meu lado de dentro por ele foi habitado,
já não sou eu,
mas ele em mim,
até o seu perfume de rosas,
penetrou em minha alma,
agora o meu avesso é feito de canção.
Meu domínio é dividido,
entre a fera e o poder,
a menina e a doutora,
o certo é o que eu desejo,
o que devo fazer e o que sinto vontade,
duas partes que se encaixam,
o meu avesso é o meu anjo,
por ele o meu mundo escorre,
entre os dedos e as mãos,
entre o corpo e a alma,
porque o meu avesso é coração,
é o meu anjo em forma de canção,
minha doce e mais bela inspiração.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
o luar que entra pela janela,
a estrela que clareia,
o frio que entra pela porta ao anoitecer,
o brilho do sol se despedindo,
nascendo no olhar do menino um carisma,
a beleza do sentimento perfeito na primeira poesia,
assim é o meu avesso,
com perfume de flor.
O brilho no olhar do homem que desejo amar,
o carinho da criança,
a flor desabrochando,
a água brotando das pedras,
o rio correndo para o penhasco,
criando uma linda queda d'água,
assim é o meu avesso,
um eterno recomeço.
Meu avesso é um anjo com uma doce voz,
esbelto de sorriso fácil,
um menino no corpo de um homem,
uma voz com olhos de esmeralda,
assim é o meu avesso,
meu lado de dentro por ele foi habitado,
já não sou eu,
mas ele em mim,
até o seu perfume de rosas,
penetrou em minha alma,
agora o meu avesso é feito de canção.
Meu domínio é dividido,
entre a fera e o poder,
a menina e a doutora,
o certo é o que eu desejo,
o que devo fazer e o que sinto vontade,
duas partes que se encaixam,
o meu avesso é o meu anjo,
por ele o meu mundo escorre,
entre os dedos e as mãos,
entre o corpo e a alma,
porque o meu avesso é coração,
é o meu anjo em forma de canção,
minha doce e mais bela inspiração.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
terça-feira, 15 de maio de 2012
AMO.
Amo cada minuto que penso em ti,
luto com os meus olhos para não demonstrar,
o prazer que sinto em contempla-lo,
ah! como é bom ama-lo,
simplesmente, ama-lo.
ah! como é bom ama-lo,
simplesmente, ama-lo.
Amo ouvi a tua voz, senti o teu belo olhar,
contemplar devagarinho este momento,
como contemplo o crepúsculo,
depois sinto o perfume da flor,
nela tu estás meu amor.
Ah! Como é bom saber que o meu coração
bate em um ritmo acelerado,
no momento que meus olhos te contemplam,
como é bom saber que o meu ser
tem um lindo bem querer.
Sou feliz porque amo, porque viver amando
é a melhor forma de se viver,
do silêncio e da dor tu resgataste a minha alma,
para sempre apossaste do meu coração,
transformaste na minha grande paixão.
do silêncio e da dor tu resgataste a minha alma,
para sempre apossaste do meu coração,
transformaste na minha grande paixão.
Amo, simplesmente amo,
porque enquanto amor eu sentir, eu estarei viva,
respirando este amor divino, no olhar deste lindo menino,
o homem do sorriso leve, da alma generosa
que me embriaga cada vez que contemplo este belo olhar.
o homem do sorriso leve, da alma generosa
que me embriaga cada vez que contemplo este belo olhar.
O amor é o sentimento que une o ser humano ao mundo,
porque no momento que ingerimos esta pílula chamada amor,
somos capazes dos atos mais generosos e maravilhosos jamais imaginados,
porque o amor transforma o feio em belo, a dor em alegria, sofrimento em felicidade,
as lágrimas em um lindo sorriso, as pedras secas na mais linda nascente, a serpente em cisne, o coração duro em gente.
Eu amo amar,
quero morrer amando,
porque não existe sentimento mais nobre
amar, simplesmente amar, por esta razão
eu vivo o mais lindo sentimento por ti, o amor.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos reservados).
REFÚGIO.
Busquei refúgio onde os meus olhos te enxergaria,
pois minha alma se sente segura com o teu olhar
fui mais longe que consegui, subi aos maiores picos,
desci no local mais ermo, meu desespero me levou
as profundezas da amargura, me vesti de desilusão com agonia,
desfiz toda a minha fantasia, fui buscar no meu ser,
respostas para te encontrar e novamente na tua vi=oz me aconchegar.
Foi uma busca inútil, tu estas dentro de mim,
és mais forte do que o meu eu, tua alma apossaste da minha,
não existe e nunca existiu a distância entre nós,
grudados estão nossas mentes e almas, minha essência fez morada em teu coração,
aprendeu a viver entre o medo e a solidão, porque minha alma é regida pela tua emoção,
grudados estão nossas mentes e almas, minha essência fez morada em teu coração,
aprendeu a viver entre o medo e a solidão, porque minha alma é regida pela tua emoção,
no compasso da minha vida, já não sou mais eu, mas você em mim.
Meu refúgio está dentro de ti, minha inspiração poética nasce do teu olhar,
os meus desejos e sonhos entrelacei ao teu, o meu caminho plantei a tua rosa branca,
meu amado menino, na minha vida fiz pousada na tua rua,
não sei se eu sou você ou se sou pura ilusão,
só sei apenas de uma verdade, pertenço ao teu coração,
os meus desejos e sonhos entrelacei ao teu, o meu caminho plantei a tua rosa branca,
meu amado menino, na minha vida fiz pousada na tua rua,
não sei se eu sou você ou se sou pura ilusão,
só sei apenas de uma verdade, pertenço ao teu coração,
nele eu fiz o meu habitar, agora eu só quero te amar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
A CHUVA.
A chuva caindo lá fora,
eu presa na minha existência pensando em ti,
as lágrimas da minha alma escorre como a chuva na janela,
a minha dor é maior que o tempo nublado,
amanhã fará sol,
o meu coração continuará nublado e,
dentro de mim a dor permanecerá,
você tatuou o teu sorriso na minha alma,
foi embora e deixou-o dentro de mim.
Os gritos do silêncio atormenta a minha alma,
falta a tua gargalhada,
a tua voz ainda soa nos meus ouvidos,
a tua face ainda enxergo no espelho.
vejo tua boca sorrindo para mim,
tuas mãos tocando no meu corpo
o encontro dos nossos olhares no amor
teu gemido após o prazer
não tem como não pensar em ti.
Ah! A chuva caindo lá fora,
eu não consigo sair neste temporal,
estou fraca demais, mas eu irei até você
no momento que esta chuva cessar,
não consigo viver longe dos teus olhos,
longe do teu perfume, longe de mim
porque eu sou você tatuado no meu corpo
minha alma está em tuas mãos,
minha doce paixão.
Ah! A chuva caindo lá fora,
o frio atormenta o meu corpo,
a saudade dilacera a minha alma,
meu amor foste embora e,
levaste o meu ser contigo,
pelo menos me devolva a minha alma,
caso contrário meu amado,
serei um eterno zumbi,
longe de ti.
A chuva caindo lá fora e eu pensando em ti ..................
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
NÃO DIGAS ADEUS.
Não digas adeus, apenas um até logo,
preciso de um motivo para tua volta,
se dizer adeus, não terás porque voltar,
quero motivos, alguma razão,
meu coração ainda irá ficar neste lugar, preciso de ti.
Não digas adeus, porque verei ainda este crepúsculo,
sentirei o voo do pássaro rasante, o cheiro do mato,
a calmaria do mar, eu preciso que voltes para te amar,
ainda amo-te, minha alma ainda ficará aqui,
esperando a tua volta.
Não digas adeus, porque sabes que voltarás,
não conseguirei viver sem o teu amor,
sem as tuas carícias,
sem o teu sorriso e a tua calma,
sem o teu bem querer.
Não digas adeus, porque não partirás para sempre,
adeus é jamais voltar, adeus é partida sem volta,
adeus é a morte do corpo e da alma,
adeus é para sempre viver longe dos teus olhos,
longe do teu corpo, meu amor, longe da minha vida.
preciso de um motivo para tua volta,
se dizer adeus, não terás porque voltar,
quero motivos, alguma razão,
meu coração ainda irá ficar neste lugar, preciso de ti.
Não digas adeus, porque verei ainda este crepúsculo,
sentirei o voo do pássaro rasante, o cheiro do mato,
a calmaria do mar, eu preciso que voltes para te amar,
ainda amo-te, minha alma ainda ficará aqui,
esperando a tua volta.
Não digas adeus, porque sabes que voltarás,
não conseguirei viver sem o teu amor,
sem as tuas carícias,
sem o teu sorriso e a tua calma,
sem o teu bem querer.
