Acenei com um pequeno lenço de seda,
no cais da saudade partiste,
a certeza da tua volta era mister,
mesmo que minha alma assim o desejasse,
estava além do meu querer.
Na memória guardado está o jardim florido,
os momentos em que ali conversamos,
no teu ombro quantas confissões,
hoje tudo virou recordações.
Quantos entardecer do teu lado estava,
quantas vezes o sol se despediu,
amanhã eu voltarei,
me esperem aqui,
ali voltamos só para se despedir do sol,
hoje só há um adeus para o sol
o meu.
Adeus,
palavra com fim,
dor da saudade que aumenta em mim,
tento voar para junto de ti,
não consigo tu partistes para o além,
nem mesmo o tempo fez eu esquecer,
o meu grande amigo,
do lado esquerdo do meu peito você estás,
até um dia na eternidade a gente se encontrar,
esta grande saudade matar.
MÁRCIA MOLARINO _ (Direitos Reservados).
Essa é uma dor que nunca cessa.
ResponderExcluirVerdade, minha querida Nancy.
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