Não digas adeus, porque não partirás para sempre,
adeus é jamais voltar, adeus é partida sem volta,
adeus é a morte do corpo e da alma,
adeus é para sempre viver longe dos teus olhos,
longe do teu corpo, meu amor, longe da minha vida.
Meu amor isto eu não conseguirei, viver longe de ti
porque amo-te mais do que a mim,
não conseguirei viver longe de ti,
longe dos teus beijos, longe dos teus carinhos,
longe das tuas mãos, longe do teu prazer.
Não digas adeus, digas até logo,
até a volta, até um dia, até quando o meu coração aguentar
ficar longe de ti, quando ele começar a gritar,
voltes correndo para os meus braços,
caso contrário, vou morrer de saudade, meu amor.
Não digas adeus, ainda quero me embriagar
de prazer nos teus braços, beber o vinho do amor e
dormir nua no teu peito, adormecer perto da lareira,
viver intensamente o meu amor contigo,
ainda gemer de prazer nos teus braços,
porque amo-te mais do que a mim,
não conseguirei viver longe de ti,
longe dos teus beijos, longe dos teus carinhos,
longe das tuas mãos, longe do teu prazer.
Não digas adeus, digas até logo,
até a volta, até um dia, até quando o meu coração aguentar
ficar longe de ti, quando ele começar a gritar,
voltes correndo para os meus braços,
caso contrário, vou morrer de saudade, meu amor.
Não digas adeus, ainda quero me embriagar
de prazer nos teus braços, beber o vinho do amor e
dormir nua no teu peito, adormecer perto da lareira,
viver intensamente o meu amor contigo,
ainda gemer de prazer nos teus braços,
ainda quero gemer de prazer nos teus braços, meu lindo menino.
Não digas adeus ...................................
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
Não digas adeus ...................................
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
segunda-feira, 14 de maio de 2012
NÃO SOU EU.
Caminhos desbravei para sobreviver
das tempestades de sofrimento,
lutei contra tudo e todos,
fui vencida pelo cansaço,
mas jamais desisti,
enfim venci com a tua canção.
Venci o medo de perder, hoje aprendi a lutar,
a contar comigo toda vez
que preciso me levantar,
lavar o rosto e ir a labuta,
sozinha continuar a caminhar,
os meus sonhos conquistar.
Não sou eu que acordo contigo, mas sou eu que oro por ti,
não sou eu que sinto os teus beijos, mas sou eu que quer te proteger,
não sou eu pra quem sorri,
mas fico feliz quando estás feliz,
não sou eu com quem tu compartilhas tuas dores,
mas se precisares do meu ombro estarei sempre aqui.
Não sou eu que seguras a tua mão,
mas se quiseres te dou meu coração,
não sou eu que enxugo as tuas lágrimas,
mas se quiseres secarei as com meus beijos,
não sou eu que te dei a vida,
mas se precisares te dou a minha.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
das tempestades de sofrimento,
lutei contra tudo e todos,
fui vencida pelo cansaço,
mas jamais desisti,
enfim venci com a tua canção.
Venci o medo de perder, hoje aprendi a lutar,
a contar comigo toda vez
que preciso me levantar,
lavar o rosto e ir a labuta,
sozinha continuar a caminhar,
os meus sonhos conquistar.
Não sou eu que acordo contigo, mas sou eu que oro por ti,
não sou eu que sinto os teus beijos, mas sou eu que quer te proteger,
não sou eu pra quem sorri,
mas fico feliz quando estás feliz,
não sou eu com quem tu compartilhas tuas dores,
mas se precisares do meu ombro estarei sempre aqui.
Não sou eu que seguras a tua mão,
mas se quiseres te dou meu coração,
não sou eu que enxugo as tuas lágrimas,
mas se quiseres secarei as com meus beijos,
não sou eu que te dei a vida,
mas se precisares te dou a minha.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
CONTEMPLEI.
Hoje eu acordei com uma dor no meu peito,
era uma imensa saudade de ti,
fingi que não sentia esta dor,
ignorei a completamente,
pra ver se ela me esquecia,
joguei a sujeira porta à fora,
mandei junto a saudade,
ela fingiu que foi embora,
mas depois voltou mais forte.
Hoje pensei que iria sorrir,
mas não adiantou, esta saudade não deixou,
fiquei triste a manhã inteira,
não teve jeito, fui ao teu encontro,
precisava ouvi-lo, agora a saudade está doendo mais,
ouvir a tua canção e não tê-lo
não sei o que é pior,
mais pelo menos dos males o menor,
hoje te contemplei meu amor.
Mas nunca perdi a esperança,
de um dia nos teus braços me senti uma criança,
cheia de sonhos e fantasias, ser uma doce menina,
neste dia não vou apenas te contemplar,
mas vou te amar, cada dia em dose dupla,
eu tenho certeza que um dia eu viverei o meu amor,
são as palavras que ouço todo dia do meu coração,
enquanto ele gritar que vou te amar,
eu vou acreditar e continuarei a te contemplar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
era uma imensa saudade de ti,
fingi que não sentia esta dor,
ignorei a completamente,
pra ver se ela me esquecia,
joguei a sujeira porta à fora,
mandei junto a saudade,
ela fingiu que foi embora,
mas depois voltou mais forte.
Hoje pensei que iria sorrir,
mas não adiantou, esta saudade não deixou,
fiquei triste a manhã inteira,
não teve jeito, fui ao teu encontro,
precisava ouvi-lo, agora a saudade está doendo mais,
ouvir a tua canção e não tê-lo
não sei o que é pior,
mais pelo menos dos males o menor,
hoje te contemplei meu amor.
Mas nunca perdi a esperança,
de um dia nos teus braços me senti uma criança,
cheia de sonhos e fantasias, ser uma doce menina,
neste dia não vou apenas te contemplar,
mas vou te amar, cada dia em dose dupla,
eu tenho certeza que um dia eu viverei o meu amor,
são as palavras que ouço todo dia do meu coração,
enquanto ele gritar que vou te amar,
eu vou acreditar e continuarei a te contemplar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sábado, 12 de maio de 2012
MÃE.
Útero da vida,
coração em forma de teia,
luz que semeia,
corpo que dilata,
formando um outro,
casulo da beleza,
da eterna fertilidade,
semente da vida,
pura santidade.
Uma gera seu filho no útero,
outra gera no coração,
há aquela que procria na sua alma,
não importa onde gere o seu filho,
será sempre lindo e amado,
terá a sua identidade,
seja no sangue ou no caráter,
terá sempre o seu DNA.
Mãe que voa de madrugada,
para trazer no seu bico alimento para sua cria,
que vai ao fundo do oceano,
corre os quatro cantos da terra,
vive entre o chão e o coração,
cada vez que seu filho sai de casa,
a insônia torna-se sua companheira,
até a hora da chegada do seu.
Mãe que deixa de dormir,
não tem mais hora para comer,
deixa de ser uma para ser várias,
tudo para dedicar-se aos seus filhos,
alegria de sua vida,
que no momento que nasce o seu filho,
nasce o verdadeiro sentido da sua vida.
Mãe é padecer em todos os lugares,
seja no céu ou mar,
seja de dia ou de noite,
seja o seu filho uma criança ou adulto,
seja na alegria ou na dor,
a mãe é aquela que é mais que um ombro,
é todo coração para um filho.
Feliz Dia Das Mães.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
coração em forma de teia,
luz que semeia,
corpo que dilata,
formando um outro,
casulo da beleza,
da eterna fertilidade,
semente da vida,
pura santidade.
Uma gera seu filho no útero,
outra gera no coração,
há aquela que procria na sua alma,
não importa onde gere o seu filho,
será sempre lindo e amado,
terá a sua identidade,
seja no sangue ou no caráter,
terá sempre o seu DNA.
Mãe que voa de madrugada,
para trazer no seu bico alimento para sua cria,
que vai ao fundo do oceano,
corre os quatro cantos da terra,
vive entre o chão e o coração,
cada vez que seu filho sai de casa,
a insônia torna-se sua companheira,
até a hora da chegada do seu.
Mãe que deixa de dormir,
não tem mais hora para comer,
deixa de ser uma para ser várias,
tudo para dedicar-se aos seus filhos,
alegria de sua vida,
que no momento que nasce o seu filho,
nasce o verdadeiro sentido da sua vida.
Mãe é padecer em todos os lugares,
seja no céu ou mar,
seja de dia ou de noite,
seja o seu filho uma criança ou adulto,
seja na alegria ou na dor,
a mãe é aquela que é mais que um ombro,
é todo coração para um filho.
Feliz Dia Das Mães.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quarta-feira, 9 de maio de 2012
SOZINHA.
Sentei na varanda,
o frio dominava a rua, deserta e crua,
o café esfriando na xícara,
o silêncio era quebrado pelo vento,
o cigarro na mão,
uma cena patética de despedida,
o vazio dominou o ambiente,
me senti refém do meu silêncio,
inerte na minha dor, abriu a porta o desamor.
Relembro aquela linda primavera,
um jardim coberto de rosas,
os pássaros e borboletas voando,
cenário de um puro encantamento,
a felicidade de um recente casamento,
tudo era perfeito,
um convite a eternidade do nosso amor,
em breve o calor do verão,
eram momentos de pura paixão.
Momentos que pairam na minha memória,
um passado tão recente, ainda estávamos plantando as sementes,
mas não foi regado o suficiente, as tempestades foram intensas,
o céu cinza desabou este castelo,
um tsunami de intrigas invadiu o meu ser, não era mais eu,
a dor da dúvida enraizou em mim,
ruiu o meu mundo de fantasia,
deixei de ser menina, nasceu a árdua mulher,
conheci o mal me quer.
Meus cacos estou juntando,
varrendo as lamas que entrou no meu ser,
destroços de mentiras, traições mal resolvidas,
o outono da agonia se juntou ao inverno do ódio,
congelaram a minha esperança,
destruíram os meus sonhos,
as lavas queimaram a minha verdade,
as geleiras apagaram as chamas do meu amor,
tudo foi para o chão, acabou tudo em desamor, em um grito de dor.
Hoje, ainda não dormi, o jornal ainda não li,
a minha mente está vazia,
sinto um gosto de fel na minha boca,
mas a minha alma está leve,
mandei embora a minha dor,
não quero ainda um novo amor,
quero a solidão como companhia,
refazer a minha vida, acreditar que ainda sou menina,
deixar entrar a fantasia, ai sim, serei feliz, sozinha.
MÁRCIA MOLARINO. (Direitos Reservados).
o frio dominava a rua, deserta e crua,
o café esfriando na xícara,
o silêncio era quebrado pelo vento,
o cigarro na mão,
uma cena patética de despedida,
o vazio dominou o ambiente,
me senti refém do meu silêncio,
inerte na minha dor, abriu a porta o desamor.
Relembro aquela linda primavera,
um jardim coberto de rosas,
os pássaros e borboletas voando,
cenário de um puro encantamento,
a felicidade de um recente casamento,
tudo era perfeito,
um convite a eternidade do nosso amor,
em breve o calor do verão,
eram momentos de pura paixão.
Momentos que pairam na minha memória,
um passado tão recente, ainda estávamos plantando as sementes,
mas não foi regado o suficiente, as tempestades foram intensas,
o céu cinza desabou este castelo,
um tsunami de intrigas invadiu o meu ser, não era mais eu,
a dor da dúvida enraizou em mim,
ruiu o meu mundo de fantasia,
deixei de ser menina, nasceu a árdua mulher,
conheci o mal me quer.
Meus cacos estou juntando,
varrendo as lamas que entrou no meu ser,
destroços de mentiras, traições mal resolvidas,
o outono da agonia se juntou ao inverno do ódio,
congelaram a minha esperança,
destruíram os meus sonhos,
as lavas queimaram a minha verdade,
as geleiras apagaram as chamas do meu amor,
tudo foi para o chão, acabou tudo em desamor, em um grito de dor.
Hoje, ainda não dormi, o jornal ainda não li,
a minha mente está vazia,
sinto um gosto de fel na minha boca,
mas a minha alma está leve,
mandei embora a minha dor,
não quero ainda um novo amor,
quero a solidão como companhia,
refazer a minha vida, acreditar que ainda sou menina,
deixar entrar a fantasia, ai sim, serei feliz, sozinha.
MÁRCIA MOLARINO. (Direitos Reservados).
terça-feira, 8 de maio de 2012
LIVRO.
Aprendi muito cedo voar,
nas asas da imaginação,
um mundo cor de rosa,
às vezes negro ou cinza,
depende do meu olhar,
para o foco que o meu coração levar,
eu posso até imaginar,
um lindo arco-íris no mar.
Gosto de viajar,
nas páginas de um livro,
viajo entre sonhos e paixões,
tragédias e delírios,
vou nas asas da sabedoria
descobrindo outros caminhos,
uma cultura por dia,
uma fantasia a cada segundo,
um novo mundo.
Na trajetória do conhecimento,
é impossível não se encantar,
com cada palavra nova,
com travessões,
pontos e dois pontos,
entre uma vírgula e outra,
uma pausa para pensar,
como é lindo viajar,
neste lindo faz de conta,
ou na realidade descrita nua e crua,
me encanto com tudo,
é linda a literatura.
Grandes sonhos eu vivi,
fui de Cinderela a Idade da Razão,
viajei pela Ciência Jurídica,
me encantei com a moda,
me apaixonei pelas notas musicais,
me deslumbrei com os romances,
Os Rodrigues foi o que mais me fascinou,
mas a Bíblia foi amor a primeira vista,
nela me apaixonei pelo meu Criador,
livros a razão do meu viver,
o meu grande bem querer.
MÁRCIA MOLARINO. (Direitos Reservados).
nas asas da imaginação,
um mundo cor de rosa,
às vezes negro ou cinza,
depende do meu olhar,
para o foco que o meu coração levar,
eu posso até imaginar,
um lindo arco-íris no mar.
Gosto de viajar,
nas páginas de um livro,
viajo entre sonhos e paixões,
tragédias e delírios,
vou nas asas da sabedoria
descobrindo outros caminhos,
uma cultura por dia,
uma fantasia a cada segundo,
um novo mundo.
Na trajetória do conhecimento,
é impossível não se encantar,
com cada palavra nova,
com travessões,
pontos e dois pontos,
entre uma vírgula e outra,
uma pausa para pensar,
como é lindo viajar,
neste lindo faz de conta,
ou na realidade descrita nua e crua,
me encanto com tudo,
é linda a literatura.
Grandes sonhos eu vivi,
fui de Cinderela a Idade da Razão,
viajei pela Ciência Jurídica,
me encantei com a moda,
me apaixonei pelas notas musicais,
me deslumbrei com os romances,
Os Rodrigues foi o que mais me fascinou,
mas a Bíblia foi amor a primeira vista,
nela me apaixonei pelo meu Criador,
livros a razão do meu viver,
o meu grande bem querer.
MÁRCIA MOLARINO. (Direitos Reservados).
segunda-feira, 7 de maio de 2012
GRITO.
Desfiz o meu laço,
soltei a voz, abri o meu peito,
saiu a minha verdade
soltei a voz, abri o meu peito,
saiu a minha verdade
corri para o abraço.
Não sou covarde,
não guardo remorso,
grito o que sinto,
o resto é resto.
Não brilho com a estrela do outro,
aprendi a soltar a minha voz,
não crio o que não acredito,
sou o meu próprio mito.
O meu grito é a minha essência,
é o amor que guardo no meu peito,
é o meu amanhecer,
é a estrada que escolhi para viver.
O meu grito é a dor do meu amor,
é o medo de não poder mais vê-lo,
é a distância que cresce em minha alma,
é o refúgio do meu sofrimento.
Meu grito é a dor alheia,
é a destruição da natureza,
do extermínio de uma espécie,
por falta de amor no homem.
O meu grito é o sangue que escorre do inocente,
as tragédias que podiam ter sido evitadas,
as magoas que criei,
que escurece no coração alguém.
Meu grito me liberta,
me faz tirar as vestes,
mostrar a minha cara limpa,
rasgando o véu da minha alma.
Meu grito é o amor que não consigo esconder,
que meus olhos não conseguem negar,
que meu corpo sonha em entregar para o meu amado,
Não sou covarde,
não guardo remorso,
grito o que sinto,
o resto é resto.
Não brilho com a estrela do outro,
aprendi a soltar a minha voz,
não crio o que não acredito,
sou o meu próprio mito.
O meu grito é a minha essência,
é o amor que guardo no meu peito,
é o meu amanhecer,
é a estrada que escolhi para viver.
O meu grito é a dor do meu amor,
é o medo de não poder mais vê-lo,
é a distância que cresce em minha alma,
é o refúgio do meu sofrimento.
Meu grito é a dor alheia,
é a destruição da natureza,
do extermínio de uma espécie,
por falta de amor no homem.
O meu grito é o sangue que escorre do inocente,
as tragédias que podiam ter sido evitadas,
as magoas que criei,
que escurece no coração alguém.
Meu grito me liberta,
me faz tirar as vestes,
mostrar a minha cara limpa,
rasgando o véu da minha alma.
Meu grito é o amor que não consigo esconder,
que meus olhos não conseguem negar,
que meu corpo sonha em entregar para o meu amado,
meu grito é da minha alma querendo amar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sábado, 5 de maio de 2012
NÃO QUERO.
Na primavera da vida
não quero ser uma simples flor no teu jardim,
quero ser o roseiral inteiro,
te embriagar com meu cheiro.
Não quero ser uma cor no arco-íris,
ou apenas uma estrela,
quem sabe um pequeno pássaro,
não, isto é muito pouco.
Quero ser o arco-íris completo,
a constelação da tua vida,
uma águia feroz,
te envolver no meu lençol.
Não quero ser lamento nem dor,
não quero viver de rancor,
quero ser a tua flor,
no nosso ninho de amor.
Não quero compromisso legal,
quero um amor real,
não quero cobrança,
quero confiança.
Não quero um conto de fadas,
quero uma crônica,
não quero uma novela,
pois não sou Cinderela.
Não quero um altar,
porque não sou santa,
mas também não sou um demônio,
sou apenas uma mulher doce e ardente.
Às vezes sou um pouco inconsequente,
porque sou toda paixão,
uma metade de mim é loucura,
o outra pura demência.
Então por favor não espere de mim sanidade,
porque meu amor é pura loucura,
não quero ser racional,
quero ser apenas emocional.
Não quero ser uma simples mulher,
quero ser dominada e submissa,
não ao seu poder,
mas sim no teu prazer.
Não quero um diamante,
mas um lindo amante sedutor,
que seja só meu,
que seja o meu guia e protetor.
Não quero dias tranquilos,
quero noites de tormento,
de gritos e gemidos,
nos braços do meu amado.
Não quero um mundo cor de rosa,
quero noites vermelhas,
onde o meu amor seja vivido intensamente,
na boca do homem que amo.
Não quero arrependimento,
quero apenas sentimento,
quero lindos momentos,
apenas peço que sejam verdadeiros.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
não quero ser uma simples flor no teu jardim,
quero ser o roseiral inteiro,
te embriagar com meu cheiro.
Não quero ser uma cor no arco-íris,
ou apenas uma estrela,
quem sabe um pequeno pássaro,
não, isto é muito pouco.
Quero ser o arco-íris completo,
a constelação da tua vida,
uma águia feroz,
te envolver no meu lençol.
Não quero ser lamento nem dor,
não quero viver de rancor,
quero ser a tua flor,
no nosso ninho de amor.
Não quero compromisso legal,
quero um amor real,
não quero cobrança,
quero confiança.
Não quero um conto de fadas,
quero uma crônica,
não quero uma novela,
pois não sou Cinderela.
Não quero um altar,
porque não sou santa,
mas também não sou um demônio,
sou apenas uma mulher doce e ardente.
Às vezes sou um pouco inconsequente,
porque sou toda paixão,
uma metade de mim é loucura,
o outra pura demência.
Então por favor não espere de mim sanidade,
porque meu amor é pura loucura,
não quero ser racional,
quero ser apenas emocional.
Não quero ser uma simples mulher,
quero ser dominada e submissa,
não ao seu poder,
mas sim no teu prazer.
Não quero um diamante,
mas um lindo amante sedutor,
que seja só meu,
que seja o meu guia e protetor.
Não quero dias tranquilos,
quero noites de tormento,
de gritos e gemidos,
nos braços do meu amado.
Não quero um mundo cor de rosa,
quero noites vermelhas,
onde o meu amor seja vivido intensamente,
na boca do homem que amo.
Não quero arrependimento,
quero apenas sentimento,
quero lindos momentos,
apenas peço que sejam verdadeiros.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sexta-feira, 4 de maio de 2012
ACORDEI.
Como frio do outono
apagando com o do verão
eu também acordei desta ilusão
eu também acordei desta ilusão
querendo me refazer desta dor
não arrumei a cama, troquei-a,
coloquei uma placa vende-se,
comprei uma cama de solteira para mim.
Pois é, pode ser que chegue visita, minha cama
não arrumei a cama, troquei-a,
coloquei uma placa vende-se,
comprei uma cama de solteira para mim.
Pois é, pode ser que chegue visita, minha cama
não quero mais repartir, agora desejo curtir
a minha fase de solteira, acordar deste pesadelo
voltar ao tempo da meninice,
não posso retroceder a minha juventude,
mas vou curtir um pouco de fantasia,
vou namorar bastante e beijar na boca,
até um novo amor aparecer, ai eu vou ao prazer.
Não quero por hora compromisso, minha agenda joguei fora,
agora não tenho nada com hora marcada,
seja lá o que Deus quiser, não quero mais dá satisfação,
a minha dor foi muito grande, chega de ingratidão,
vou curar as minhas feridas,
fazer plástica para arrancar as cicatrizes,
quero juntar os caquinhos,
fazer uma faxina no meu coração, chega de ilusão.
Depois vou viajar, passear e paquerar,
entrar para a faculdade, ter uma segunda chance na vida
vou para os salões de baile, quero a boemia abraçar, bom papo e risada,
isto vai me curar, depressão na porta não vou deixar entrar,
não quero um amor agora, agora quero me amar,
o resto a vida se entrega de proporcionar,
depois de curada, tudo pode acontecer, estarei aberta para este prazer.
Aquele vestido branco que usei no casamento, agora virou pano de chão,
da parte rendada fiz uma toalha de mesa
para você quando vier visitar teus filhos
comer em cima do mal que causou,
foi muita humilhação, agora sou outra,
abri um brechó dos presentes que ganhei,
já eram de segunda mão, deve servir para algum irmão.
Não quero mais compromisso de papel, quero um de verdade,
que não seja regido por lei, mas que seja brotado do coração,
não desejo mais festas de bodas, quero festas de amor,
as bodas só trouxeram dores, agora desejo muito amor
regado por noites de delírios, com muita paixão,
de desilusão estou cheia, farta de tanta mentira
abri a porta e te mandei embora, ela foi junto contigo.
Quero acordar com o sol brilhando,
depois de anos de insônia, dormir a noite inteira
não quero mais ficar acordada esperando você voltar
mas vou curtir um pouco de fantasia,
vou namorar bastante e beijar na boca,
até um novo amor aparecer, ai eu vou ao prazer.
Não quero por hora compromisso, minha agenda joguei fora,
agora não tenho nada com hora marcada,
seja lá o que Deus quiser, não quero mais dá satisfação,
a minha dor foi muito grande, chega de ingratidão,
vou curar as minhas feridas,
fazer plástica para arrancar as cicatrizes,
quero juntar os caquinhos,
fazer uma faxina no meu coração, chega de ilusão.
Depois vou viajar, passear e paquerar,
entrar para a faculdade, ter uma segunda chance na vida
vou para os salões de baile, quero a boemia abraçar, bom papo e risada,
isto vai me curar, depressão na porta não vou deixar entrar,
não quero um amor agora, agora quero me amar,
o resto a vida se entrega de proporcionar,
depois de curada, tudo pode acontecer, estarei aberta para este prazer.
Aquele vestido branco que usei no casamento, agora virou pano de chão,
da parte rendada fiz uma toalha de mesa
para você quando vier visitar teus filhos
comer em cima do mal que causou,
foi muita humilhação, agora sou outra,
abri um brechó dos presentes que ganhei,
já eram de segunda mão, deve servir para algum irmão.
Não quero mais compromisso de papel, quero um de verdade,
que não seja regido por lei, mas que seja brotado do coração,
não desejo mais festas de bodas, quero festas de amor,
as bodas só trouxeram dores, agora desejo muito amor
regado por noites de delírios, com muita paixão,
de desilusão estou cheia, farta de tanta mentira
abri a porta e te mandei embora, ela foi junto contigo.
Quero acordar com o sol brilhando,
depois de anos de insônia, dormir a noite inteira
não quero mais ficar acordada esperando você voltar
embriagado com cheiro de perfume barato
quero dormir em paz, sem chorar a noite inteira o seu descaso
quero acordar com a chuva, mas sabendo que existe
um lindo arco-íris me esperando, chamado vida.
MÁRCIA MOLARINO.
quero dormir em paz, sem chorar a noite inteira o seu descaso
quero acordar com a chuva, mas sabendo que existe
um lindo arco-íris me esperando, chamado vida.
MÁRCIA MOLARINO.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
SOLIDÃO.
Neste lindo paraíso me sinto só,
mesmo você estando comigo,
sua alma está tão distante,
teu corpo parece sair do lugar,
isto não é justo conosco,
se queres ir embora,
que sejas agora.
A porta eu deixei aberta,
podes partir quando sentires vontade,
eu nunca a tranquei,
justamente porque não sou presa a ninguém,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Enquanto forças eu tenho para caminhar,
porque outros caminhos quero conhecer,
tenho este direito,
já que teu amor acabou,
melhor partir enquanto existe dignidade,
não quero brutalidade,
nem mendigar sentimentos,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Não quero viver na solidão compartilhada,
prefiro estar só que mal acompanhada,
não quero restos de ninguém,
não vou me contentar com migalhas,
eu quero um homem por inteiro,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Será mais digno para nós,
a solidão é para ser vivida sozinha,
solidão com alguém é compaixão,
ninguém merece esta ingratidão,
és livre para voar,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Partas enquanto a mocidade é minha amiga,
o desejo em outros homens desperto,
ainda tenho muito amor a entregar,
não mereço migalhas,
não vou implorar para ficar,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Quero acordar sozinha na minha cama,
andar na praia com o vento no rosto,
correr para um novo amor,
quero sorrir como criança,
voar como um condor,
se não me tens mais amor,
que sejas feliz com quem escolheu,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Sigas o teu caminho menino,
não olhes para trás,
não estarei chorando,
com certeza estarei fazendo planos,
outros ninhos quero conhecer,
sejas feliz com quem o teu coração escolheu,
que eu vou em busca do meu,
se queres ir embora,
que sejas agora.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
mesmo você estando comigo,
sua alma está tão distante,
teu corpo parece sair do lugar,
isto não é justo conosco,
se queres ir embora,
que sejas agora.
A porta eu deixei aberta,
podes partir quando sentires vontade,
eu nunca a tranquei,
justamente porque não sou presa a ninguém,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Enquanto forças eu tenho para caminhar,
porque outros caminhos quero conhecer,
tenho este direito,
já que teu amor acabou,
melhor partir enquanto existe dignidade,
não quero brutalidade,
nem mendigar sentimentos,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Não quero viver na solidão compartilhada,
prefiro estar só que mal acompanhada,
não quero restos de ninguém,
não vou me contentar com migalhas,
eu quero um homem por inteiro,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Será mais digno para nós,
a solidão é para ser vivida sozinha,
solidão com alguém é compaixão,
ninguém merece esta ingratidão,
és livre para voar,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Partas enquanto a mocidade é minha amiga,
o desejo em outros homens desperto,
ainda tenho muito amor a entregar,
não mereço migalhas,
não vou implorar para ficar,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Quero acordar sozinha na minha cama,
andar na praia com o vento no rosto,
correr para um novo amor,
quero sorrir como criança,
voar como um condor,
se não me tens mais amor,
que sejas feliz com quem escolheu,
se queres ir embora,
que sejas agora.
Sigas o teu caminho menino,
não olhes para trás,
não estarei chorando,
com certeza estarei fazendo planos,
outros ninhos quero conhecer,
sejas feliz com quem o teu coração escolheu,
que eu vou em busca do meu,
se queres ir embora,
que sejas agora.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados).
domingo, 29 de abril de 2012
REENCONTRO.
Na primavera da vida,
cada ano é diferente do outro,
um é mais florido,
em outros o frio se prolonga,
mas é nesta época que a saudade aumenta,
quem sabe pelo prelúdio do verão,
ou o amor vivido no inverno.
Mas é certo,
a saudade aumenta na primavera,
junto com as sementes plantadas,
algumas colhidas bem lá na frente,
outras secaram,
mas algumas germinaram,
criaram raízes profundas,
jamais esquecidas.
Reencontros marcados,
alguns remotos,
outros de longas datas,
mas todos muito esperados,
porque foram pessoas reais,
algumas com sorrisos marcantes,
outros o silêncio era a marca,
meninas muito bonitas,
rapazes alegres e fortões,
para alguns o deboche era essencial,
mas em comum,
todos queriam o direito.
Cada um seguiu o seu rumo,
aos poucos se encontrando,
por este mundo a fora,
foram as sementes que germinaram,
no coração criaram raízes,
que jamais foram esquecidas,
apenas adormecidas,
as meninas transformaram-se em mulheres,
os meninos em homens feitos,
valeu pelo reencontro com vocês,
que guardo com muito carinho no meu peito,
o rosto de todos os meus amigos da Direito.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
cada ano é diferente do outro,
um é mais florido,
em outros o frio se prolonga,
mas é nesta época que a saudade aumenta,
quem sabe pelo prelúdio do verão,
ou o amor vivido no inverno.
Mas é certo,
a saudade aumenta na primavera,
junto com as sementes plantadas,
algumas colhidas bem lá na frente,
outras secaram,
mas algumas germinaram,
criaram raízes profundas,
jamais esquecidas.
Reencontros marcados,
alguns remotos,
outros de longas datas,
mas todos muito esperados,
porque foram pessoas reais,
algumas com sorrisos marcantes,
outros o silêncio era a marca,
meninas muito bonitas,
rapazes alegres e fortões,
para alguns o deboche era essencial,
mas em comum,
todos queriam o direito.
Cada um seguiu o seu rumo,
aos poucos se encontrando,
por este mundo a fora,
foram as sementes que germinaram,
no coração criaram raízes,
que jamais foram esquecidas,
apenas adormecidas,
as meninas transformaram-se em mulheres,
os meninos em homens feitos,
valeu pelo reencontro com vocês,
que guardo com muito carinho no meu peito,
o rosto de todos os meus amigos da Direito.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sábado, 28 de abril de 2012
ORGULHO.
Acordei sentindo um gosto de fel,
misturado com cheiro de bebida barata,
o lençol todo molhado,
os meus olhos inchados,
ainda sentia a dor no meu corpo,
me debati a noite inteira,
entre muros e lágrimas,
tentei quebrar o quarto inteiro,
pensando que só assim conseguiria
tirar você de dentro de mim.
Inútil todo este desespero,
você fez a mala e partiu, não adiantou gritar,
meu coração implorar,
meus gritos não te assustaram,
não consegui com minhas chantagens,
o teu perdão conquistar,
o meu erro te cortou em pedaços, trai tua confiança,
não sou mais digno dos teus sentimentos,
só me restou lamentar,
o desamor entrou pela mesma porta que o meu amor partiu.
Rastro de sangue causei em ti,
quando o teu coração eu fiz sangrar,
tua alma eu dilacerei com mentiras,
dos teus olhos sempre fugi, não quis o mundo junto contigo,
meu amor dividi com outras, para ti não guardei nada,
apenas cobrei o que achava que eu tinha direito,
mas em troca nada lhe ofereci, a não ser traições e ilusões,
hoje estou colhendo desprezo,
de quem desprezei o amor, plantei indiferença,
estou colhendo desamor.
Não sei se pela vida
outro amor como ti encontrarei, mas tenho certeza,
o mesmo erro não cometerei,
errei por me achar melhor que ti,
deixei o orgulho gritar em mim,
não respeitei o teu amor, não senti a tua dor,
não enxerguei que tinhas veias e sangue,
que eras tão humana quanto eu,
deixei meu ego de homem falar mais alto,
hoje sou eu quem está por baixo, meu amor.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados)
misturado com cheiro de bebida barata,
o lençol todo molhado,
os meus olhos inchados,
ainda sentia a dor no meu corpo,
me debati a noite inteira,
entre muros e lágrimas,
tentei quebrar o quarto inteiro,
pensando que só assim conseguiria
tirar você de dentro de mim.
Inútil todo este desespero,
você fez a mala e partiu, não adiantou gritar,
meu coração implorar,
meus gritos não te assustaram,
não consegui com minhas chantagens,
o teu perdão conquistar,
o meu erro te cortou em pedaços, trai tua confiança,
não sou mais digno dos teus sentimentos,
só me restou lamentar,
o desamor entrou pela mesma porta que o meu amor partiu.
Rastro de sangue causei em ti,
quando o teu coração eu fiz sangrar,
tua alma eu dilacerei com mentiras,
dos teus olhos sempre fugi, não quis o mundo junto contigo,
meu amor dividi com outras, para ti não guardei nada,
apenas cobrei o que achava que eu tinha direito,
mas em troca nada lhe ofereci, a não ser traições e ilusões,
hoje estou colhendo desprezo,
de quem desprezei o amor, plantei indiferença,
estou colhendo desamor.
Não sei se pela vida
outro amor como ti encontrarei, mas tenho certeza,
o mesmo erro não cometerei,
errei por me achar melhor que ti,
deixei o orgulho gritar em mim,
não respeitei o teu amor, não senti a tua dor,
não enxerguei que tinhas veias e sangue,
que eras tão humana quanto eu,
deixei meu ego de homem falar mais alto,
hoje sou eu quem está por baixo, meu amor.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados)
sexta-feira, 27 de abril de 2012
AMOR.
A chuva fina do outono caia lá fora,
um prelúdio de frio senti em minha nuca,
a nostalgia tomava conta deste lindo lugar,
as flores exalavam um perfume diferente,
era a tua ausência chegando ao fim,
tua voz eu ouvia suavemente chegar,
finalmente nos meus lábios sentirei os teus beijos,
a tortura da tua falta chegará ao término,
tanto tempo esperei por este momento,
desfrutá-lo lentamente é o meu desejo,
como um vinho de uma safra rara,
irei degustá-lo, será apenas tu e eu
sentirei cada carícia que no meu corpo fizer,
serei levada pela mais pura emoção,
serei alma e coração, totalmente nua em tuas mãos
do lado de fora do quarto deixarei a razão,
não pensarei em nada, raciocínio para que,
eu só quero ser o teu bem querer.
A espera do meu verdadeiro amor foi árdua,
nunca soube o momento que iria acontecer,
onde e quando seria aprisionada,
eu era um vulcão adormecido,
de uma hora para outra entrei em erupção,
minhas lavas correram montanha abaixo,
assim fiquei quando o amor chegou,
não sabia como reagir diante deste sentimento,
que dominou todo o meu ser,
um fogo que ardia sem queimar,
uma dor que tirou o meu fôlego,
no meu pensamento só existia uma pergunta,
como viver este amor tu e eu sem limite
arde o desejo de entregar ao meu amor
meu corpo e alma em uma noite de loucura
mas dias e noites me tortura com a tua ausência
sorrir e chorar ao mesmo tempo, quero voltar a ser criança,
encantada e com medo de estar enamorada.
Deste sentimento tentei fugir,
o medo e descontrole foi fatal,
nunca consegui controlar este amor,
dominou o meu ser,
tamanha foi a força deste amor,
que durante tanto tempo tentei relutar,
fugi do teu olhar, inútil foi esta fuga,
de repente me vi aprisionada,
agora com uma única certeza,
este amor generalizou,
ocupou todo o meu corpo e alma,
não tenho mais saída
a minha alma acorrentou-se na tua,
o meu coração tatuou o teu nome,
a minha pele não aceita outro perfume,
a tua essência e o teu cheiro penetrou na minha pele,
já não sou mais eu,
mas sim tu e eu.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
um prelúdio de frio senti em minha nuca,
a nostalgia tomava conta deste lindo lugar,
as flores exalavam um perfume diferente,
era a tua ausência chegando ao fim,
tua voz eu ouvia suavemente chegar,
finalmente nos meus lábios sentirei os teus beijos,
a tortura da tua falta chegará ao término,
tanto tempo esperei por este momento,
desfrutá-lo lentamente é o meu desejo,
como um vinho de uma safra rara,
irei degustá-lo, será apenas tu e eu
sentirei cada carícia que no meu corpo fizer,
serei levada pela mais pura emoção,
serei alma e coração, totalmente nua em tuas mãos
do lado de fora do quarto deixarei a razão,
não pensarei em nada, raciocínio para que,
eu só quero ser o teu bem querer.
A espera do meu verdadeiro amor foi árdua,
nunca soube o momento que iria acontecer,
onde e quando seria aprisionada,
eu era um vulcão adormecido,
de uma hora para outra entrei em erupção,
minhas lavas correram montanha abaixo,
assim fiquei quando o amor chegou,
não sabia como reagir diante deste sentimento,
que dominou todo o meu ser,
um fogo que ardia sem queimar,
uma dor que tirou o meu fôlego,
no meu pensamento só existia uma pergunta,
como viver este amor tu e eu sem limite
arde o desejo de entregar ao meu amor
meu corpo e alma em uma noite de loucura
mas dias e noites me tortura com a tua ausência
sorrir e chorar ao mesmo tempo, quero voltar a ser criança,
encantada e com medo de estar enamorada.
Deste sentimento tentei fugir,
o medo e descontrole foi fatal,
nunca consegui controlar este amor,
dominou o meu ser,
tamanha foi a força deste amor,
que durante tanto tempo tentei relutar,
fugi do teu olhar, inútil foi esta fuga,
de repente me vi aprisionada,
agora com uma única certeza,
este amor generalizou,
ocupou todo o meu corpo e alma,
não tenho mais saída
a minha alma acorrentou-se na tua,
o meu coração tatuou o teu nome,
a minha pele não aceita outro perfume,
a tua essência e o teu cheiro penetrou na minha pele,
já não sou mais eu,
mas sim tu e eu.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quarta-feira, 25 de abril de 2012
PERDÃO.
Rasguei o véu do ódio,
desfiz de toda amargura,
perdi o medo de dizer o que sinto,
soltei a dor do meu coração,
me livrei desta tristeza,
estou livre desta desilusão,
de que só serei feliz
se houver a revanche da dor, pura ilusão,
a dor não se cura com desamor,
mas alivia com o perdão
desfiz de toda amargura,
perdi o medo de dizer o que sinto,
soltei a dor do meu coração,
me livrei desta tristeza,
estou livre desta desilusão,
de que só serei feliz
se houver a revanche da dor, pura ilusão,
a dor não se cura com desamor,
mas alivia com o perdão
eu tive a minha cura em forma de canção
meu coração está leve, hoje eu sou apenas emoção.
Já não sou como outrora, já não me iludo,
mas também não guardo rancor,
não quero um mundo colorido,
já não tenho força para pensar assim,
mas quero um mundo pelo menos cinza,
porque das cinzas eu me refaço,
me junto aos pedaços, não com dor,
mas com gratidão, consegui dá o meu perdão
Já não sou como outrora, já não me iludo,
mas também não guardo rancor,
não quero um mundo colorido,
já não tenho força para pensar assim,
mas quero um mundo pelo menos cinza,
porque das cinzas eu me refaço,
me junto aos pedaços, não com dor,
mas com gratidão, consegui dá o meu perdão
tudo bem que prefiro que se afastem de mim
perdoar não quer dizer que eu precise conviver
quero apenas continuar com a minha poesia
que nasce da canção do menino que me curou.
Como posso não perdoar,
se erros pela vida cometi,
não posso cobrar o que não sou,
nem posso dar o que não tenho,
se preciso de perdão para viver,
o mesmo devo fazer,
se quero que esqueçam os meus erros,
os erros de outrem esquecerei,
quero dormir em paz,
nos braços do meu Deus
Como posso não perdoar,
se erros pela vida cometi,
não posso cobrar o que não sou,
nem posso dar o que não tenho,
se preciso de perdão para viver,
o mesmo devo fazer,
se quero que esqueçam os meus erros,
os erros de outrem esquecerei,
quero dormir em paz,
nos braços do meu Deus
que no momento da minha agonia
me curou com a voz que ele abençoou.
Amanhã o dia pode amanhecer ensolarado,
a tempestade de hoje irá passar,
um belo arco-íris no céu estará,
os meus desejos no pote de ouro irei encontrar,
não peço nada mais do que necessito para ser feliz,
do perdão de quem magoei, o amor do homem que amarei,
uma casinha com flores, uma taça de vinho,
uma noite de amor nos braços de um lindo amor
Amanhã o dia pode amanhecer ensolarado,
a tempestade de hoje irá passar,
um belo arco-íris no céu estará,
os meus desejos no pote de ouro irei encontrar,
não peço nada mais do que necessito para ser feliz,
do perdão de quem magoei, o amor do homem que amarei,
uma casinha com flores, uma taça de vinho,
uma noite de amor nos braços de um lindo amor
viver sem que o passado me assuste
mas só peço ao meu Deus que eles me esqueçam
eu já os perdoei pelos seus erros
agora eu mereço a paz e o amor encontrar em algum lugar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
domingo, 22 de abril de 2012
ABISMO.
No abismo desta vida,
por um triz não morri,
não adiantou fugir,
o meu erro cometi.
Ah, sim!
Eu errei quando não consegui fugir,
tempo hábil eu tive,
mas não acreditei na maldade alheia.
Errei quando voltei,
mas meu coração não queria acreditar em traição,
em vão pela vida caminhei,
o amor gritou eu regressei.
Meu erro foi não lutar,
tive medo de ser rejeitada,
mas de nada adiantou,
o amor aumentou.
Hoje à beira do abismo novamente estou,
lutando com unhas e dentes por este amor,
sabendo que feridas farei,
mas deste amor não mais fugirei.
Do amor não se pode fugir,
dos olhos do amado se esconder,
na alma ele habita,
apenas hiberna por algum tempo.
Acorda de repente,
como a fúria de um vulcão em erupção,
as lavas são jogadas para fora,
o amor é escancarado de novo pelo coração.
Tentar escapar deste amor,
sem novas marcas não dá,
a loucura é evidente,
o sofrimento é apenas consequência.
Mas o meu amor é maior,
maior que a minha culpa,
por ele luto contra o mundo,
a espera do teu beijo no crepúsculo.
Meu amor por ti meu amado
é maior que a minha consciência,
serei capaz de enterrar os meus valores,
para ser amada nos teus braços.
Este amor é o meu abismo,
ou quem sabe a minha salvação,
pode ser tudo ou nada,
só sei que desejo por ti ser amada.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
por um triz não morri,
não adiantou fugir,
o meu erro cometi.
Ah, sim!
Eu errei quando não consegui fugir,
tempo hábil eu tive,
mas não acreditei na maldade alheia.
Errei quando voltei,
mas meu coração não queria acreditar em traição,
em vão pela vida caminhei,
o amor gritou eu regressei.
Meu erro foi não lutar,
tive medo de ser rejeitada,
mas de nada adiantou,
o amor aumentou.
Hoje à beira do abismo novamente estou,
lutando com unhas e dentes por este amor,
sabendo que feridas farei,
mas deste amor não mais fugirei.
Do amor não se pode fugir,
dos olhos do amado se esconder,
na alma ele habita,
apenas hiberna por algum tempo.
Acorda de repente,
como a fúria de um vulcão em erupção,
as lavas são jogadas para fora,
o amor é escancarado de novo pelo coração.
Tentar escapar deste amor,
sem novas marcas não dá,
a loucura é evidente,
o sofrimento é apenas consequência.
Mas o meu amor é maior,
maior que a minha culpa,
por ele luto contra o mundo,
a espera do teu beijo no crepúsculo.
Meu amor por ti meu amado
é maior que a minha consciência,
serei capaz de enterrar os meus valores,
para ser amada nos teus braços.
Este amor é o meu abismo,
ou quem sabe a minha salvação,
pode ser tudo ou nada,
só sei que desejo por ti ser amada.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sábado, 21 de abril de 2012
RUAS.
Pedaço de chão,
terra que me leva para o meu destino,
onde pessoas se atropelam
na correria do dia a dia.
Paraíso a céu aberto,
despercebido por todos,
a pressa não deixa perceber,
os seus belos traços de moça.
Vocês podem serem retas,
cheia de curvas,
um pouco estreitas,
mas é um delírio caminhar em vocês.
Algumas são frias,
o asfalto não deixa perceber beleza que existem em vocês,
outras uma floresta em plena cidade,
alamedas da felicidade.
Amo as minhas ruas,
caminho que me leva ao encontro do meu amor,
não canso de contempla-las,
sem você não chegaria ao meu destino.
Ruas das lindas histórias,
com nomes de patriotas,
tão lindas e generosas,
abraça a todos sem preconceito.
A rua da minha vida,
cruzou com a rua do destino,
foi caminhando em uma rua,
que avistei o meu amor.
Ah, naquela rua que você entrou
ao sair do estacionamento,
eu já de longe avistei
o Lord da minha vida.
Ah, meu eterno amado,
quantas vezes de longe fiquei naquela rua,
de longe a contemplar,
o seu lindo andar.
Hoje ao passar naquela rua,
a saudade dói no peito,
foi ali que muitas vezes fiquei,
admirando o meu bem.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
terra que me leva para o meu destino,
onde pessoas se atropelam
na correria do dia a dia.
Paraíso a céu aberto,
despercebido por todos,
a pressa não deixa perceber,
os seus belos traços de moça.
Vocês podem serem retas,
cheia de curvas,
um pouco estreitas,
mas é um delírio caminhar em vocês.
Algumas são frias,
o asfalto não deixa perceber beleza que existem em vocês,
outras uma floresta em plena cidade,
alamedas da felicidade.
Amo as minhas ruas,
caminho que me leva ao encontro do meu amor,
não canso de contempla-las,
sem você não chegaria ao meu destino.
Ruas das lindas histórias,
com nomes de patriotas,
tão lindas e generosas,
abraça a todos sem preconceito.
A rua da minha vida,
cruzou com a rua do destino,
foi caminhando em uma rua,
que avistei o meu amor.
Ah, naquela rua que você entrou
ao sair do estacionamento,
eu já de longe avistei
o Lord da minha vida.
Ah, meu eterno amado,
quantas vezes de longe fiquei naquela rua,
de longe a contemplar,
o seu lindo andar.
Hoje ao passar naquela rua,
a saudade dói no peito,
foi ali que muitas vezes fiquei,
admirando o meu bem.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
sexta-feira, 20 de abril de 2012
AMIGOS.
Eu queria ter uma cachoeira,
onde as águas fossem cristalinas,
tão pura quanto a imagem que tenho de ti,
meu amado amigo.
Amaria que estas águas tão límpidas,
possuísse o poder de cura,
libertaria a tua alma e teu corpo,
desta clausura.
Neste cenário mágico,
onde a sua vegetação seria tão colorida,
após uma tempestade, faria uma aquarela com o arco-íris,
os pássaros cantariam o hino do amigo.
As mais belas e perfumadas flores
reunidas estariam neste paraíso,
onde construiria uma linda pousada,
para lá levaria todos os meus amigos.
Seria eternamente feliz,
viveria entre os sons que alegram o meu coração,
principalmente,
um coro formado por amigos irmãos.
Desta vida não levamos nada,
só aquilo que o coração guarda a sete chaves,
os amores e os amigos,
o resto e traste que só serve para guardar em um baú.
Amei muito pouco,
poucos conseguiram chegar na minha alma,
mas tu meu amigo,
roubaste o meu coração desde a primeira vez que te vi.
Há amigos irmãos,
há amigos da solidão,
amigos da razão,
você é o meu amigo do coração.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
quinta-feira, 19 de abril de 2012
ILUSÃO.
Busquei na vida a minha felicidade,
o desejo de realizar a minha fantasia,
me vestir de menina no corpo de mulher,
beber o vinho no prazer da tua companhia.
Mas a vida não quis assim,
o destino traçou outros caminhos,
os nossos jardins não se uniram,
não edificamos o nosso ninho porque você partiu.
Atravessei céus e mares,
na procura dos teus olhos esquecer,
busquei em outro olhar o teu apagar,
o desejo de realizar a minha fantasia,
me vestir de menina no corpo de mulher,
beber o vinho no prazer da tua companhia.
Mas a vida não quis assim,
o destino traçou outros caminhos,
os nossos jardins não se uniram,
não edificamos o nosso ninho porque você partiu.
Atravessei céus e mares,
na procura dos teus olhos esquecer,
busquei em outro olhar o teu apagar,
hoje espero tu novamente regressar.
Inútil foi esta luta,
tu estavas tão presente,
na minha alma estava cravado,
o amor que jamais será curado.
Na minha ânsia de te esquecer,
eu esqueci de viver,
vivi na mais pura ilusão,
de te arrancar do meu coração.
Hoje cansei de lutar,
com o meu corpo e alma,
apenas espero um dia, nem que seja uma vez
o meu amor te entregar novamente.
Nesta espera criei um jardim de poesias,
plantei a mais bela rosa,
um canteiro de amor,
nele coloquei o teu nome, minha flor.
O meu amor não é uma ilusão,
mas uma louca inspiração,
nele eu encontro a razão,
que faz bater este pobre coração.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
Inútil foi esta luta,
tu estavas tão presente,
na minha alma estava cravado,
o amor que jamais será curado.
Na minha ânsia de te esquecer,
eu esqueci de viver,
vivi na mais pura ilusão,
de te arrancar do meu coração.
Hoje cansei de lutar,
com o meu corpo e alma,
apenas espero um dia, nem que seja uma vez
o meu amor te entregar novamente.
Nesta espera criei um jardim de poesias,
plantei a mais bela rosa,
um canteiro de amor,
nele coloquei o teu nome, minha flor.
O meu amor não é uma ilusão,
mas uma louca inspiração,
nele eu encontro a razão,
que faz bater este pobre coração.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
segunda-feira, 16 de abril de 2012
MALANDRAGEM.
Malandro que é malandro
usa terno e chapéu branco,
um molejo todo gostoso,
para ser o eterno malandro,
tem que ter uma ginga gostosa,
um papinho maneiro,
uma gingada e uma roda de samba,
mulata em volta,
vamos que vamos,
a noite é uma criança,
é a boemia uma donzela,
salve a favela.
Mas na vida há malandragem profissional,
não vem de chapéu,
isto é da antiga,
agora vem de colarinho branco e com cueca,
de meias e maletas,
coisa de profissional,
só se descobre com grampo,
a malandragem do malandro atual,
ela é fenomenal.
Cabelinho bem cortado e gravata italiana,
de paletó de marca e carro importado,
dando uma de doutor,
é de uma honestidade ao extremo,
fala mansinho e gostoso,
pois é seu Zé,
pronto montado está o corrupto malandro,
amigo do povo,
mas só nas eleições,
toma caldo de cana e come um pastel,
depois da campanha,
ele monta um cartel,
a equipe está montada,
ele corre para os abraços,
chamando a moçada,
a propina dá para todos.
Pois é meu amigo,
malandro de colarinho branco,
o molejo e a propina vinda em uma maleta,
acompanhado por uma bela e gorda gorjeta,
sabe como é,
só o combinado não dá,
a propina tem que ser de gente fina,
com complemento um Jet-Ski,
pode ser um Honda ou Mercedes,
um cargo no alto escalão,
com direito a toda mordomia,
tudo pago pelo contribuinte,
mas nos limites legais,
tudo com licitação,
coisa de irmão.
Enquanto todos lutam por uma boa educação,
a maioria faz curso para driblar a fiscalização,
sabe como é meu irmão,
na terra de grandão,
não cabe João bobão,
ou você entra no sistema,
ou vira refeição.
Mas é de salientar,
que tem muito político bom,
olha só o Romário,
carioca da gema,
da terra da boa malandragem do samba,
fez bonito no futebol,
hoje é nota dez na Câmara.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados)
usa terno e chapéu branco,
um molejo todo gostoso,
para ser o eterno malandro,
tem que ter uma ginga gostosa,
um papinho maneiro,
uma gingada e uma roda de samba,
mulata em volta,
vamos que vamos,
a noite é uma criança,
é a boemia uma donzela,
salve a favela.
Mas na vida há malandragem profissional,
não vem de chapéu,
isto é da antiga,
agora vem de colarinho branco e com cueca,
de meias e maletas,
coisa de profissional,
só se descobre com grampo,
a malandragem do malandro atual,
ela é fenomenal.
Cabelinho bem cortado e gravata italiana,
de paletó de marca e carro importado,
dando uma de doutor,
é de uma honestidade ao extremo,
fala mansinho e gostoso,
pois é seu Zé,
pronto montado está o corrupto malandro,
amigo do povo,
mas só nas eleições,
toma caldo de cana e come um pastel,
depois da campanha,
ele monta um cartel,
a equipe está montada,
ele corre para os abraços,
chamando a moçada,
a propina dá para todos.
Pois é meu amigo,
malandro de colarinho branco,
o molejo e a propina vinda em uma maleta,
acompanhado por uma bela e gorda gorjeta,
sabe como é,
só o combinado não dá,
a propina tem que ser de gente fina,
com complemento um Jet-Ski,
pode ser um Honda ou Mercedes,
um cargo no alto escalão,
com direito a toda mordomia,
tudo pago pelo contribuinte,
mas nos limites legais,
tudo com licitação,
coisa de irmão.
Enquanto todos lutam por uma boa educação,
a maioria faz curso para driblar a fiscalização,
sabe como é meu irmão,
na terra de grandão,
não cabe João bobão,
ou você entra no sistema,
ou vira refeição.
Mas é de salientar,
que tem muito político bom,
olha só o Romário,
carioca da gema,
da terra da boa malandragem do samba,
fez bonito no futebol,
hoje é nota dez na Câmara.
MÁRCIA MOLARINO - (Direitos Reservados)
ME LEVA.
Segura a minha mão e
me leva para conhecer o teu paraíso,
os caminhos do menino,
o desejo do homem,
a loucura de andar nas nuvens,
neste fogo que me consome.
Me leva para as chamas da paixão,
onde as geleiras não apagam o ardor desta loucura,
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
me leva para conhecer o teu paraíso,
os caminhos do menino,
o desejo do homem,
a loucura de andar nas nuvens,
neste fogo que me consome.
Me leva para as chamas da paixão,
onde as geleiras não apagam o ardor desta loucura,
onde as labaredas queimam o meu corpo e alma,
algemada estou no fogo desta paixão,
gritos de desejos e ternura da minha alma escapam,
é a mais bela e pura emoção.
Me traga a paz do meu espírito atordoado pela tua ausência,
acorrentado nesta demência, precisando de uma noite de insensatez,
me embriagando com a tua nudez, neste mundo de prazeres e delírios,
por favor meu amor, me tire deste martírio,
algemada estou no fogo desta paixão,
gritos de desejos e ternura da minha alma escapam,
é a mais bela e pura emoção.
Me traga a paz do meu espírito atordoado pela tua ausência,
acorrentado nesta demência, precisando de uma noite de insensatez,
me embriagando com a tua nudez, neste mundo de prazeres e delírios,
por favor meu amor, me tire deste martírio,
com uma noite de prazer, não te negarei nada,
serei tua com prazer, meu lindo Lord
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
domingo, 15 de abril de 2012
MENINA.
Naquele cenário tão ingênuo,
vi a linda menina correndo,
eufórica e sorridente,
queria agarrar o mundo com unhas e dentes,
a pressa era imensa,
corria contra o tempo,
não queria chegar tarde nos eventos,
precisava estar presente,
queria ser forte e voar com uma águia,
não tinha medo dos percalços,
era ainda uma doce menina,
com sonhos e sem maldades,
estava ainda na flor da idade.
Pela vida me deparei
várias vezes com esta linda menina,
em alguns momentos ainda corria,
em outros ia mais devagar,
mas nunca perdeu os sonhos,
por mais que a vida peças lhe pregasse,
o sorriso não desmanchava,
acreditou que construiu um lindo jardim,
edificou um grande muro ao seu redor,
mas não trancou o portão,
sempre acreditou no perdão
vi a linda menina correndo,
eufórica e sorridente,
queria agarrar o mundo com unhas e dentes,
a pressa era imensa,
corria contra o tempo,
não queria chegar tarde nos eventos,
precisava estar presente,
queria ser forte e voar com uma águia,
não tinha medo dos percalços,
era ainda uma doce menina,
com sonhos e sem maldades,
estava ainda na flor da idade.
Pela vida me deparei
várias vezes com esta linda menina,
em alguns momentos ainda corria,
em outros ia mais devagar,
mas nunca perdeu os sonhos,
por mais que a vida peças lhe pregasse,
o sorriso não desmanchava,
acreditou que construiu um lindo jardim,
edificou um grande muro ao seu redor,
mas não trancou o portão,
sempre acreditou no perdão
hoje sou a poetisa que nasceu de uma canção.
Algumas vezes me calei e deixei a menina falar,
ela convence melhor as pessoas com o seu jeitinho de amar,
depois a preservo em um lugar seguro,
tenho medo que destruam esta menina,
então a guardo a sete chaves,
poucas pessoas ainda sabem que ela existe, mas é impossível mata-la,
ela é a minha esperança no meu despertar em dia chuvoso,
Algumas vezes me calei e deixei a menina falar,
ela convence melhor as pessoas com o seu jeitinho de amar,
depois a preservo em um lugar seguro,
tenho medo que destruam esta menina,
então a guardo a sete chaves,
poucas pessoas ainda sabem que ela existe, mas é impossível mata-la,
ela é a minha esperança no meu despertar em dia chuvoso,
ela é a ponte que uso quando atravesso um abismo,
ela foi a menina que correu na minha frente,
para impedir que eu deixasse de ser criança,
avisando que a correnteza era dolorosa, tenha fé, você consegue,
por mais que a dor seja grande, a fantasia e o amor são maiores.
ela foi a menina que correu na minha frente,
para impedir que eu deixasse de ser criança,
avisando que a correnteza era dolorosa, tenha fé, você consegue,
por mais que a dor seja grande, a fantasia e o amor são maiores.
Eu te agradeço meu lindo anjo de olhar de esmeralda
porque tu salvaste esta menina de um precipício
em uma linda noite chuvosa com a tua canção
a despertou de um pesadelo que consumia a sua alma
ela não teve medo de assumir as suas fraquezas
sabia que estava doente e precisava se curar
só não imaginou que seria tuas canções
o doce remédio da cura da sua depressão
hoje eu sou pura poesia e delírios
foi entre versos e rimas que a minha alma se curou
e despertou novamente para o amor e carinho
te amo por ser este anjo que curou a minha alma com sua doce canção.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
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